Que seja uma GRANDE FESTA
Saudações Paulenses
Presidente da Câmara constituído arguído
O Presidente da Câmara de Abrantes, Nelson de Carvalho, foi constituído arguído no seguimento de uma visita efectuada pela Polícia Judiciária (PJ), em Outubro, e que resultou na recolha de um conjunto de documentos.
O PSD votou hoje contra o empréstimo de 500 milhões à câmara de Lisboa. O empréstimo foi aprovado na reunião da câmara, mas é preciso ainda que uma nova votação o viabilize, na Assembleia Muncipal, onde os sociais-democratas têm maioria.
O líder da bancada laranja, ouvido pelo SOL, não enjeita a hipótese de o PSD vir a chumbar o empréstimo. «As nosssas votações na câmara e na assembleia municipal têm sido coerentes e concertadas», lembrou Saldanha Serra. «E não há razões para que deixem de o ser», acrescentou o deputado municipal.
A hipótese de chumbo é levada a sério por António Costa.
O socialista considerou o voto contra do PSD na reunião da câmara desta tarde «um facto da maior gravidade política» e avisou que se o empréstimo for chumbado na Assembleia Municipal estará em causa a «sustentabilidade do município e a governabilidade da cidade».
Costa fez estas declarações numa conferência de imprensa, que convocou de surpresa, à margem da reunião da câmara. Questionado se poderia estar em causa a sua renúncia ao cargo, respondeu: «Não podemos excluir nenhum cenário».
Em causa está o empréstimo de 500 milhões de euros, a conceder pela CGD, em duas tranches, para pagamento de dívidas a fornecedores. A primeira, de 360 milhões servirá para o pagamento de dívidas de curto prazo.
A segunda tranche, no valor de 140 milhões será aplicada no pagamento de dívidas que neste momento estão em contencioso. Esta parte do empréstimo só poderá ser usada após a aprovação da câmara e da assembleia municipal.
Na votação desta tarde, na câmara de Lisboa, votaram a favor do empréstimo o PS, o BE, o PCP e o movimento «Cidadãos por Lisboa», de Helena Roseta.
O movimento cívico liderado pelo anterior presidente, Carmona Rodrigues, absteve-se, e o PSD votou contra, por contestar o valor do empréstimo.
António Costa sublinha que o dinheiro se destina a pagar dívidas da exclusiva responsabilidade dos executivos anteriores e é essencial a sua contratação. Lembrou também que o empréstimo faz parte do plano de financiamento financeiro, aprovado na Assembleia Municipal. in Sol
"O aeroporto de Montreal - Mirabel, no Canadá, é apresentado muitas vezes como um dos exemplos do mau investimento na construção de infra-estruturas aeroportuárias e considerado mesmo um desastre financeiro no país. Projectado a 50 quilómetros do centro nevrálgico do Quebeque, para ser um importante hub na região do Leste do Canadá e para competir com Toronto, foi perdendo gradualmente as linhas aéreas. O declínio da economia e as fracas infra-estruturas de acesso justificaram o desaire que o transformou num aeroporto de carga. Outro exemplo é o novo aeroporto de Atenas, um investimento de 2200 milhões de euros e com capacidade para receber 50 milhões de passageiros. Actualmente, usa pouco mais de um quinto dessa capacidade, já que o tráfego registado ronda os 12 milhões de passageiros. É também um dos aeroportos mais caros da Europa, já que cobra 70 euros de taxas aeroportuárias. .." in PúblicoNo edital de Inforpaulense encontrei por parte do responsável as apreensões que transcrevo:
“Quanto à primeira, ou seja o novo Quartel de Bombeiros, pese embora, não estar ainda equipado e em pleno funcionamento, existe no entanto o compromisso por parte do executivo Paulense que os bombeiros ocuparão a sua nova casa até ao final do ano. Até aqui tudo bem. O que não faz sentido é a forma como os bombeiros locais foram e estão ser tratados pelos responsáveis dos Bombeiros Voluntários da Covilhã.
Senão vejamos.
Logo no dia da inauguração os bombeiros locais ficaram sozinhos defronte do seu antigo quartel a ouvir o Hino Nacional, ao invés do que estava previsto, precisamente uma formatura em frente às novas instalações e a participação activa nas cerimónias da inauguração. Foi a primeira “estocada” no brio e orgulho de serem soldados da paz na 4ª secção dos Bombeiros Voluntários da Covilhã.
Logo nas semanas seguintes o presidente da direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Covilhã, Emídio Martins, aos microfones da RCB, acusava de alguma incompetência os bombeiros Paulenses, chegando mesmo a dizer que “ a 4 secção dos Bombeiros no Paul tem de levar uma grande volta porque há gente que julga que tem bombeiros e isso não é bem assim”.
Na verdade, já em declarações no dia da inauguração deixava transparecer alguma crítica, “defendo que talvez com o mesmo dinheiro fosse melhor um piso para cada valência”.
Ora, este responsável tão crítico das antigas instalações do quartel dos bombeiros locais num curto espaço de tempo dava conta da sua insatisfação, não se percebendo o porquê desta atitude.
Seja como for, para a comunidade Paulense a quem se destina em primeira-mão os serviços prestados pelos bombeiros locais não está em causa a entrega, dedicação e competência destes soldados da paz. Nesta conformidade parece legitimo exigir-se respeito e dignidade por quem de forma desinteressada luta pelo nosso bem-estar e segurança.”
Concordo inteiramente com o pensamento do Sr. João Cunha e talvez o seu rigor como jornalista o impeça de ir mais alem.
Como este impedimento a mim não se aplica vou levantar algumas questões que considero importantes e já em outras postagens referi.
1. Tanto quanto sei saber nunca nenhum dos elementos, independentemente do lugar hierárquico que ocupa foi advertido, repreendido, suspenso ou irradiado da Corporação. Por conseguinte o Sr. Emídio Martins de uma forma no mínimo habilidosa, tenta junto da comunicação social, denegrindo os bombeiros da 4ª Secção, abrir caminho a que no futuro venham a ser substituídos por outros vindo de fora. Se o grau de eficiência e desempenho dos mesmos não é minimamente aceitável, os responsáveis hierárquicos já deviam ter providenciado a sua substituição ou melhor ainda providenciar acções de formação que são da sua inteira responsabilidade. Esta pretensa confrontação, á qual a 4ª Secção ate ao momento se absteve e muito bem, tem na minha opinião apenas e tão só adquirir o PODER E IMPOR AS REGRAS DO JOGO, com todo o desmérito para quem ate agora modestamente “serviu”.
mínimo estranho que ao ser oferecido um espaço digno e capaz de responder as necessidades da 4ª Secção, este mesmo senhor não esteja de acordo com o visual da obra. Não é depois da obra feita que se devia discutir qualquer protocolo inerente ao mesmo. Este devia e sempre na minha opinião, ser o primeiro passo para a efectivação da obra. Agora há que fazer uma Assembleia para legitimar o referido protocolo, mas e aqui, é importante que seja posto a consulta publica antes a minuta do mesmo, para que nessa Assembleia saibamos do que estamos a tratar e confirmarmos se os eventuais postos estão garantidos aos residentes, quais são as nossas responsabilidades (Comunidade) e contrapartidas e vice-versa por parte dos B. V. Covilhã. Não esquecer que esta instituição recebe anualmente verbas para fins de manutenção e equipamentos.
Espero que o bom senso impere e que as pessoas directamente ligadas a este assunto tenham sempre bem presente que AS PESSOAS PASSAM E AS INSTITUIÇÕES FICAM, e o tão usual QUEM VIER ATRAS QUE FECHE A PORTA, não é mais aceitável em qualquer circunstância.
Como diz o meu amigo “ACABEM COM A FEIRA DAS VAIDADES”.
Saudações Paulenses
Os vereadores do PS votaram contra Francisco Cardona É de “contenção” o Plano e Orçamento da Câmara da Covilhã para o próximo ano, reconheceu, ontem, Carlos Pinto em declarações à “Rádio Cova da Beira”, após a reunião extraordinária onde os documentos foram aprovados por maioria com os votos contra dos dois vereadores do PS.| Dergui encerra as portas Administração da empresa não quer continuar a laboração | ||
A empresa têxtil Dergui, no Paúl, vai fechar as portas de vez. A administração não está interessada em continuar a laboração, segundo comunicou os advogados da empresa ao Sindicato Têxtil da Beira Baixa (STBB).«A administração comunicou-nos, através do seu advogado, que não iria reabrir a empresa e que iria proceder ao despedimento dos trabalhadores», disse à Rádio Covilhã Luís Garra, coordenador daquela estrutura sindical. | ||
A decisão da empresa foi comunicada ontem às cerca de 50 trabalhadoras da Dergui, que na terça-feira da semana passada viram o Tribunal a selar as instalações no seguimento de uma execução judicial. A medida, e ao que tudo indica, terá sido tomada na sequência de dívidas da empresa para com os ex-operários e outros credores. O sindicato está agora a tratar do processo para que as funcionárias possam candidatar-se ao Fundo de Desemprego e reaverem alguns dos seus créditos, como é o caso do ordenado do Mês de Novembro e os subsídios de Natal e de férias. Já a antiguidade da empresa não deverá ser tido em conta, uma vez que, nos últimos anos, a empresa foi encerrando e abrindo com outro nome. O sindicato não sabe ainda se a empresa vai dar inicio ao processo de insolvência, uma vez que os advogados da Dergui ainda não esclareceram a estrutura sindical sobre esse assunto. Seja como for, Luís Garra considera que esse seria o melhor processo a desenvolver, salientando que «o próprio Ministério Público tem razões suficientes» para declarar a insolvência da empresa. «Alguém terá que o fazer. Se não for a empresa pode ser o próprio Ministério Público, pois há muito que a empresa é insolvente», salienta, referindo que «até um fornecedor o pode fazer». Caso ninguém declare a insolvência da empresa, o coordenador do STBB avisa que será a própria estrutura sindical a desencadear o processo. Recorde-se que, e segundo o STBB, no segundo semestre deste ano foram já eliminados 200 postos de trabalho no sector têxtil, com o encerramento de cinco fábricas. in Kaminhos |
O documento do TC mostra que, dos 532 empréstimos que foram visados, seis processos foram devolvidos por não estarem sujeitos a controlo prévio por parte do organismo presidido por Guilherme d'Oliveira Martins.
A multinacional Fresenius revelou hoje, em comunicado, que "não esteve, nem está prevista, uma data para a abertura do Centro de Hemodiálise da Covilhã". Este esclarecimento surge depois da Câmara da Covilhã ter anunciado a abertura para hoje, estando previsto que o presidente da autarquia acompanhasse os primeiros doentes pelas 09:00.
No entanto, àquela hora apenas alguns jornalistas compareceram no centro, que permaneceu de portas fechadas.
"Devido ao atraso na concessão do visto do Tribunal de Contas, relativamente à convenção celebrada entre o Centro de Hemodiálise e o Ministério da Saúde, ficou adiada a abertura", explicou a autarquia em comunicado, durante a amanhã.
Apesar das tentativas, a Agência Lusa não conseguiu falar com o presidente da Câmara Municipal, Carlos Pinto.
O Centro de Hemodiálise da Covilhã é um investimento privado que vai melhorar as condições de dezenas de doentes da região que actualmente têm que se deslocar para tratamento noutras cidades.
Face ao anúncio da Câmara, a multinacional Fresenius, que faz parte da sociedade detentora da estrutura, informou a Agência Lusa que "não esteve, nem está prevista uma data para a abertura do Centro".
O empreendimento "representa um investimento na ordem do milhão e meio de euros, está construído há já um ano e encontra-se dotado com os meios técnicos específicos para o funcionamento de uma unidade de hemodiálise"... in Lusa
EZEMBRO DE 2007
O projecto destina-se a incentivar a prática do esqui e encontrar novos atletas para a modalidade, a juntar aos seis que a Federação tem em provas internacionais, no sentido de conquistarem um lugar nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010. "As actividades vão decorrer na Serra da Estrela, mal comece a cair neve. As inscrições estão abertas, são gratuitas e vamos envolver os pais e familiares, com os quais vamos reunir", explicou José Pinho. O projecto está orçado em 25 mil euros e é apoiado pelo Instituto do Desporto de Portugal e pela Federação Internacional de Esqui. "Toda a criança deve tentar fazer esqui pelo menos uma vez na vida", acrescentou. GOVERNO QUER INCREMENTAR MODALIDADES DE NEVE
Uma caixa multibanco em funcionamento na área da entrada principal do Covilhã Shopping foi furtada na sexta-feira por um grupo de indivíduos encapuzados, informou fonte da GNR. Os assaltantes, em número de cinco ou seis, entraram cerca das 6h45 dentro daquele espaço comercial "forçando as portas de emergência com um pé de cabra", acrescentou fonte da administração da superfície comercial covilhanense.| Cavaco preocupado com o despovoamento do interior Fronteira com Espanha é “uma oportunidade“ para o desenvolvimento | ||
Cavaco Silva terminou visita à GuardaPresidente da República está preocupado com despovoamento do distritoO Presidente da República admitiu hoje em Gouveia, onde terminou uma visita oficial de dois dias ao distrito da Guarda, estar preocupado com o problema de despovoamento que afecta a região e que atribui à falta de iniciativa empresarial. Para Cavaco Silva, o problema da "falta de gente" está "na escassez de iniciativa empresarial" registada nesta zona do interior do país. "Enquanto não surgirem empresas no interior do país, enquanto não surgirem investimentos, será muito difícil reter os jovens e criar empregos", afirmou o chefe de Estado aos jornalistas, no final da deslocação. Referiu que "há algumas indicações positivas", como acontece com a Plataforma Logística de Iniciativa Empresarial (PLIE) da Guarda e iniciativas empresariais em Seia, "mas existe outra potencialidade não bem explorada, que é o turismo". | ||
Cavaco Silva terminou visita à Guarda Presidente da República está preocupado com despovoamento do distrito O Presidente da República admitiu hoje em Gouveia, onde terminou uma visita oficial de dois dias ao distrito da Guarda, estar preocupado com o problema de despovoamento que afecta a região e que atribui à falta de iniciativa empresarial... in Kaminhos |
| Municípios da Cova da Beira preparam “ASTWOOD“ Reunião de trabalho a 27 e 28 de Novembro | ||
A AMCB está a organizar uma reunião de trabalho no âmbito do projecto ASTWOOD, candidatado ao Intelligent Europe Energy, que vai decorrer nos próximos dias 27 e 28 de Novembro de 2007 no Hotel Alambique de Ouro – Fundão.Os trabalhos visam desenvolver um estudo de caracterização da Biomassa existente na região e posteriormente desenvolver uma estratégia sustentável para a utilização da mesma, que pode passar pela criação de um Rede de Recolha de Biomassa na região e posterior transformação, quer em peletes, briquetes, entre outros, para abastecimento de caldeiras de biomassa. | ||
Basicamente os objectivos do ASTWOOD são: Desenvolvimento de uma estratégia sustentável do uso da biomassa na região; Criar uma aplicação modelo, que possa ser transferível para qualquer outra região da europeia; Promover o envolvimento dos actores regionais - chave para a recolha de madeira e sua posterior transformação; Permitir que as regiões envolvidas avancem para uma independência energética e a criação de novos empregos... in Kaminhos |
Número de vítimas de violência doméstica aumenta em relação ao ano passado
Vizinha
Os números incluem já as 53 pessoas da fábrica de confecções Dergui (Covilhã), selada na terça-feira por ordem judicial numa execução fiscal, e outras 23 das confecções Baloja (Castelo Branco), que anunciou este mês que os preços baixos a que vende os seus produtos tornam a fábrica inviável.
Pessoalmente não gostava da "personagem" na qualidade de autarca pois deixou uma reliquia na ponte que os seus assessores e posteriores eleitos ate ao momento ainda não resolveram E JÁ LA VÃO DOIS ANOS, (porem todavia contudo), neste momento dava emprego a 50 funcionarias.
Foi com alguma mágoa e tristeza que no último Sábado, dia 17, verifiquei a ausência de qualquer lista candidata aos órgãos sociais da Banda Filarmónica. Apesar de não ficar surpreendido fiquei, contudo, apreensivo. A Banda Filarmónica tem um papel importante a desempenhar na comunidade paulense, em especial, na formação musical dos jovens e logo dos Paulenses.
"A fábrica de confecções Dergui, no Paúl, Covilhã, foi selada nesta terça-feira, por ordem judicial num processo de execução de dívidas. Os bens foram penhorados e a fábrica encerrada. As cerca de 50 trabalhadoras que se encontravam a trabalhar «foram surpreendidas com a chegada do executor, acompanhado pela GNR e um oficial de justiça. Não apareceu ninguém da administração», disse fonte sindical. Outra fonte que acompanha o processo judicial revelou também à Lusa que estão em causa dívidas da empresa a rondar os 30 mil euros, 3.000 dos quais a um fornecedor (outra empresa têxtil do concelho), sendo o restante pagamentos em atraso a ex-trabalhadoras. Às actuais funcionárias estará por pagar o último subsídio de férias.
«Hoje não havia propósito de encerrar. Pensava-se que ia aparecer algum administrador para discutir uma solução para as dívidas», disse a mesma fonte, acrescentando que «quem tem mais responsabilidade na fábrica queixa-se de não conseguir fala com a administração há dois meses». De acordo com os dados disponíveis no Sindicato Têxtil da Beira Baixa (STBB/CGTP), a fábrica actualmente designada de confecções Dergui já teve outros nomes sob o mesmo tecto e já chegou a empr (...)" in Kaminhos e Diario XXI

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