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Portugal No Seu Melhor


Muitas corporações não dão uso aos aparelhos

A Liga dos Bombeiros Portugueses revela que não há ninguém credenciado para utilizar os desfibrilhadores.

A Liga dos Bombeiros Portugueses revela que há corporações que possuem desfibrilhadores a que não dão qualquer uso, porque não há ninguém credenciado para o fazer. Os bombeiros dizem que há muito tempo que solicitam ao INEM a realização de cursos para formação de pessoal.

O INEM diz que os cursos só ainda não aconteceram porque os bombeiros não se têm sabido organizar. Os aparelhos custaram mais de 400 mil euros e foram adquiridos antes do euro 2004. São cerca de 100 desfibrilhadores que não estão a ser utilizados.

De acordo com a actual legislação a utilização dos desfibrilhadores deve ser feita exclusivamente por pessoal credenciado. Diz a Liga Portuguesa de Bombeiros que desde 2001 tem sido solicitado ao INEM a realização de cursos de formação de pessoal para trabalhar com estes aparelhos. Por seu lado, o INEM garante que são os bombeiros que não se têm conseguído organizar.

Diz ainda o Instituto Nacional de Emergência Medica que a utilização de um disfibrilhador é considerado um acto médico, deverá por isso ser feito sob o controlo de um médico garantindo assim todos os critérios de segurança. O desfibrilhador é um aparelho que em caso de paragem cardíaca pode representar a diferença entre a vida e a morte e que em Portugal em muitas viaturas dos bombeiros não é utilizado. in TVI

Nota: Adquiridos para o Euro 2004, logo sem qualquer tipo de problema e certamente com elevado numero de técnicos credenciados, agora passam a "monos" e alimentam mais uma "guerra".

Saudações Paulenses

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Alerta as Senhoras

Colo do útero

Divulgado alerta sobre a vacina contra o cancro


Em causa está a morte súbita de duas jovens que estavam a tomar a vacina.


As mortes ocorreram na Alemanha e na Áustria e as causas ainda não foram identificadas. Sabe-se apenas que estas mulheres estavam a tomar «Gardasil», a vacina de prevenção do cancro do colo do útero. Por isso a Agência Europeia dos Medicamentos lançou um alerta onde se afirma que não foi estabelecida qualquer relação entre a morte das jovens e administração da vacina.

O comité científico da Agência Europeia dos Medicamentos é da opinião que o benefício desta vacina continua a ser superior ao risco e que não é necessário alterar a informação sobre a vacina «Gardasil» contidas na bula.

Estima-se que um milhão e meio de pessoas tenham sido vacinadas na Europa. «Gardasil» é uma vacina para a prevenção da displasia cervical e outras doenças causadas pelo papilomavírus humano dos tipos 6, 11, 16 e 18. in TVI

Nota: A reter o nome não haja trocas e baldrocas.

Saudações Paulenses

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Carta ao Senhor Ministro da Saúde

Carta ao Senhor Ministro da Saúde

Prostrada na minha cama, consumida pelo sofrimento físico e psicológico que me causa a minha bacia fracturada, mantenho para me distrair, a televisão ligada todo o dia, levantando e baixando o som, consoante o interesse do programa.

-Hora do Telejornal! Notícia de destaque: o encerramento das Urgências de Anadia e Fundão.... Ups! Alto aí!... Isso interessa-me! Claro, eu vivo no Fundão! Subi de imediato o som... Mais Urgências a encerrar...e desta vez, sempre vai ser a nossa! Ouvi o Ministro justificar, justificar, enrolar e... até dizer que há pessoas que se dirigem às Urgências sem delas verdadeiramente necessitarem.

Com indignação, Sr. Ministro, ouvi-o apontar como exemplo disso, certa vez em que V. Exª, ao recorrer aos Serviços de Urgência de um hospital, se cruzou com uma senhora que entrou numa maca, mas muito “bem arranjada”. Acrescentou que tal senhora só poderia ter-se servido dos serviços de uma ambulância, como meio de transporte, para usufruir de cuidados médicos, insinuando que não precisaria de atendimento urgente.
Sabe Sr. Ministro!? Eu não sou certamente a senhora com quem se cruzou... Nunca tive o desprazer de me cruzar pessoalmente consigo... Mas poderia perfeitamente ter sido!...

Ainda se festejava o Natal!... 26 de Dezembro... 19horas: banhinho tomado, perfumada, maquilhagem retocada, cabelos acabadinhos de arranjar (vinha a sair do cabeleireiro), saia bordada com lantejoulas e o meu melhor casaco comprido...

Uma pequena desatenção e.... Ups!... Desequilibrei-me nas escadas... Estatelei-me no passeio, mesmo ali em plena via pública. Embati com a côxa direita no chão. Uma dor alucinante na virilha avisava-me que tinha feito estragos. Ali fiquei deitada, gemendo angustiada e implorando que não me tocassem, antes telefonassem para o 112.

Apenas me descalçaram cuidadosamente (a meu pedido) as botas de salto alto que agora me incomodavam. Mais lantejoulas ficaram à vista, desta vez as que bordavam as minhas meias, a condizer com a saia .

A ambulância do INEM conduziu-me às já moribundas Urgências do Fundão, seguindo depois do Raio-X, para as da Covilhã.

-V. Exª não estava lá, pois não!?... Não! No Fundão é mais que certo que não! Se necessitasse delas, não estaria a encerrá-las. Na Covilhã? Duvido! Não devem ser essas as Urgências a que recorre quando necessita. Caso contrário não estaria a entupi-las.

-Desculpe Sr. Ministro, embora eu morasse mesmo ali ao lado daquelas escadas de onde caí... não deu!... Não deu mesmo, para ir vestir o pijama, despentear os meus cabelos e retirar a maquilhagem antes que a ambulância chegasse. Não propriamente pela rapidez da sua chegada mas, porque... não deu!... Sabe, aquela dor alucinante, não me dava tréguas...

Peço desculpas ao Sr. Ministro, não só por mim, mas também pela outra senhora, por todos os outros acidentados, por todos os que são surpreendidos por um enfarte, por um AVC... e que não têm tempo... tempo do tempo... e até tempo de vida... para vestir o pijama e apresentar-se condignamente nas Urgências de um hospital.

À cautela, quando recuperar desta, talvez seja melhor andar por aí de pijama, não vá acontecer outro acidente (salvo seja) e me surpreenda “bem arranjada” numa maca do INEM algures aí numas Urgências causando má impressão ao Sr. Ministro.

Já agora, permita-me uma pergunta:

-Quando V. Exª recorreu às Urgências (como diz), ía de pijama?! Não ía de fato e gravata, pois não?! Veja lá Sr. Ministro, tem de dar o exemplo!...

Só mais uma coisa:

-Também esteve assim como eu, esquecido numa maca encostada a um canto do corredor, apinhado de gente que gemia, em macas ou em bancos e desesperavam pela sua vez?!... E o médico também chamou várias vezes pelo seu nome, lá de dentro do seu consultório sentado, depois de ter observado o seu raio-x , esperando que entrasse pelos seus pés?!? Ah!..Mas o seu nome ele teria reconhecido! E V. Exª se calhar, até conseguia levantar-se e andar... mas eu não!... Não dava mesmo!... Não dava para empurrar a minha própria maca e não havia quem o pudesse fazer por mim. Teve que o Dr. vir ter comigo ao corredor. Muito eficiente, já levava na mão a receita do analgésico e a alta já passada, explicando que deveria voltar para casa e repousar... repousar... até a fractura calcificar. Deu-me então ordem de marcha. Só não disse como!... É que não dava, Sr. Ministro! É que eu, mesmo assim tão “bem arranjada”... não conseguia...não dava mesmo!... No desespero do meu sofrimento e de todo aquele que visualizava à minha volta, implorei a uma figura que ali passava apressada, qual miragem, que me levasse dali para fora.

Abençoadas mãos, empurraram aquela maca, com pouca destreza é certo (nunca o haviam feito antes), mas com muita humanidade e muito espírito solidário.

-Bem haja por isso, alma caridosa!... Bem haja por não ter reparado nas minhas lantejoulas!... Com “personalidades” como esta é que vale a pena cuzar-mo-nos nas Urgências de um hospital. Afinal, até é Natal! Não custa nada!...

A propósito, será que ainda vou a tempo de dirigir a V. Exº uma prece de Natal? Os Reis ainda agora foram!... e aqui, tão pertinho de Espanha... não custa nada!... É só um desviozinho e, quem sabe, trazer um presentinho.

-Sr. Minitro, use a inteligência... não custa nada!!! Devolva a nossa urgência!!!

Fundão, 6 de Janeiro de 2008
In Kaminhos

Nota: Solidariedade um sentimento cada vez mais esquecido

Saudações Paulenses


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A Hipocrisia da Lei do Tabagismo



Sem "papas na língua" e de uma forma directa e explicita O Cadeirão diz de sua justiça...

Aconselho a visita

Saudações Paulenses

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Grande Malha!

Tive acesso a esta carta escrita por um cidadão ao nosso Ministro das Finanças. É verídica.

Se todos tivéssemos a atitude deste homem, que não conheço, quem sabe se o nosso Portugal não melhorava, e os nossos governantes pensassem mais no povo que governam e que os elegeram.

Passem a todos este acto de coragem.

«Exmo. Senhor Ministro das Finanças :


Victor Lopes da Gama Cerqueira, cidadão eleitor e contribuinte deste País, com o número de B.I. 8388517, do Arquivo de identificação de Lisboa, contribuinte n.º152115870 vem por este meio junto de V.Ex.a para lhe fazer uma proposta:

A minha Esposa, Maria Amélia Pereira Gonçalves Sampaio Cerqueira, foi vítima de CANCRO DE MAMA em 2004, foi operada em 6 Janeiro com a extracção radical da mesma.

Por esta coisinha sem qualquer importância foi-lhe atribuída uma incapacidade de 80%, imagine, que deu origem a que a minha Esposa tenha usufruído de alguns benefícios fiscais.

Assim, e tendo em conta as suas orientações, nomeadamente para a CGA, que confirmam que para si o CANCRO é uma questão de só menos importância.

Considerando ainda, o facto de V. Ex.ª, coerentemente, querer que para o ano seja retirado os benefícios fiscais, a qualquer um que ganhe um pouco mais do que o salário mínimo, venho propor a V. Ex.ª o seguinte:

a) a devolução do CANCRO de MAMA da minha Mulher a V. Ex.ª que, com os meus cumprimentos o dará à sua Esposa ou Filha.
b) Concomitantemente com esta oferta gostaria que aceitasse para a sua Esposa ou Filha ainda:
c) os seis (6) tratamentos de quimioterapia.
d) os vinte e oito (28) tratamentos de radioterapia.
e) a angustia e a ansiedade que nós sofremos antes, durante e depois.
f) os exames semestrais (que desperdício Senhor Ministro, terá que orientar o seu colega da saúde para acabar com este escândalo).
g) ansiedade com que são acompanhados estes exames.
h) A angústia em que vivemos permanentemente.

Em troca de V. Ex.ª ficar para si e para os seus com a doença da minha Esposa e os nossos sofrimentos eu DEVOLVEREI todos os benefícios fiscais de que a minha Esposa terá beneficiado, pedindo um empréstimo para o fazer.

Penso sinceramente que é uma proposta justa e com a qual, estou certo, a sua Esposa ou filha também estarão de acordo.

Grato pela atenção que possa dar a esta proposta, informo V.Ex.a que darei conhecimento da mesma a Sua Ex.ª o Presidente da República, agradecendo
fervorosamente o apoio que tem dispensado ao seu Governo e a medidas como esta e também o aumento de impostos aos reformados e outras.

Reservo-me ainda o direito (será que tenho direitos?) de divulgar esta carta como muito bem entender.

Como V. Ex.ª não acreditará em Deus (por se considerar como tal...) e por isso dorme em paz, abraçando e beijando os seus, só lhe posso desejar que Deus lhe perdoe, porque eu não posso (jamais) perdoar-lhe.

Atentamente
19/Outubro/2007
Victor Lopes da Gama Cerqueira »

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Olhar Pela Nossa "Canalha"

OBESIDADE INFANTIL


A Obesidade na infância está cada vez mais a revelar-se como uma epidemia global.

Nas últimas décadas duplicou a incidência da obesidade entre as crianças e adolescentes. Nos Estados Unidos aproximadamente 25% das crianças entre 6 e 17 anos são obesas ou apresentam risco de excesso de peso. A obesidade representa nos Estados Unidos a doença nutricional mais prevalente entre crianças e adolescentes.
Nos países em desenvolvimento, a obesidade coexiste com a desnutrição, provavelmente pela modificação dos hábitos e estilo de vida, que se tornaram mais “americanizados”. A obesidade infantil está associada a consequências negativas para a saúde das crianças e dos adolescentes, incluindo dislipídemias, inflamações crónicas, aumento da tendência a coagulação sanguínea, disfunção endotelial, resistência a insulina, diabetes tipo 2, hipertensão, complicações ortopédicas, alguns tipos de tumores, apneia do sono.
O quadro psicológico destas crianças apresenta-se na maioria das vezes conturbadas, com diminuição da auto- estima, depressão e distúrbio da auto-imagem. Como as crianças obesas têm um maior risco de se tornarem num adulto obeso, poderá haver consequências profundas na saúde pública nos próximos anos. Quando 508 indivíduos do estudo Harvard Growth Study, originalmente observados entre 1922 a 1935, foram reexaminados 55 anos mais tarde, os investigadores demonstraram que os adolescentes obesos apresentaram na idade adulta maior risco de múltiplos problemas de saúde comparativamente com os adolescentes que não eram obesos, independentemente do peso na idade adulta.
O Bogalusa Heart Study determinou a relação entre obesidade e o risco de doenças cardiovasculares. Das 9.167 crianças na idade escolar de 5 a 17 anos que participaram no estudo, 11% apresentavam obesidade; 58% das 813 crianças obesas apresentavam pelo menos um risco cardiovascular adverso. Factores de risco que incluíam níveis elevados de colesterol, pressão arterial elevada e elevação dos níveis de insulina em jejum. A diabetes mellitus tipo 2, que há alguns anos apresentava-se como caso rara entre os adolescentes, agora é considerada em certas populações como metade dos novos casos de diabetes diagnosticados. O aumento da diabetes tipo 2 é atribuído ao aumento da obesidade infantil.
Complicações respiratórias, como apneia do sono, asma e intolerância ao exercício, são frequentes em crianças obesas e podem limitar a prática de actividade física e dificultar a perda de peso. A obesidade parece ter relação familiar. Crianças com idade entre 3 e 10 anos com pais obesos têm o dobro de hipóteses de se tornarem obesos na idade adulta quando comparadas com crianças obesas cujos pais não são obesos.
Crianças de 1 a 2 anos com um dos pais obeso expressam um aumento do risco de obesidade em 28%. O nível de obesidade infantil após os 6 anos correlaciona-se com obesidade na idade adulta; entretanto, a criança obesa antes dos 3 anos de idade não esta necessariamente predisposta à obesidade na idade adulta.
O ambiente familiar influência o desenvolvimento da obesidade na criança. Hábitos alimentares baseados na “fast-food”, modificações da composição dos alimentos com ingestão de alimentos densos, ricos em gorduras, refrigerantes, porções de alimentos ricos em açúcar com altos índices glicémicos e aumento da quantidade de alimentos por refeições são hábitos da família que podem levar à obesidade infantil.


FONTE: Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica

Texto roubado em Actividade Fisica.

Nota pessoal: A leitura deste blog é de dia para dia mais salutar. Apesar de recente os temas assim como a analise e conselhos sobre os mesmos deixam-me pelo menos pensativo. Aconselho vivamente uma visita semanal a este "ginásio virtual". Parabéns.

Saudações Paulenses


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Declaração Publica


Os Ganhões deste blog informam que não são os promotores deste excelente evento.
Sentem-se extremamente honrados pela denominação do mesmo e desejam uma excelente caminhada.

Toda a informação em Casegas Vai Nua

Saudações Paulenses

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Estudo diz que não faz mal ter uns quilos a mais

"Quem tem excesso de peso poderá morrer menos de alguns cancros do que... as pessoas com peso normal. Mas isso não é sinal para avançar para a despensa. Aqueles quilinhos a mais que muita gente lhe diz que tem de perder, afinal pode até deixar-se ficar com eles. Até lhe podem ser benéficos, caso tenha infecções ou seja submetido a uma cirurgia, funcionando como uma reserva de recursos e fazendo com que acabe por viver mais tempo..." in Público

Boas notícias para quem tem apenas 3 ou 4 quilinhos a mais mas não deixe que passe disso, afinal associadas ao excesso de peso estão doenças que não detém nome tão sonante como "cancro" mas que podem ser igualmente fatais.


Votos de um excelente fim-de-semana

Vizinha

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