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"Os Compadres"

Diferente: Dirigente recua no que disse em instrução, Madaíl muda versão e inocenta Valentim

Marcha-atrás. Gilberto Madaíl, presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), havia relevado, em fase de instrução, a influência de Valentim Loureiro na escolha de Pinto de Sousa para presidente do Conselho de Arbitragem (CA) da FPF. Ontem, em tribunal, disse exactamente o contrário.

Em resposta ao procurador Gonçalo Silva, que se cingiu à nomeação de 2002, Madaíl foi peremptório. “Pinto de Sousa foi uma escolha pessoal minha. Não houve qualquer interferência, nem do Boavista, nem do Valentim Loureiro. Quem toma as decisões é a Federação”, afirmou. O líder da FPF desde 1996 admitiu ainda que a nomeação foi negociada, “pessoalmente”, com as associações distritais da Federação: “Não fazia sentido eleger alguém que fosse depois hostilizado pelos nossos associados.” “E a Liga?”, questionou o procurador. “Não interferia com estas matérias”, respondeu Madaíl.

Nota: Ou o futebol é um mundo á parte ou a arrogância e o posso quero e mando é lei, ou este País anda ao contrario.

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Corrupção


Construtor de Almada denuncia pressões da Câmara
Um empresário de Almada acusa a Câmara de lhe exigir pagamentos, fora do circuito legal das taxas autárquicas, para licenciar uma obra da sua empresa no concelho.

A construção em causa – um prédio de sete andares no centro daquela cidade – foi concluída em 2003 mas, passados quase cinco anos, continua sem ter os licenciamentos necessários. João Macedo, o dono da empresa, que comprou o terreno e fez a obra à custa de empréstimos bancários, diz que o seu negócio está perdido. Apenas porque se recusou entrar num esquema obscuro que consistia em pagar do seu bolso «dívidas da câmara por obras realizadas no município», aos empreiteiros privados que as fizeram.

O caso de alegada «extorsão de fundos e, tudo leva a crer, corrupção» é denunciado numa petição entregue por João Macedo no Tribunal Administrativo de Almada, em que o empresário pede a impugnação da decisão da câmara, que lhe impôs «o pagamento de uma contrapartida de 172.528,37 euros pela construção de um edifício».

Pouco antes desta iniciativa no tribunal, o advogado do empresário escrevera uma carta à presidente da autarquia, Maria Emília Sousa, contando toda a história e alertando para o facto de o seu cliente ter «consciência das graves irregularidades, algumas do foro criminal, que têm sido praticadas por causa da verba que lhe é ilegitimamente reclamada».

A denúncia de João Macedo está a ser investigada em dois inquéritos crime, abertos em 2004 e 2006, que estão nas mãos da Polícia Judiciária de Setúbal. Um deles terá tido origem nesta carta, enviada a Maria Emília Sousa e que a autarca remeteu para o Ministério Público. in Sol

Nota: Acham seriamente que ira ser punido o Sr. empreiteiro que pôs a "boca no trombone" e alertou para o que se passa na maioria dos Municípios?

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Contrariedades A Portuguesa

Alemanha: Autoridades pagaram cinco milhões ao Liechtenstein para saber quem fugiu ao fisco



As autoridades alemãs pagaram cinco milhões de euros ao principado do Liechtenstein para obter listas e dados bancários que comprovam fraudes fiscais cometidas por centenas de executivos e cidadãos alemãos nos últimos anos, revelou sábado o semanário "Der Spiegel".

O jornal alemão, citado pelo "El Mundo", revela que os serviços secretos alemães pagaram a um informador que no princípio de 2006 anunciou ter provas da sistemática evasão fiscal praticada por alemães abastados.

Entre os documentos figuram informações concretas sobre centenas de autores de fraude fiscal, mas também ordens do principado para manter ocultos os fluxos de capital.

A fraude fiscal tem estado especialmente visível na Alemanha desde que na quinta-feira as autoridades fiscais de Bochum, na província da Renânia do Norte, apontaram o presidente dos Correios alemães, Klaus Zumwinkel, como suspeito de fuga fiscal no valor de mais de um milhão de euros, levando à sua demissão.

in Lusa

Nota: Nos por cá apesar da denuncia, arquitectamos todas e mais uma estratégia afim de proteger os prevaricadores. Ainda dizem que Itália é um País de mafiosos.

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O Portugal do Dia a Dia

Ministro manda investigar licenciaturas-relâmpago

Seis a nove se
minários fariam de bacharéis engenheiros e gestores O Ministério do Ensino Superior está a investigar um protocolo "manifestamente ilegal" entre o Sindicato Nacional dos Engenheiros (SNE) e o Estabelecimento de Ensino Superior de Beja Dinensino), que permitiria a bacharéis a obtenção de "licenciaturas pré-Bolonha" em Engenharia Civil, Gestão de Empresas ou Informática de Gestão, bastando para tal a frequência de seis a nove seminários presenciais - o número dependia da experiência e do currículo - a terem lugar aos sábados.

Cocaína: Judiciária volta a deter João Caldeira
Roubou milhões à Expo e foi apanhado no Brasil

Quando foi preso em 1998 por roubar 2,5 milhões de euros à Parque Expo, João Caldeira confessou-se “profundamente arrependido”. O juiz aplicou-lhe sete anos de cadeia, mas, em finais de 2001, já estava na rua em condicional. Passaram sete anos e o director de contabilidade da exposição mundial de Lisboa apostou na droga, conforme o CM avançou em Janeiro. Há muito que a Judiciária lhe seguia o rasto e foi agora preso no Brasil – liderava uma poderosa rede de tráfico.






Almada



BCP
O BCP usou uma sociedade imobiliária controlada pelo banco para esconder os prejuízos da utilização irregular de sociedades off-shores para financiar a compra de acções próprias

Nota: Certamente estes senhores são excelentes profissionais nas suas respectivas áreas, isentos de qualquer adjectivo menos qualitativo e um exemplo a seguir na opinião da maior parte dos analistas e comentadores. São exemplos que devem ser "branqueados" urgentemente pois quem os deve controlar não o faz, quem os deve punir esta impedido e o mais importante é assegurar que os contribuintes continuem a pagar-lhes o vencimento.

Saudações Paulenses

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Covilhã no Seu Melhor


Como estas construções, a construir neste local, deverão ser.
Excerto do Diário da Républica, 2ª Série — Nº 15 — 22 de Janeiro de 2008:
Carlos Alberto Pinto, presidente da Câmara Municipal da Covilhã, torna público, nos termos e para os efeitos previstos no artigo 148.º do Decreto -Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, com a redacção dada pelo Decreto -Lei n.º 316/2007, de 19 de Setembro que, mediante proposta da Câmara Municipal da Covilhã de 2 de Outubro de 2006, a Assembleia Municipal da Covilhã, em Sessão Ordinária realizada no dia 15 de Dezembro de 2006, deliberou aprovar o Plano de Pormenor das Penhas da Saúde — Zona Sul.

(Clique aqui para ler a deliberação integral.)

Ou seja, foi publicada em DR de 22 de Janeiro de 2008 a aprovação do plano de pormenor das Penhas da Saúde — Zona Sul, que tinha sido discutido e votado em reunião da Assembleia Municipal de 15 de Dezembro de 2006, de acordo com proposta da Câmara de 19 de Setembro do mesmo ano.

Está tudo normal? Sim, desde que consideremos normal fazer-se a proposta de discussão de um plano de pormenor uns cinco ou seis anos depois de os pormenores nele previstos estarem construídos e a ser utilizados. Se isso é normal, é normal.

Mas soa estranha a utilização do tempo futuro na na deliberação. Por exemplo,
"Os projectos dos edifícios deverão ser considerados em conjunto em especial no que se refere aos materiais utilizados que não poderão ser outros senão [...]"

"Os projectos dos edifícios deverão ser considerados"? Quando? Já foram todos construídos, pela Turistrela, há uns bons cinco ou seis anos!

Este é mais um exemplo do entendimento que a Turistrela e a Câmara Municipal da Covilhã fazem do que deve ser o ordenamento urbano e do turismo em zonas integradas em áreas protegidas. Estamos no rumo certo, estamos de parabéns!

PS1: Gostava muito de saber como é que as diferentes forças partidárias representadas na Assembleia Municipal votaram este "plano" de pormenor. Se algum leitor tiver esta informação, agradeço que ma faça chegar.

PS2: Duvida das minhas palavras quando digo que o conteúdo deste "plano" de pormenor está, no essencial, completamente construído? Compare, então, as plantas anexadas à deliberação com uma imagem Google Earth da zona.

PS3: A construção deste bairrinho atranvacado colocou outros problemas legais, a que me referi neste post.

PS4: Nota para memória passada: deverei tentar encontrar tempo para escrever este post. Qual post? Este mesmo que o caro leitor acabou de ler!

"Roubado" em O Cântaro Zangado

Nota: Nos cá no burgo temos um exemplo desta teoria inerente as construções que não têm assinatura de Sócrates. Esta falha não as tornam mediáticas e portanto ultrapassáveis.

Saudações Paulenses

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"Meninos de Coro"

Julgamento: Amanhã, 24 arguidos no banco dos réus

Apito começa sem punições desportivas

Amanhã começa o primeiro julgamento do ‘Apito Dourado’. Quase quatro anos depois das detenções da PJ terem abalado o futebol português, continua sem haver consequências desportivas para os clubes apanhados nas mais de 15 mil horas de escutas telefónicas.

EXEMPLO ITALIANO

Já o ‘Apito Dourado’ fazia há mais de dois anos capas de jornais quando rebentou em Itália o ‘Calciocaos’. As consequências desportivas foram imediatas, apesar dos recursos dos clubes as terem atenuado. A Juventus, campeã italiana, não viu o título ser promulgado, foi despromovida para a Série B e punida com a perda de 9 pontos. Fiorentina, Milan e Lazio de Roma mantiveram-se na Série A, mas começaram com menos 3, 8 e 15 pontos, respectivamente.

Nota: Ainda chamam mafiosos aos Italianos. Comparados com os nossos "entelegentes" mais parecem "meninos de coro". Seria interessante a UBI programar um curso de "mafiosice e corrupção" para o próximo ano lectivo. TENHAM VERGONHA

Saudações Paulenses

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Jogos de Poder

Autarca diz ter recebido promessa de apoio do PS se assinasse protocolo

O presidente da Câmara de Anadia (PSD) disse ter recebido do presidente da Administração Regional de Saúde do Centro a garantia de que, se assinasse o protocolo relativo às urgências do hospital local, os vereadores socialistas o apoiariam.

O Ministério da Saúde apresentou uma proposta de protocolo à autarquia que previa o encerramento da urgência do Hospital José Luciano de Castro e o reforço de vários outros serviços, que foi recusada pelo presidente, Litério Marques.

Em declarações ao programa Dois dedos de conversa que hoje puderam ser ouvidas na Rádio Regional do Centro mas que já estavam previamente disponíveis na página da Internet daquele órgão de comunicação social, Litério Marques revelou: «Sugeriram-me que arranjasse um motivo para voltar com a palavra atrás, podendo contar com a ajuda da força política opositora na autarquia (PS)».

O autarca social-democrata esclareceu que foi o presidente da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC), João Pedro Pimentel, que, durante a fase de negociação do protocolo, lhe disse que "se houvesse necessidade, ele próprio falaria com a outra parte (vereadores do PS)" no sentido de lhe darem apoio à assinatura do protocolo.

«Ele disse-me 'está tudo nas suas mãos, o PS não fará qualquer ruído, não desencadeará qualquer ataque'. Eles (socialistas) já tinham um compromisso comigo no sentido de me darem apoio no pressuposto do não encerramento das urgências» , contou Litério Marques, aludindo às posições tomadas por unanimidade nos órgãos municipais.

Segundo Litério Marques, a responsabilidade seria sempre sua, até porque «não havia nenhum papel escrito» a dizer que os socialistas concordavam com a assinatura do protocolo.

O autarca disse estranhar que, tratando-se de um problema de saúde, tivesse havido a preocupação de o documento ter a sua assinatura.

«Queriam que tivesse a nossa conivência. Não a têm, nem nunca a terão» , frisou, garantindo que a sua única preocupação é que o hospital tenha «condições que venham a satisfazer a população da Anadia e da região».

Na sua opinião, nunca houve «negociações a sério» entre a ARSC e a autarquia para alteração dos termos do protocolo.

O gabinete de imprensa da ARS emitiu um «total desmentido» às afirmações do autarca.

O gabinete garante que, durante as conversações com Litério Marques «no âmbito do processo tendente à celebração de um protocolo de cooperação com a autarquia com vista à requalificação do hospital local», João Pedro Pimentel «foi sempre cordial e correcto, tendo pautado a sua conduta por critérios de rigor e de verdade».

«Durante o processo negocial do protocolo, João Pedro Pimentel manteve Litério Marques sempre informado, nunca tendo encetado qualquer iniciativa própria sem o prévio conhecimento do autarca» , assegura.

Segundo o gabinete de imprensa da ARSC, João Pedro Pimentel apenas «manifestou a sua inteira disponibilidade para um encontro com os vereadores do executivo no sentido de explicar a mudança pretendida, o que nunca veio a acontecer».

Litério Marques já tinha convidado a nova ministra da Saúde, Ana Jorge, a deslocar-se a Anadia para conhecer o hospital e as razões que têm levado a autarquia a estar contra o fecho das urgências do hospital.

O autarca disse ter enviado quinta-feira um fax ao gabinete da ministra a dizer que, «se houver dificuldades em fazer essa visita», poderá ele próprio deslocar-se a Lisboa.

Lusa / SOL

Nota: A saúde publica não é mal necessário para que escroques deste calibre continuem a receber vencimento pago pelos utilizadores do Serviço Nacional de Saúde. Uma advertência: pense duas vezes antes de adoecer.

Saudações Paulenses

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Cravinho Sem Papas na Lingua

Cravinho na SIC Notícias

Não é feito grande esforço para combater a corrupção


João Cravinho declarou quinta-feira, em entrevista à SIC Notícias, que não está a ser feito o devido esforço para combater a corrupção e que a investigação nesta área só avança quando é empurrada pela opinião pública. "A maior corrupção é a corrupção de Estado, é a que envolve as maiores valores e implica a submissão dos interesses públicos aos privados, e não estamos a fazer nem de longe o que devíamos para a combater", afirmou João Cravinho, acrescentando que "a corrupção de Estado só é possível pela conivência de quem tem um alto poder".

O ex-ministro do Equipamento, Planeamento e Administração do Território no primeiro Governo de António Guterres afirmou ainda que a investigação dos crimes de corrupção apresenta "respostas lentas, tardias, descoordenadas" e parece apenas funcionar quando "empurrada pela opinião pública".

Alertando para o facto de a impunidade resultar da dificuldade em obter provas, "já que é quase impossível apurar responsabilidades quando todos dizem 'não vi nada', 'não foi comigo', etc", João Cravinho sublinhou que estes crimes são feitos com profissionalismo. "Há profissionais destas coisas, que as fazem com pormenor para ocultar o crime, e que contam com colaboração internacional, como no caso das off-shores", exemplificou, questionando: "Quantas condenações por corrupção já tiveram lugar em Portugal?"

Considerando que "há vontade de combater a corrupção em vários partidos", João Cravinho defendeu que a tipificação do crime de corrupção deve ser revista.
Em vez de ser necessário "demonstrar e provar tudo" para se concluir que se está perante um crime de corrupção, deve ser o suspeito - aquele que ostenta riqueza de origem desconhecida - a provar que esta tem "justificação legal" in SIC

Nota: Palavras para quê?????

Saudações Paulenses

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Politica Cada Vez Mais "Porca"

Várias dezenas de titulares de cargos políticos solicitaram nos últimos anos ao Tribunal Constitucional que o conteúdo das suas declarações de rendimentos fossem ocultadas da opinião pública. Confrontado com esta situação pelo CM, o Tribunal Constitucional limitou-se a dizer que “os casos que foram pedidos nesse sentido foram todos indeferidos”.in CM


Nota: Em boa verdade votemos e elegemos quem não conhecemos e defendem tudo menos os nossos interesses. Possivelmente é do queijo. Tenham vergonha. Seria interessante publicar a lista destes novos ricos.

Saudações Paulenses



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"Mãos Largas" no Livro do Guiness

Véspera do término de funções de ministro do Turismo, Telmo Correia assinou 300 despachos


Após ter "passado uma dezena de dias" sem ir ao Ministério do Turismo, o deputado do CDS-PP fez uma verdadeira "maratona" durante a madrugada do dia em que o Executivo de José Sócrates foi empossado. Segundo a edição de hoje do Público, Telmo Correia assinou cerca de 300 despachos à pressa. Entre os documentos, constava a segunda versão do parecer da Inspecção-Geral de Jogos que apontava para a não devolução ao Estado do edifício do Casino de Lisboa, no Parque das Nações, no final da concessão à empresa Estoril-Sol.

A notícia do 'jackpot' já tinha sido avançada ontem pelo semanário Expresso, à qual o ex-ministro reagiu considerando-a "caluniosa": "não tomei qualquer decisão. Apenas 'tomei conhecimento' de um parecer da Inspecção-Geral de Jogos (IGJ)". Telmo Correia disse ainda, em declarações à Lusa, que "não se pronunciou sobre esta matéria: "quando muito, recomendei, através do meu gabinete, que a consulta fosse feita a quem tinha capacidade e conhecimento da matéria para o fazer".

O Departamento Central de Investigação e Acção Penal vai investigar em que circunstâncias decorreu a situação, ao que parece facilitada pela homologação de um parecer da IGJ pelo tutelar da pasta do Turismo no Governo de Santana Lopes.

A posse do edifício por parte da Estoril-Sol, é contrariada por especialistas em Direito Administrativo, ouvidos pelo Expresso, que asseguram que tem de voltar à posse pública. in Expresso

Nota: Sera por causa destes "lapsos" que o Bastonário dos Advogados é diariamente atacado e desprestigiado?? O CDS quer ouvi-lo em Comissão Parlamentar para o assustar ou sera uma pretensa imagem de "charme e limpeza higiénica"? Vamos aguardar Saudações Paulenses

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"Transparencia" do Regime

O juiz da fase de inquérito do processo Casa Pia não vai poder explicar ao tribunal que julga a acção cível de Paulo Pedroso contra o Estado o que o levou a deter o ex-deputado.

Em causa está o facto de o Conselho Superior da Magistratura (CSM) ter deliberado que neste caso se mantém o dever de reserva do magistrado, o que o impede de falar sobre processos em que teve intervenção.

“O CSM entendeu que não há razões para deixar de se cumprir o que está previsto no artigo 12.º do Estatuto dos Magistrados Judiciais sobre o dever de reserva”, confirmou ao CM a juíza-secretária do órgão de gestão e disciplina dos juízes, Maria João Faro, explicando que a decisão foi tomada este mês, em plenário e por unanimidade, após Rui Teixeira ter comunicado ao CSM que estava notificado para depor como testemunha do Estado contra Pedroso. O juiz, que já foi punido disciplinarmente com uma advertência não registada por ter falado publicamente sobre o processo de pedofilia, pretendia saber com que amplitude podia responder às questões que lhe fossem colocadas no tribunal.

Face a esta decisão, o CM apurou que o Ministério Público, que defende a posição do Estado, vai prescindir da audição do magistrado. A posição do CSM, porém, divide magistrados. Uma fonte judicial contactada pelo CM entende que “é no processo que o juiz tem de justificar as suas decisões”, razão pela qual este é um dos casos em que se impõe o dever de reserva. No entanto, outro magistrado disse ao nosso jornal que, face às particularidades deste processo, em que é exigida uma indemnização de 800 mil euros por erro grosseiro na apreciação dos pressupostos da prisão preventiva – estando em causa o juiz que a determinou – “não se entende a decisão do CSM”. in CM

Nota: Ze Povinho paga e nem "bufes".

Saudações Paulenses

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Utopias da Covilhã


«Boas tardes merdosos, com muita pena minha, o meu "chefe" após o balanço de 2008 e como não arranjou um espaço para mim no SMAS ( que não ata nem desata ), nem no Colégio Internacional ( ainda não sabemos bem quais os terrenos que vamos doar ), nem no Casino ( não sabemos se a estrutura resiste á neve) , nem no novo Aeroporto ( ainda não tenho o brevet ), nem no Complexo Desportivo ( não dá para deitar cloro se as piscinas não existem, muito menos apanhar bolas de tenis sem os respectivos) , como guia turístico da Zona Histórica da Covilhã ( se ele existir depois da nossa requalificação ), para as Portagens dos Túneis da Serra da Estrela ( mas por essa altura estarei reformado ), ir conduzir o Funicular do Arramal ( mas não tenho carta de eléctricos) , ir cobrar bilhetes no Teleférico que vai da Estação para o Pelourinho ( mas não tenho pica bilhetes ), ir para o Prédio de Stº António lavar escadas ( mas afinal tem elevador ), ir plantar flores nas bermas dos passeios e jardins no Acesso á Covilhã ( mas isso é chato ).....

...por essas e por outras despeço-me desta merda bloguêra e imigro pro Fundão ké mais kintinho, mais longe e posso ir pela nacional ou pela A23 e assim vou variando....»

Abraço seus merdosos....

"Roubado" em Máfia da Cova

Nota: Phonix a marca do momento.

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Relatório Detecta Reino de Avenças

Cerca de dez por cento do pessoal sem vínculo nem contrato de trabalho na Câmara de Lisboa está na Direcção Municipal da Gestão Urbanística (DMGU), que conta com um total de 109 avençados. Destes, 76 auferem salários entre os 1500 e os 1900 euros, representando um custo anual de 1,7 milhões de euros.

De acordo com o relatório da Sindicância aos serviços de Urbanismo da Câmara de Lisboa, 1148 é o número total de avençados na maior autarquia do País, sendo que 109 integram a lista de pessoal da DMGU. “Uma estrutura anómala de pessoal, com um terço do pessoal (excluindo os dirigentes) sem vínculo e sem contrato de trabalho com subordinação jurídica e com um peso desigual desse pessoal avençado entre as várias subunidades da DMGU”, escreveu no relatório a responsável da Sindicância, a magistrada Elisabete Matos.

Com um total de 402 funcionários (mais 22 dirigentes), 37 por cento do pessoal da área do Urbanismo trabalha em regime de avença, sendo a maioria (28) arquitectos. Engenheiros (9), juristas (12) e outros técnicos superiores (26), fiscais e desenhadores (3). e administrativos e auxiliares (30) também exercem funções na DMGU sem vínculo ou contrato de trabalho.

As remunerações dos avençados variam entre os 562,90 e os 1908,38 euros, representando por ano um custo superior a dois milhões de euros. Ou seja, mais de 15 por cento do valor total orçamentado para pagar as avenças da autarquia no ano passado: cerca de 13,7 milhões de euros.

No final do primeiro semestre de 2007 terá havido um desvio de 9,6 por cento de despesa relativamente ao orçamentado. Segundo aponta o relatório, caso os valores (número de pessoas e remunerações) se mantivessem, no final de Junho do ano passado, terão sido gastos mais 91 470 euros do que o previsto. in CM

Nota: Seria interessante ver as restantes câmaras elucidar os munícipes sobre este assunto para se demarcarem destes exageros. Srs Presidentes sejam transparentes.

Saudações Paulenses


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"Compadrio" A Nova Ordem

Financiamento de 500 milhões a apoiantes de Santos Ferreira

Joe Berardo e aliados compraram acções do BCP com crédito da Caixa

Alguns accionistas do Banco Comercial Português (BCP) que apoiam a candidatura do ex-presidente da Caixa Geral de Depósitos Carlos Santos Ferreira têm vindo a reforçar o seu investimento em acções daquela instituição privada com crédito concedido pelo próprio banco do Estado.
O PÚBLICO apurou que Joe Berardo, a família Moniz da Maia (Sogema), Manuel Fino, Pedro Teixeira Duarte e José Goes Ferreira receberam crédito da CGD para comprarem acções do BCP, o que lhes tem permitido ter uma palavra a dizer nos destinos do maior banco português.

Em causa estão operações de financiamento que, só no primeiro semestre de 2007, totalizaram mais de 500 milhões de euros, e serviram para adquirir o equivalente a cerca de cinco por cento do capital do BCP por um total de 22 accionistas, mediante recurso a financiamento da CGD.

Desta fatia, cerca de quatro por cento do capital foram adquiridos pelo grupo de cinco accionistas principais referidos durante aquele período. Neste grupo encontram-se os primeiros proponentes de Carlos Santos Ferreira para a presidência do BCP - Berardo e Moniz da Maia.

Conselho aprovou

A garantia destes financiamentos é feita em primeira linha pelos títulos adquiridos, sendo, nalguns casos, reforçada com outros activos de menor volatilidade, segundo informações apuradas pelo PÚBLICO.

Estas operações, que são legais, foram autorizadas pelo Conselho Alargado de Crédito da Caixa formado por cinco administradores: Carlos Santos Ferreira, o então CEO, o seu vice, Maldonado Gonelha, Armando Vara, Celeste Cardona e Francisco Bandeira. Com excepção de Bandeira, que vai integrar a equipa da CGD encabeçada por Faria de Oliveira, todos os restantes já saíram ou vão sair da gestão do banco público. Armando Vara tinha o pelouro do crédito bancário.

Além das dúvidas que podem levantar em termos de gestão de risco - uma vez que estão em causa clientes com carteiras de títulos de grande dimensão e cuja volatilidade envolve o risco de queda da cotação, como tem acontecido com o BCP -, estas operações resultaram em compromissos financeiros de accionistas do BCP aprovados, entre outros, por aqueles que agora são por eles apoiados na luta pela presidência do banco privado: Santos Ferreira e Vara. Todavia, quando o grupo estatal emprestou o dinheiro a Berardo, a Moniz da Maia, a Goes Ferreira e à Teixeira Duarte, não se previa ainda os acontecimentos mais recentes.

Nota: O compadrio na sua melhor forma

Saudações Paulenses


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"As Prostitutas e Os Prostiputos"

CMVM garante ter investigado com BP denúncia do BPI

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) garantiu esta quinta-feira que investigou, juntamente com o Banco de Portugal (BP), a denúncia do BPI de alegadas irregularidades no BCP e que comunicou as conclusões da investigação ao banco.

«As operações sobre aquisição de acções emitidas pelo BCP», objecto de uma denúncia há um ano do banco BPI, «envolvendo um montante de 54 milhões de euros, foram averiguadas pela CMVM e pelo Banco de Portugal no âmbito das suas respectivas competências e as suas conclusões foram igualmente comunicadas ao BPI», refere a CMVM em comunicado.

Na quarta-feira, o presidente do BPI, Fernando Ulrich, acusou, numa conferência de imprensa, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e o Banco de Portugal de «não terem feito o trabalho de casa como deve ser», quando a instituição bancária que lidera entregou às entidades reguladoras uma comunicação sobre alegadas irregularidades no BCP.

A comunicação do BPI sobre alegadas irregularidades no BCP foi apresentada ao Banco de Portugal e à CMVM a 10 de Outubro de 2006, depois do BPI (segundo maior accionista do BCP, com cerca de 8 por cento) ter recebido denúncias de pequenos accionistas e antigos funcionários do BCP.

Fernando Ulrich criticou, na quarta-feira, também o facto de a CMVM e o Banco de Portugal terem actuado com base em documentos internos do BCP que, disse, foram divulgados ilegalmente para o exterior «como arma de arremesso nas lutas pelo poder no banco». In TSF

Nota: Umas trabalham motivadas por necessidades de varias ordem, outros "vendem-se" por interesses de varias ordem

Saudações Paulenses

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Como Vencer a Crise Orcamental

Sócrates diz que está vencida crise orçamental

É uma palavra que se repete no discurso de José Sócrates para fazer o balanço do ano: resultados. O primeiro-ministro voltou ontem a usá-la na tradicional mensagem de Natal para evocar o "esforço que os portugueses fizeram" - "para fazer de 2007 um ano de recuperação e um ano de resultados positivos para o País".

Primeiro exemplo apontado: o défice abaixo dos 3%. O que "significa que as contas públicas estão finalmente controladas e que vencemos a crise orçamental dos últimos anos", conclui o líder do Executivo.

Que aponta também um crescimento próximo dos 2% para defender que a economia fica assim "mais bem preparada para enfrentar os desafios e as incertezas da economia global".
In DN

Medida
s convenientes:

Leite sobe 12% só num ano

Para consumidores domésticos Luz sobe um euro em 2008

Portagens entre Coina e a Trafaria

Custo de vida agravado

Transportes públicos aumentam 3,9%

Etc, etc,etc...

Nota:
Grandes "mentes", excelente contabilidade
.

Saudações Paulenses


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Detesto ter Razão


“Eles comem tudo e não deixam nada”
Centros comerciais em crescimento na Beira Interior
Onde vai comprar neste Natal? A pergunta é feita, vezes sem conta, neste período de grande consumismo, num País em que os “hipers” e os “shoppings” estão em força. Quem se queixa são os pequenos comerciantes que, dizem, têm os dias contados. A Beira Interior não escapa à tendência nacional: existem já imensas grandes superfícies comerciais. E mais algumas vão nascer, para o ano, na Covilhã e Guarda
“Eles comem tudo, eles comem tudo e não deixam nada”. A célebre frase da música de Zeca Afonso resume bem o sentimento dos pequenos comerciantes, na Beira Interior, quando confrontados com mais o nascimento de uma grande superfície na região. “Mais um hipermercado? Mais vale fechar já” desanima António Mendes, comerciante, que na região gere uma pequena mercearia que já herdou do seu sogro, na altura em que ainda se vendia petróleo ao litro dentro destes estabelecimentos comerciais. Os tempos hoje mudaram, e já nada disso acontece. O “Tó”, como o conhecem os vizinhos mais chegados, vai lutando para se modernizar para fazer face à concorrência que o tem afectado cada vez mais nos últimos anos. Tem tudo arrumadinho nas prateleiras, não deixa de por na vitrine algumas cartolinas fluorescentes com apelos às promoções que tem na loja, até já comprou uns cestinhos para que os clientes não andem com os produtos na mão, mas diz que o esforço nesta modernização “não compensa”. “Ainda por cima, há quem venha cá, leva as coisas e fica a dever, pagando sabe-se lá quando. Mas quando vão aos hipers não passam na caixa sem pagar. E vão lá quase todos os fins-de-semana” acusa.
É Natal e o “Tó” até enfeitou a sua loja com uma decoração natalícia em que não falta o presépio e o Menino Jesus. “Pode ser que cá deixem uma esmolinha. Que venham cá comprar alguma coisita, que isto, no Natal, é só vê-los chegarem a casa com grandes embrulhos que trouxeram dos shoppings” lamenta-se o comerciante.
Em Portugal, o “boom” dos grandes centros comerciais não pára. Este ano, no País, abriram 11 centros comerciais. Em 2008, serão mais 14. E até 2010, se os projectos que estão nas respectivas direcções regionais de Economia forem aprovados, estarão projectados 90 novos shoppings de Norte a Sul do País. Um número surpreendente, que está contudo sujeito a alguns chumbos, mas que, apesar de tudo revela bem o ritmo alucinante como estas superfícies tem crescido no País. E a Beira Interior não é excepção. Todo este vasto território atravessado pela A23 alberga mais de 20 grandes superfícies, de cadeias como o Continente, Modelo, Lidl, Intermarché, Jumbo, Pingo Doce, sem contar com outros supermercados mais pequenos, como a cadeia Mini-Preço, que muita concorrência têm feito a um pequeno comércio que, há 10 anos atrás, não estava preparado para este fenómeno. in Noticias da Covilhã

Nota: Em postagem anteriores falamos do que iria acontecer. Com mais centros comerciais programados, as iniciativas na rua direita são um "rebuçado envenenado".
Saudações Paulenses


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Sera que esta "Moda" veio para ficar?????

Presidente da Câmara constituído arguído


O Presidente da Câmara de Abrantes, Nelson de Carvalho, foi constituído arguído no seguimento de uma visita efectuada pela Polícia Judiciária (PJ), em Outubro, e que resultou na recolha de um conjunto de documentos.

O presidente da Câmara de Abrantes foi constituído arguído depois de ter recebido, em Outubro, uma visita da Polícia Judiciária. Na altura, Nelson Carvalho esclareceu que a PJ levou um conjunto de documentos relacionados com uma inspecção da IGAT, em 2003, adiantando que se tratava de relatórios sobre actividades financeiras do município, recursos e empreitadas que apontavam para pequenas irregularidades.

Na sequência destas investigações, o autarca revelou, numa reunião do município, que tinha sido ouvido em tribunal e constituído arguido. Contactado pela TSF, Nelson de Carvalho escusou-se as explicar os motivos que originaram o processo. in TSF Online

Palavras para quê. Tudo muito boa gente

Saudações Paulenses

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Senhores Governantes Tenham Vergonha

É a segunda vez que falo deste assunto. Como português sinto-me insultado se nada for feito.

Madeleine: PGR afirma que "não têm qualquer fundamento" declarações de assessor de eurodeputado britânico

"O Procurador-Geral da República (PGR), Pinto Monteiro, considerou hoje que as afirmações feitas por um assessor de um eurodeputado britânico "não têm qualquer fundamento", ao acusar o sistema judicial e policial português de ser "corrupto".

"As acusações feitas ao sistema judicial português e à Polícia Judiciária (PJ) não têm qualquer fundamento e são até contraditórias com o que o Governo inglês e a Polícia desse país [Inglaterra] têm afirmado", afirma o PGR numa posição manifestada à agência Lusa.

Pinto Monteiro diz, também, que "não faz mais comentários" sobre este assunto, porque pensa que "a resposta a dar a um deputado europeu tem de ser política e não jurídica".

O ministro da Justiça e o director nacional da PJ também consideraram hoje "inqualificáveis" e "irresponsáveis" as declarações de um assessor de um deputado britânico no Parlamento Europeu que acusa o sistema judicial e policial português de ser "corrupto".

Piers Merchant, assessor do eurodeputado Roger Knapman, citado pelo semanário "Sol" on-line, acusa o sistema judicial português de ser "corrupto" e refere que o Governo inglês se tem envolvido no apoio ao casal McCann porque "Portugal não tem uma verdadeira tradição de direitos civis, liberdades e democracia".

Segundo o "Sol", as declarações de Piers Merchant, do UK Independence Party, surgiram em resposta a uma carta enviada por uma cidadã inglesa ao eurodeputado Roger Knapman, no âmbito do desaparecimento da menina inglesa Madeleine McCann a 03 de Maio, no Algarve.

Na mesma resposta é dito que "alguns elementos da Polícia [portuguesa] são corruptos e neste caso há mesmo um detective que foi acusado de corrupção".

Numa declaração à Agência Lusa, o ministro da Justiça, Alberto Costa, considerou que se tratam de "afirmações inqualificáveis do UK Independence" e que estas "não traduzem, de todo em todo, a posição das autoridades britânicas".

O director nacional da Polícia Judiciária, Alípio Ribeiro, classificou de "torpes" e "irresponsáveis" as declarações prestadas pelo assessor do eurodeputado britânico.

"Tenho a certeza que as autoridades do Reino Unido e que os seus cidadãos, na sua generalidade, não as subscrevem. Nada nos demoverá de continuarmos a nossa actividade policial dentro de princípios de estrita legalidade democrática", declarou Alípio Ribeiro em posição manifestada à Agência Lusa.

A menina Madeleine McCann desapareceu a 03 de Maio de um apartamento turístico na Praia da Luz, no Algarve, onde se encontrava com dois irmãos gémeos, enquanto os pais jantavam com amigos num restaurante próximo"... in Lusa

Nota pessoal: O que espera o nossa sistema judicial para condenar estes senhores por abandono de menores enquanto jantam e se enfrascam no tapas. Que moral ou verdade judicial têm todas as condenações de pais que por menos ficararam sem os filhos.

PORTUGAL É UM PAIS DE DIREITO E CHEGA DE SER ENXOVALHADO , DESACREDITADO, MENOSPREZADO E SER O CENTRO DO CIRCO McCann.

TENHAM VERGONHA E ASSUMAM DEFINITIVAMENTE UMA POSIÇÃO.

Peço desculpa mas o que vai a mais é exagero.

Saudações Paulenses

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