Dedo na Ferida.

A pedido dos signatários passo a transcrever a Carta Aberta que me foi enviada:

Carta Aberta

Dirigida a todas as Associações Paulenses,

Este texto tem como intuito apelar a todas as associações sedeadas no Paul, com especial incidência sobre aquelas de cariz mais juvenil e/ou desportivo, para o problema com que se debate neste momento a Associação Paul Cultural desportivo.

Como é do conhecimento público, a A.P.C.D. proporcionou aos jovens da terra, na época 2006/2007, a oportunidade de participarem no campeonato de infantis organizado pela Associação de Futebol de Castelo Branco.

Com o fim do campeonato levantam-se questões como: que futuro dar aos jovens que sobem de escalão e que já não poderão participar no campeonato do próximo ano? Impedi-los de praticar desporto na localidade de residência? Obrigá-los a procurar a actividade física fora do Paul? Sentimos que é obrigação de toda a comunidade, que pensamos estar representada nas mais diversas Associações paulenses, oferecer condições aos jovens para que estes se sintam física e psicologicamente bem. Não podemos continuar a abordar estas questões com a passividade habitual! Com a contínua ascensão de problemas como a desertificação do interior, a obesidade infantil ou a exclusão social têm que ser prioritários programas focados na juventude.

A Associação Paul Cultural Desportivo deu seguimento a um projecto que inicialmente contava apenas com uma equipa de infantis, isto para além da equipa sénior de futsal feminino, neste momento conta também com uma equipa de escolas. Conhecendo a realidade do clube é louvar todo o esforço e empenho depositados na formação dos jovens, formação essa que não é meramente desportiva mas também, e principalmente, humana.

Infelizmente a freguesia do Paul necessita de mais gente voluntariosa para que os nossos jovens possam crescer de forma saudável no seio da comunidade. A escassez de recursos humanos e financeiros leva-nos a apelar a outras associações para que se comprometam com os jovens em projectos que devem ser do interesse de todos os paulenses.

Pensamos que é legítimo sonhar e acreditar, no plano desportivo, numa cooperação entre associações em que os diversos escalões de formação são repartidos, tudo isto em prol de um objectivo maior que é garantir e proporcionar as melhores condições possíveis aos nossos jovens na prática desportiva, neste caso.

Espero sinceramente que este apelo não caia em saco roto. Os jovens agradecem. O Paul agradece. Pedimos a todas as Associações interessadas em colaborar o favor de contactarem a APCD.

Subscrevem, este texto, os colaboradores da APCD para o futebol infantil:

Bruno Lopes

Sandro Fontaínhas

Hervê Freire

Nuno Duarte

Obrigado pelo empenho, dedicação e mais valia com que contribuiriam para o bem-estar e desenvolvimento dos “miúdos”.

O meu mais sincero apoio por esta iniciativa, já que a mesma põe a nu o défice de empenho de outras Associações. Felizmente o Paul têm um índice bastante elevado de Juventude e infra estruturas para a prática de vários desportos e ao nível dos mais variados escalões etários (DOS 8 AOS 80).

Haja vontade e “clubites” ou “politiquices” a parte devemos unir esforços em prólogo dos nossos irmãos, filhos ou netos. Eles são os Paulenses de amanhã.

O PAUL AGRADECE

Saudações Paulenses

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Correio do leitor


Posso saber o que foi que eu fiz para merecer fim tão estúpido?
Transgredi?
Expliquem-me o porquê da minha morte!!!

Ass (assinato): Árvore

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Eu Quero Entender????

A Descarada

Roubo Qualificado e Ministrialmente Avalizado.


Ao vaguear encontrei esta surpresa, No Cadeirão. Será que este País já esta de tal maneira desacreditado que nem os nossos ministros já têm vergonha. aconselho a leitura do original.

Sendo nos uma terra de grandes valores culturais no campo da etnografia, vamos começar com a musica... "OH ZÉ APERTA O CINTO OH ZÉ APERTA-O BEM"

Subscrevo na integra o Cadeirão.

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Pasquins do Dia

Relatório da IGAT explicado na Assembleia Municipal

Câmara da Covilhã promete esclarecer dúvidas, dia 15

O
executivo municipal da Covilhã vai dar a conhecer a sua versão do relatório da Inspecção-Geral de Administração do Território (IGAT), que aponta para irregularidades cometidas na área do urbanismo, na Assembleia Municipal marcada para dia 15. Numa sessão que João Esgalhado promete “longa”, serão explicados “todos os pontos do relatório”, disse ainda o vice-presidente da Câmara. “Vamos clarificar junto da Comunicação Social, da população e da Assembleia Municipal, ponto a ponto, o inquérito da IGAT. Vai levar algum tempo, mas com isso vamos explicar o que de concreto se passa, para acabar de vez com as suposições que este tipo de mediatismo acaba por trazer”, acrescenta o elemento da maioria PSD. O autarca diz-se, por isso, de consciência tranquila. “Não temos medo do que quer que seja. O inquérito foi uma inspecção ordinária, na qual foram vistos um conjunto de documentos do município e, dentro dos serviços, há reparos positivos e negativos”, conclui João Esgalhado.in Diario XXI

Plano de Urbanização é de interesse público

Câmara da Covilhã quer que o Governo dê prioridade ao documento

A Câmara da Covilhã deliberou na última sexta-feira, na reunião privada do executivo, atribuir a declaração de Interesse Público Municipal ao Plano de Urbanização da Grande Covilhã. Com esta declaração, que será remetida para o Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional e para outras entidades governamentais, como a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, a autarquia covilhanense espera que o Governo dê «celeridade» ao processo de aprovação deste plano, que já está realizado há sete anos....In Kaminhos

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Manter as tradições da nossa terra é o mais importante

Presidente reeleita na Casa do Povo do Paul

Todos os espectáculos do Rancho Folclórico da Casa do Povo do Paul (Covilhã) incluem representações teatrais (quadros) que mostram como era a vida antigamente, na aldeia, hoje vila. “É uma questão de identidade, que nós temos o dever de preservar”, refere a presidente. Ao Diário XXI, Leonor Narciso revela alguns dos planos para os três anos de mandato que tem pela frente Liliana Machadinha

Sem uma data precisa de fundação, sabe-se pelos documentos reunidos que o Rancho Folclórico da Casa do Povo do Paul foi criado propositadamente para participar no concurso da “Aldeia mais Portuguesa”, em 1938. Desde esse ano, não parou, apesar de épocas de adormecimento e de menor expressão fora da vila. Mas a revolução no seio do grupo chegou em 1977 com a integração do rancho na Casa do Povo e com a questão: o que deu origem a estas danças e cantares? A presidente da direcção da Casa do Povo, Leonor Narciso, entrou no projecto nesse ano, com outros amigos. Já na altura “parecia faltar algo nos espectáculos” e, por isso, decidiram procurar as raízes das tradições, dos trajes e das cantigas. Segundo recorda a presidente, as pessoas que fundaram o grupo apresentaram no concurso da “Aldeia mais Portuguesa” vários quadros representativos das tradições do Paul. “Havia representações das mais variadas situações, como os trabalhos no campo, artesanato, jogos tradicionais, festejos religiosos e tudo a condizer com os cantares e com os trajes”, conta.
Apesar do trabalho de investigação e compilação dos dados – informação conseguida através da colecção de José Rocha, um dos fundadores do rancho e que foi doada ao grupo depois da sua morte -, a tradição só voltou a ser o que era em 1938, devido a um desafio lançado pelo INATEL. Assim, os quadros voltaram a ser representados em 2000, completando os espectáculos.

RANCHO SÓ SOBE AO PALCO JUNTAMENTE COM TRADIÇÕES
“O grupo tem a preocupação de saber que época é que quer representar”, explica a presidente, ao referir que se reproduzem os trajes desde o início do século XX, “da forma mais fiel possível”, seguindo os registos históricos, nomeadamente fotográficos. Mas, alerta, “há que ter o cuidado de não ridicularizar os nossos antepassados e tradições. Se vamos retratar uma romaria, há que vestir os trajes de festa e não o da monda e do sacho às costas”, exemplifica Leonor Narciso.
Actualmente não há um único espectáculo onde sejam interpretados apenas as danças e os cantares. “Recusamo-nos a fazê-lo nessas condições. Ou nos deixam mostrar os quadros com as tradições da terra e as danças e cantares como complemento ou não há espectáculo”, garante Leonor Narciso. E explica: “É uma questão de etnologia e de identidade, que nós temos o dever de preservar”.

Depois das eleições, há duas semanas
Sangue novo para preservar tradições
Depois de eleita, no último dia 20, para mais três anos à frente dos destinos da Casa do Povo do Paul, Leonor Narciso salienta uma das novidades: há mais jovens nos cargos directivos. Segundo explica, “é necessário sangue novo” para, no futuro, dar continuação às tradições do grupo. “Espero aprender com eles e ensinar-lhes muita coisa, para que não se perca o espírito deste rancho”, realça. “Um dia, quando eu sair da Casa do Povo, esta casa não pode parar, até porque já tem um imenso património tanto em edifícios, como de âmbito cultural”, adianta. No total, Leonor Narciso conseguiu integrar seis jovens na nova direcção, todos já pertencentes e membros activos nas actividades da colectividade.
Para além desta, levanta um pouco o véu de um dos projectos, que apesar de estar em fase embrionária, já suscita entusiasmo no seio do grupo e que se relaciona com o objectivo anterior. Trata-se de intercâmbios internacionais de jovens, através do Instituto Português da Juventude. Para tal, “precisamos de pessoas mais novas que exponham os seus interesses de forma a cativar os jovens estrangeiros a visitarem o Paul”.
Outro projecto que não passa esquecido nas propostas para os próximos três anos de mandato de Leonor Narciso é o “Chão do Canto”, uma mostra etnográfica que pretende ilustrar o ciclo da vida tradicional e promete “integrar (o espectador) na vivência do povo”. O espectáculo representa o Natal, passando pelo cantar das Janeiras, entrudo, período pascal, retorno às lides agrícolas, finalizando com a Romaria da Senhora das Dores, em Julho. Pela abrangência das tradições, a mostra decorre ao longo de duas horas e, para a presidente, “é o mais completo do rancho, pois representa todas as raízes do Paul”.

Festival vai para a sexta edição
“Sons da Terra” regressam com workshops
Também o festival “Sons da Terra” tem continuação e está já agendado para o fim-de-semana de 21 e 22 de Julho, um pouco mais tarde que o habitual (o mês de Junho) devido às actuações agendadas, nomeadamente, do grupo de bombos do rancho, que trabalha em parceria com a companhia de teatro Viv'Arte, recriando feiras medievais por todo o País. Nesta sexta edição, o festival regressa com algumas novidades: workshops gratuitos, na área da percussão e gaitas de foles, que irão decorrer no sábado. Os “Sons do Vagar” (vozes com contrabaixo), um grupo de gaitas de foles e os anfitriões - em que se incluem os bombos, as adufeiras, os “Folia Tradicional” que (misturam música tradicional com sons celtas) e os “Tralha Velha” - irão actuar na tarde de domingo.

Concurso “Aldeia mais Portuguesa”
Quando o Galo de Prata voou para Monsanto
A história foi passando de boca em boca entre os paulenses. Segundo contam, em 1938, o Galo de Prata – símbolo atribuído ao vencedor do concurso “Aldeia mais Portuguesa” - foi para Monsanto, “porque um dos júris era de lá e influenciou a decisão dos restantes”. O concurso foi organizado pelo Secretariado Nacional de Informação (SNI), órgão do Estado Novo, responsável pela construção da imagem cultural de Portugal (principalmente no âmbito internacional).
“O Paul foi roubado”, uma teoria que inspirou vários poetas, nomeadamente José Rocha, que até escreveu uma marcha sobre o resultado do concurso. Com o título “Cantando espalharei por toda a parte”, escreveu numa das estrofes: “Ainda bem que não tens «galo de prata», Podia alguém julgar que era de lata, E tu mereces bem um «galo de ouro»”. Segundo Leonor Narciso, esta situação deu azo a disputas entre as duas aldeias durante muitos anos. “Aqui ninguém podia sequer ouvir falar em Monsanto, mas essa rivalidade já passou”.


Ficha Técnica
Fundação: 1938
Morada: Beco do Quebra Costas, nº 5, 6215- 445 Paul
Sócios: 200
Quota anual: Seis euros
E-mail: cppaul@sapo.pt

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A Partir de Hoje Vamos a Banhos


Solidário com a campanha de Promoção do ALLGARVE.

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Dia Mundial da Criança


O futuro, a Nossa Responsabilidade, Um bem Mais que Precioso.


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Pasquins de Hoje

Vinhos e Sabores da Beira interior


Vinhos da região vão ser promovidos este fim-de-semana em Belmonte

"Os melhores néctares produzidos pelas cinco adegas cooperativas da região (Covilhã, Fundão, Figueira de Castelo Rodrigo, Pinhel e Vila Franca das Naves) vão estar em destaque este fim-de-semana em Belmonte. “Vinhos e Sabores da Beira Interior” vão ser promovidos numa mostra que começa hoje em terras de Cabral e que termina domingo. A iniciativa é da Unacobi – União das Adegas Cooperativas da Beira Interior e tem como objectivo a promoção e valorização dos vinhos da região."...

Feira da Cereja começa hoje no
Ferro

Cereja da Cova da Beira é a rainha deste evento, que termina domingo.

A vila do Ferro, na Covilhã, vai ser o palco, este fim-de-semana, da Feira Agrícola – Feira da Cereja. É a primeira vez que o certame é organizado e vai englobar, também, a Feira da Saúde, o Parque do Gado (cavalos, vacas e ovelhas), exposições de artesanato, maquinaria agrícola e automóveis. Expositores institucionais, empresas e produtores agrícolas locais marcam presença no certame, que terá ainda uma grande componente de animação cultural para animar as hostes entre hoje e domingo. Há de tudo um pouco, desde a actuação de ranchos folclóricos, dança, bombos, garraiada e passeios equestres. Com esta Feira da Cereja/Feira Agrícola, a Junta de Freguesia pretende divulgar a freguesia e o concelho, promover a cereja da Cova da Beira e potenciar negócios." in Kaminhos

Disfrute estes eventos num momento de lazer com a família.

Se conduzir...

Saudações Paulenses

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