Não se esqueça de mudar a hora


Hora de Inverno

Na Madrugada da noite de 25 para 26 de Outubro os relógios atrasam uma hora.

Às 2h, em Portugal Continental, deve atrasar 60 minutos os seus relógios.
Nos Açores a mudança da hora ocorre à 01h local (02h em Lisboa). Com a mudança da hora, vai começar a amanhecer mais cedo mas em contrapartida também passa a anoitecer mais cedo .

A hora de Inverno vai manter-se até ao dia 29 de Março de 2009, quando os relógios forem adiantados 60 minutos, dando-se entrada na hora de Verão.


Votos de um excelente fim-de-semana, este em especial vai ter 49horas!


Saudações Cordiais,
Vizinha

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Crise financeira? O que pensa ou pensou fazer?

Em que despesas está a cortar ou a pensar cortar caso a crise financeira se agrave ou se estenda para crise económica? Já pensou nisso?

Apesar do optimismo dos últimos dias, a crise financeira ainda não desapareceu por inteiro do horizonte e muitas famílias estão a senti-la há já alguns meses. Gostava de saber em que despesas estão a cortar ou vão cortar.

1) Transportes particulares
2) Vestuário
3) Férias
4) Ajudas a terceiros
5) Cultura (cinemas, teatro, livros,...)
6) Telemóveis
7) Refeições fora
8) Alimentação

Colabore com a sua opinião, desde já agradeço.

Votos de uma excelente semana.

Saudações Cordiais,
Vizinha

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Ano Escolar

ABERTURA DO ANO ESCOLAR

Como profissional do ensino em funções de gestão administrativa, eleito pela comunidade educativa, gostaria de aqui registar alguns breves apontamentos:

No primeiro dar nota positiva à Câmara Municipal por não ter entrado no engodo do Governo quanto à transferência de competências, ao nível de pessoal não docente e instalações e equipamentos das EB do 2º e 3º Ciclos.

Por razões de princípio genérico somos defensores que qualquer competência delegada deverá ser acompanhada com o necessário apoio técnico e financeiro.

Por outro lado, por conhecimento profissional e politico - partidário, a delegação de competências nem sempre significa mais investimento, melhor gestão, mais transparência, mais eficácia e eficiência.

Significa, isso sim, e bastas vezes, a inserção de uma estrutura ou organização de interesse comum e público na lógica perversa dos jogos de interesses e de influências políticas a nível local.

No segundo apontamento quero referir o facto da Câmara Municipal em negociação com a Direcção Regional de Educação do Centro encerrarem escolas (caso da Terra da Senhora em Unhais da Serra e em Peraboa) e transformarem outras em meras salas de apoio de futuros Centros Educativos, inexistentes, em diversas freguesias, encerrando-as de facto porque deixam de ter existência institucional.

No terceiro apontamento salientar a politica perversa perseguida pela Câmara Municipal em relação ao Ensino Pré – Escolar, nomeadamente quanto à Componente de Apoio à Família (CAF). Em vez de apoio, o que se verifica é a exploração das famílias. A Câmara Municipal pretende financiar a CAF à custa das famílias não abrangidas por qualquer escalão de apoio social impondo valores iguais aos praticados por instituições particulares. É inadmissível que a Câmara, apesar do financiamento do Ministério da Educação, para as auxiliares de acção educativa e refeições, penalize as famílias com comparticipações diárias de 3 Euros.

No quarto apontamento sublinhar que as Escolas do 1º Ciclo continuam abandonadas ao nível do material didáctico e pedagógico e que apesar do programa de instalação de equipamentos informáticos não existe uma assistência atempada e adequada.

Neste nível de ensino assumiu a Câmara as Actividades de Enriquecimento Curricular que são desenvolvidas em escolas com carência de material didáctico, equipamentos e espaços adequados para a prática da actividade físico – motora. É uma vergonha e um atentado à formação dos jovens ao nível da sua higiene e saúde.

Assumiu ainda, o programa do fornecimento de refeições. Contudo, quer para as AECs quer para este serviço é necessário o acompanhamento de adultos que a Câmara não contrata ou que solicitando, às Juntas de Freguesia a sua contratação, não transfere para as mesmas os meios financeiros atempadamente. Criando dificuldades às mesmas.

Aproveito a oportunidade para enaltecer a atitude positiva de colaboração activa da maioria das Juntas de Freguesias da área do Agrupamento de Escolas do Paul.

Neste nível de ensino é de salientar, ainda, a disponibilidade dos funcionários da Câmara Municipal na procura de soluções para os diferentes problemas que lhes são colocados.

Contudo, o mesmo não poderei dizer dos decisores políticos que negam e recusam o apoio a visitas de estudo, o apoio no transporte de crianças deficientes a actividades formativas e de desenvolvimento, ou que negam o direito de escolha dos pais ao nível dos serviços a prestar aos seus filhos.

É a revolta que se instala.

É a indignação pelo facto de se assistir ao apoio, em milhares de Euros a clubes de futebol, a festas pimba e a streapteses para motares, a pagamento de viagens e a festas de adultos seniores com rendimentos superiores ao ordenado mínimo nacional, e outros…. Outros….apoios…. e financiamentos de duvidosa utilidade…

Porquê?

Porque as crianças não votam?

Porque não serão os cidadãos do futuro deste Concelho?

No quinto apontamento queria registar que, apesar de ter solicitado nesta Assembleia a reavaliação das taxas aplicadas, a Câmara continua a aplicar aos Agrupamentos e Escolas Secundárias do Concelho taxas ao nível do consumo de água exageradas, o que inviabiliza o lançamento de outros projectos e apoios aos alunos.

Como sexto apontamento só queria referir o grande insucesso obtido pela operação relativa ao Colégio Internacional esperando que o donativo de 17.000 m2, no valor de milhões de Euros, feito pela autarquia, tenha possibilidades de reversão para o património municipal. Caso contrário, poderá constituir-se como o maior escândalo concelhio dos últimos tempos. in Vitor Reis Silva

Saudações Paulenses

PTT



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As extravagâncias do Governo em tempo de crise

O vasto e extravagante mundo dos pequenos gastos do Estado

"Há outras coisas para além de concertos pagos com o dinheiro dos contribuintes portugueses. Duas dessas compras, aparentemente mais extravagantes, provêm do Governo.O gabinete do primeiro-ministro, por exemplo, parece apostado em levar boa parte do “stock” do vinho tinto da Quinta do Vale Meão, um Douro já profusamente usado por José Sócrates durante a presidência portuguesa da União Europeia. Desta feita, no passado dia 2 de Setembro, foram adquiridos 6840 euros em garrafas, da colheita de 2006, "para oferta a entidades estrangeiras", directamente ao produtor Francisco Olazabal.Sucede que a compra pode ser um privilégio do primeiro-ministro. A Garrafeira de Campo de Ourique, uma loja-referência, em Lisboa, questionada sobre o preço da garrafa, respondeu que o Quinta do Vale Meão 2006 só começará a ser comercializado na segunda quinzena de Novembro. Este vinho, mas da colheita de 2004, foi o melhor classificado entre os vinhos portugueses no ranking anual da prestigiada revista norte-americana Wine Spectator, conseguindo a 19.ª posição.Bastante mais, no entanto, gastou a secretaria-geral do Ministério da Justiça em decoração. Oito carpetes custaram 22.265 euros numa compra concretizada no passado dia 22 de Setembro. O fornecedor foi a empresa Tapeçarias Ferreira de Sá, localizada em Espinho, especializada em tapeçaria decorativa, artesanal, através da técnica do nó manual. A qualidade da decoração portuguesa parece estar na origem de um outro pagamento mais inusual. Desta vez, trata-se da compra do serviço de "transporte de mobiliário e objectos pessoais", de um coronel do Exército, para Itália. O Estado-Maior General das Forças Armadas pagou 7300 euros pelo trabalho à Anditrans - Transportes Internacionais, Lda." passe pelo Público e leia o artigo na integra.


Votos de uma excelente semana apesar dos tempos de crise financeira que vivemos!
Saudações Cordiais,

Vizinha

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Centro do tempo, na Covilhã

Centro do Tempo há um ano em actividade

O mês de Setembro assinala um ano de actividade do Centro do Tempo. Este organismo, localizado na Rua Mateus Fernandes, é uma extensão da Associação de Desenvolvimento Local “Beira Serra”.

"Foi criado para “facilitar e conciliar a vida familiar e profissional dos seus utilizadores”, dizem os responsáveis do Centro do Tempo. Esta estrutura que funciona há um ano com o apoio da Associação de Desenvolvimento Local “Beira Serra” pretende “melhorar a qualidade de vida” de todos os que procuram os diversos serviços existentes naquele centro.

Os responsáveis, com o assinalar do primeiro ano, fazem um balanço deste tempo e dizem que “as expectativas não poderiam estar mais do que superadas, já que grande parte dos serviços projectados para o centro estão ao dispor dos seus utilizadores”.De entre os vários serviços, destaca-se o ATL, destinado para os mais novos. Durante os primeiros 12 meses de funcionamento “mais de 90 crianças estiveram no ATL do centro”. Neste espaço “os técnicos do Centro do Tempo proporcionam diversas actividades lúdico-pedagógicas como a língua gestual, a expressão plástica, a prática de desporto, intervenções na área da cidadania, a aprendizagem da língua inglesa, a horta biológica, apoio escolar e ainda o acesso à sala multimédia”.

Este ATL funciona durante todo o ano, entre as 7 e as 20 horas, podendo também operar “como ATL Ocasional, sendo garantido outros serviços facultativos, como o transporte das crianças e a sua alimentação, e ainda fornece outras actividades para as interrupções escolares, facilitando assim a tarefa dos pais na ocupação do tempo livre dos seus filhos em época de férias”, explicam.O Serviço de Assistentes Familiares (SAF) é outra das áreas que funciona em várias vertentes. Na modalidade de “SAF Casa” inclui-se a assistência doméstica, limpezas e confecção de refeições, a “SAF Miúdos” diz respeita a um serviço de babysitting, a “SAF Idosos” realiza um acompanhamento personalizado de idosos e/ou adultos dependentes, o “SAF Refeições ao Domicílio” e o “SAF Transporte” permite o acompanhamento dos utilizadores ao médico, escola ou a resolução de outros assuntos burocráticos.

No Centro do Tempo pais, filhos e avós podem também participar nos vários ateliers “partilhando mais tempo juntos e reunindo assim as várias gerações de uma família”, sublinham os responsáveis daquele espaço.A partir deste mês passam também a decorrer os ateliers de restauro e reciclagem, ginástica e informática. Amanhã, 1 de Outubro, será a abertura do Centro de Convívio que funcionará todas as quartas-feiras, das 14 às 18 horas, com diversas actividades como a informática, culinária, artes, cinema e dança. Os destinatários desta iniciativa serão adultos com mais de 50 anos, que tenham tempo livre, encontrando-se a decorrer as inscrições. " in Urbi et Orbi

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Votos de uma boa semana.
Saudações Cordiais,
Vizinha

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Ponte e PDM discutidos na Assembleia de Freguesia

O alargamento da Ponte do Paul, que já começou com a demolição da casa contígua à mesma e a discussão recorrente do PDM, foram os temas denominantes. A segurança ou falta dela no tabuleiro da ponte, emergiu como preocupação dos autarcas. Quanto às obras do alargamento dizem ser necessárias mas insuficientes para desbloquearem o trânsito dentro da malha urbana da vila.
Na última Assembleia de Freguesia do Paul, que teve lugar na passada sexta-feira 26, alguns autarcas já começaram a falar em campanha para as eleições autárquicas e 2009, mas nem isso “aqueceu” o ambiente só um pouco mais “ efervescente” quando se discutiu o PDM e as obras da Ponte do Paul.
Logo a abrir os trabalhos, o autarca da CDU Vítor Reis Silva, partilhou algumas das suas preocupações sobre problemas como: a drenagem das águas na Ponte do Paul, o mau funcionamento dos esgotos do Sumegral, entre outros, que mereceu por parte do executivo paulense uma tomada de posição, “ já contactamos as entidades competentes para resolverem as situações referidas, da nossa parte, continuaremos atentos e pensamos que estes problemas serão solucionados o mais rápido possível”. Esclareceu presidente da Junta de Freguesia do Paul, Leonor Cipriano.
Na verdade já se tinha abordado ao de leve as obras de alargamento da Ponte do Paul, entretanto iniciadas com a demolição da casa contigua á mesma que gerou tanta polémica, mas este foi um tema que os autarcas exploraram mais profundamente, alertando para a falta de segurança, nomeadamente, para os jovens que diariamente atravessam esta ponte oriundos do Agrupamento de Escolas Entre – Ribeiras do Paul.
Segurança descuidada na ponte
Objectivamente, a empresa que iniciou os trabalhos não teve a preocupação de vedar a parte demolida com os muros laterais da ponte, incorrendo assim numa situação potencialmente perigosa para os mais distraídos.
Com efeito, na sua intervenção sobre a actividade da autarquia a presidente Leonor Cipriano, reconheceu a urgência de resolver-se esta situação face à sua perigosidade para os transeuntes, “ já contactamos a empresa no sentido de vir tomar providencias necessárias e acautelar a segurança das pessoas, por outro lado, a ponte vai ficar interdita a pesados e os ligeiros irão atravessar a ribeira por uma via alternativa. Sabemos que estas obras causam sempre algum incómodo mas julgo que todos compreenderão a sua necessidade”. Esclareceu a autarca
Na resposta o autarca da CDU lembrou, “ a obra é necessária no curto prazo, mas deve ser preservado o património da ponte, designadamente os seus arcos. No entanto, este alargamento, resolve alguma coisa mas não resolve tudo, por exemplo a circulação de pesados na rua do Fundo do Povo. Assim, a construção de uma ponte nova mais jusante iria permitir melhorar o trânsito dentro da malha urbana da vila.” Asseverou Vítor Reis Silva.
Outra das novidades avançadas pelo executivo foi a aprovação de um Programa de Estágios Profissionais na Administração Local – PEPAL, que permite a colaboração com a autarquia de três jovens ligados à economia, arquitectura e engenharia civil, estando já a trabalhar no levantamento de alguns imóveis da Junta de Freguesia para proceder aos respectivos licenciamentos e melhoramentos entre os quais avultam a Fonte Conselho, Posto da GNR e Campo de Futebol, sendo que, esta colaboração com a autarquia é também extensível à população em geral.
Uma vez mais Vítor Reis Silva, contrapôs, argumentando,” estes jovens são necessários, mas não podemos esquecer que a nossa população tem muitos idosos que se dedicam aos terrenos agrícolas, dai que devem serem apresentadas candidaturas de projectos nesta área, até para requalificar regadios entre outras necessidades.”
PDM estrangula crescimento
È claro que de seguida a discussão resvalou para um assunto recorrente: o Plano Director Municipal (PDM). Aqui, o autarca da CDU foi mais contundente,” na área da Covilhã parece não existir dificuldades de maior para se construir. Nem se dá conta das reservas ecológicas ou agrícola. Aqui no Paul, por causa do PDM, ora os eventuais terrenos de construção estão em reserva agrícola, ora estão na reserva ecológica. No fundamental, assiste-se ao estrangulamento do crescimento da área habitada, resultante de um PDM que não é mais do que um “ colete-de-forças” e que há muito devia estar revisto”. Denuncia Reis Silva.
Reconhecendo por um lado a necessidade de rever-se o PDM e por outro relembrando que este já teve uma discussão publica pouco participada, o executivo fez saber que iria aproveitar a presença dos jovens que estão colaborar com a autarquia paulense ao abrigo do PEPAL, para elaborar um conjunto de sugestões que irá posteriormente apresentar à Câmara Municipal da Covilhã.
A chefe da autarquia paulense, quis ainda garantir à nossa reportagem que remodelação do cemitério continua na ordem do dia e é uma obra prometida ainda para este mandato, “ sei que muitos paulenses, principalmente os mais idosos estão preocupados com a falta de lugares no cemitério, mas quero afirmar que este problema para já não se põe e continuamos a trabalhar afincadamente para iniciarmos as obras no mais curto espaço de tempo.
Importará dizer ainda que a construção de uma nova ponte mais jusante da actual não está posta de parte, contudo, urgia arranjar uma solução para o imediato e dai que em breve iremos ter concluído as obras da Ponte da Freguesia, a assumir grande importância para a nossa terra, pela segurança que trará aos transeuntes e pelo melhoramento das vias de acesso à freguesia”.Assegurou Leonor Cipriano.
Aproveitando o facto de falar-se na Assembleia de Freguesia nas Eleições Autárquicas 2009, interpelámos esta autarca sobre uma eventual recandidatura ao cargo que desempenha, mas Leonor Cipriano foi taxativa,” ainda não pensei nisso. Não tenho nenhuma resposta para dar, até porque ainda falta um ano e temos muito trabalho pela frente”. Rematou a autarca.

Inforpaulense

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