" Inteligência tem Limite. Burrice Não ! "

Os de fora dizem:

"Do outro lado da serra, próximo da Covilhã, temos a concessão da Ribeira do Paul, as trutas deste curso de água apresentam uma morfologia muito própria, existindo quem defenda a sua pureza genética e as referencie como das mais antigas da região, é sem duvida um valioso património que deve ser defendido a todo o custo. Com uma “timidez” característica, o fugidio peixe teima em não se deixar mostrar, mantém-se muitas vezes afastado da superfície, escondido nos fundos e fendas do rio. Pescar com plumas secas nem sempre resulta, temos de recorrer com frequência a ninfas, streamers ou amostras para tentar despertar a sua atenção..."

Os de cá têm conciência e contribuem com soluções:

"A constituição da Concessões de Pesca Desportiva da ribeira do Paul a ser gerida pela Associação de Caçadores e Pescadores de Paul criou grande entusiasmo na época (Despacho n.º 3090/2004 (2.ª série), de 12 de Fevereiro, Alvará n.º 115/2004, de 30 de Abril)...
Passado um período inicial de grande euforia e de algumas e boas realizações, voltou tudo à estaca zero. Nenhum dos objectivos continua a ser prosseguido. E reparem como esta é uma oportunidade única: a ribeira do Paul é fabulosa para a pesca da truta e temos imensa gente no país disponível para gastar dinheiro neste hobby, como se comprova o dinheiro que muitos portugueses vão gastar a Espanha para pescar salmonídeos (é riqueza que sai do país)..."


Vinte dias após a nomeação para as 7 maravilhas naturais (3 semanas), a minha pergunta é tão somente esta:

DE CONCRETO O QUE SE FEZ EM PROLOGO DESTA MAIS VALIA???

DEIXO A VOSSA CONSIDERAÇÃO


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Destaque

Paulense com P GRANDE...

Caríssimo PTT

Os cruzamentos do dia a dia apenas agora me conduziram novamente aqui ao seu pequeno laboratório de participação cívica. Sem polémicas, digo desde já que as minhas linhas anteriores não queriam perturbar as experiências que vai ensaiando neste seu laboratório. Sobre o desfio que me propôs gostaria de dizer o seguinte:

1) Não sou nada do que refere: nem faço parte “de alguma das entidades que atempadamente deviam e sem qualquer tipo de desculpa, providenciado a candidatura assim como a divulgação da mesma de forma inequívoca e não o fizeram nem estão a fazer”, nem sequer “faço parte de um dos muitos “pseudo lobbys” com interesses directos na ribeira e apesar da nomeação há que descredibiliza-la”. Todavia, para este efeito, quem sou pouco interessa. Aliás, provavelmente você não me conhece nem eu o conheço a si. Considere-me apenas uma pessoa que gosta da ribeira do Paul (já sem acento!) e que ela já lhe proporcionou (e continua a proporcionar) momentos de grande felicidade e inspiração.

2) Também não fui contactado por qualquer entidade divina que me permita anunciar qualquer milagre. No entanto, as soluções para os problemas que denunciei também não requerem nenhuma intervenção divina. Os desafios e problemas que a ribeira do Paul enfrenta, apesar de conhecidos por todos como refere, tendem a ser esquecidos e desvalorizados pela maioria, sobretudo em momentos de deslumbramento como este. Neste sentido, urge colocá-los na agenda. Neste aspecto particular louvo os seus esforços.

3) Falemos de açudes. Formam a identidade da ribeira e são testemunhos vivos da relação da ribeira com o homem ao longo dos tempos, sendo também fundamentais para o regadio e para as espécies que habitam as águas da ribeira. A quantidade e qualidade das famosas trutas da ribeira do Paul não seria a mesma sem os açudes, que proporcionam grandes fundões onde a espécie se pode refugiar nos meses quentes do ano, coisa que outras ribeiras não têm. Quanto aos açudes caídos e nunca recuperados colocava-os por agora de lado por não serem prioridade. Quanto aos açudes recuperados em betão armado considerava-os como exemplo do que não se deve repetir, na medida em que o mal está feito e a ribeira (e todos nós) terá de viver com esse fardo. Qual a prioridade neste capítulo? Respondo desde já: a recuperação imediata dos açudes que prometem cair ao longo dos próximos anos, na medida que o custo da intervenção seria menor o impacto na traça original do açude seria também menor. Repare que o açude do poço da viúva (perto das bombas de gasolina) tem um buraco onde cabem duas pessoas e promete cair a qualquer momento, o açude do poço do gelo tem também problemas, o açude do poço localizado por baixo do viveiro de trutas também tem buracos, o poço imediatamente por baixo da ponte do Paul também está também todo furado, o açude do poço do cabo de aço a mesma coisa. Sem nenhuma intervenção, mais ano menos ano estes açudes vão ruir. Estes são alguns exemplos, mas claro que isto que digo não é visível à maioria das pessoas, na medida em que é preciso pôr os óculos de mergulho e entrar na água para ver o perigo que ali se encontra, à superfície parece tudo bem. Quem deve liderar este processo? A Junta de Freguesia claro!

4) Quanto aos impactos negativos e nunca minimizados das obras da nova ponte. Não sei que raio de contrato se fez com a empresa construtora da nova ponte. Todavia, se o contrato não previa a minimização, por parte da empresa, dos impactos ambientais provocados pela obra, digamos que revela um estado de incompetência alarmante do adjudicante que deve ser denunciado às autoridades ambientais e, se for o caso, até mesmo ao Tribunal de Contas (não sei o montante envolvido na obra). A obra é ainda recente e urge actuar. Quem deve liderar este processo? A Junta de Freguesia claro!

5) Quanto às estações de tratamento de águas residuais pagas pelo contribuinte alemão e que funcionam de forma deficiente ou nunca funcionaram. Uma situação aberrante que não é exclusiva do Paul mas que se encontra por todo o país. Os fundos comunitários subsidiaram uma parte importante da construção da rede de esgotos que se construiu nos últimos 25 anos em Portugal e das respectivas estações de tratamento. Pretendíamos com isto eliminar um dos factores de claro subdesenvolvimento e caminhar numa aproximação aos padrões europeus nesta matéria. Feito o investimento verifica-se, por diferentes motivos, que a rede e as estações não cumprem a sua função. No Paul basta ir no verão à zona imediatamente acima da ponte de Casegas para ter de fugir rapidamente devido ao cheiro nauseabundo. Que fazer? Reconheço que não é um problema fácil de resolver, na medida em que este problema tem também de colocar-se às freguesias vizinhas por onde passa a ribeira do Paul e seus afluentes (Cortes do Meio, Erada, Unhais e Casegas, etc.). Todavia, recordo que os habitantes proprietários do Concelho da Covilhã, à semelhança da maioria dos municípios de Portugal, pagam juntamente com a conta da água uma taxa de conservação de esgotos. Se pagamos por um serviço que não é prestado de forma eficiente ou nem sequer é prestado importa começar por exigir ao prestador do serviço a correcção da situação. Se houver engenho e vontade isto pode mesmo chegar às autoridades comunitárias que financiaram uma parte importante da rede de esgotos e respectivo tratamento. A Comissão Europeia não costuma ser benevolente com os Estados membros em situações desta natureza, sobretudo na área ambiental. Quem deve liderar o processo? As Juntas de Freguesia que partilham as águas da ribeira do Paul e seus afluentes.

6) Quanto às captações ilegais de água apenas digo que são casos de polícia e tribunal. A denúncia tem de partir de todos os que conhecem as situações.

7) Quanto à limpeza das margens às matanças das trutas devo referir que a questão deve ser analisada num quadro mais amplo. A constituição da Concessões de Pesca Desportiva da ribeira do Paul a ser gerida pela Associação de Caçadores e Pescadores de Paul criou grande entusiasmo na época (Despacho n.º 3090/2004 (2.ª série), de 12 de Fevereiro, Alvará n.º 115/2004, de 30 de Abril). A partir daquele momento tudo seria diferente. Prometia-se que a ribeira do Paul iria ter mais repovoamentos de trutas e uma melhor gestão da população de salmonídeos, a pesca ilegal iria ser combatida, os limites de capturas por dia por pescador iriam ser cumpridos, seriam contratados guardas para a ribeira, teríamos uma zona de pesca sem morte, seriam limpas as margens, a acessibilidade à ribeira seria melhorada e a pesca na ribeira seria um dos elementos de desenvolvimento da vila através da atracção de pescadores de todo o país. Passado um período inicial de grande euforia e de algumas e boas realizações, voltou tudo à estaca zero. Nenhum dos objectivos continua a ser prosseguido. E reparem como esta é uma oportunidade única: a ribeira do Paul é fabulosa para a pesca da truta e temos imensa gente no país disponível para gastar dinheiro neste hobby, como se comprova o dinheiro que muitos portugueses vão gastar a Espanha para pescar salmonídeos (é riqueza que sai do país). Claro que se deve acautelar os direitos dos pescadores ribeirinhos, já que sem eles nada se fará… Que fazer? Difícil….Começar por perguntar à Associação de Caçadores e Pescadores do Paul o que se passa e o que projecta para o futuro. Se a gestão da reserva continuar da mesma forma a sua existência deixa simplesmente de fazer sentido e mais vale entregar a sua gestão à Direcção Regional (também não sei se estes a querem de volta). Mais uma vez a Junta de Freguesia pode ter aqui um papel importante, assim como, a Associação de Caçadores e Pescadores de Paul. No capítulo da limpeza, os sapadores florestais podem também dar um contributo importante.

8) Despejar Lixo em quantidades industriais na ribeira é crime e deve ser denunciado às autoridades competentes. A limpeza das zonas da ribeira atulhadas em lixo pode e deve ser resolvida pela Junta de Freguesia mobilizando para projectos ambientais de limpeza as associações da vila como por exemplo os escuteiros e as escolas. As férias escolares podem também ser aproveitadas para dinamizar projectos desta natureza. Caixotes de lixo com manutenção colocados nas zonas da ribeira mais procuradas no verão também não seria mal visto.

9) A construção da barragem para reter as águas da ribeira a montante das Cortes do Meio é o problema mais sério que a ribeira do Paul enfrenta. Já se sabe que esta Câmara da Covilhã considera o projecto essencial e está disposta a tudo para o concretizar. Chamo apenas à atenção que o caudal ecológico previsto no projecto para um ano hidrológico normal nos meses de Agosto e Setembro é de 0. Sim! Durante os meses de Agosto e Setembro da nascente para a ribeira não vai passar uma única gota de água (vejam neste documento na página 3 - http://www2.apambiente.pt/IPAMB_DPP/docs/DIA1509.pdf ). Por mais que falem na minimização dos impactos todos sabemos que isto significa uma mudança extraordinária na ribeira com impactos negativos no aproveitamento que dela se faz durante aqueles meses (regadio e recreio), também nas características biológicas da ribeira com impactos negativos ao longo de todo o ano. Repare-se que os restantes cursos de água que alimentam a ribeira não terão capacidade para alimentar a ribeira de forma a minimizar estes impactos, na medida em que a ribeira da Erada seca nos meses quentes e na ribeira de Unhais corre apenas um pequeno fio de água.

Que fazer? Sem dúvida que a Junta de Freguesia tem de liderar um processo de discussão pública do problema juntamente com as restantes freguesias afectadas, exigir à Câmara da Covilhã que estude alternativas para resolver o problema do abastecimento de água do concelho e na, falta delas (o que duvido), que exija mudanças no regime do caudal ecológico. Se nada daí vier a Junta de Freguesia que mobilize a população para impedir o projecto. Não será fácil, mas uma população mobilizada e unida em torno de um objectivo comum é difícil de subjugar.
Agora vou “fugir” que já se faz tarde.

Bem haja pela sua intervenção. Vamos aguardar pelas intervenções dos "GRANDES PAULENSES".

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Covilhanices

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Estágio pode estar em causa

Câmara diz que notícias sobre selecção podem ser prejudiciais Museu dos descobrimentos distinguido
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A missão impossível de fixar população no Interior Muitas são as estratégias utilizadas por municípios da Beira Interior para tentar estancar a perda de população. Subsidiação directa dos nascimentos, chamada de imigrantes para iniciarem uma nova vida em territórios portugueses, melhorias nos impostos... Mas serão suficientes estas ferramentas?

IC31 à espera de declaração ambiental
A auto-estrada ainda não chegou à fronteira e já os espanhóis estão a trabalhar na promoção turística da Região para que, um dia, os turistas não desconheçam as potencialidades deste território. A cidade de Plasência deu o pontapé de saída com a criação do pacote turístico Plasência/Norte da Extremadura e Castelo Branco/Naturtejo.

Belmonte recupera epígrafe judaica
Quando, em 2005, a Câmara de Belmonte reclamou a propriedade de uma das mais importantes peças da história judaica da vila, todos estavam longe de imaginar que fosse tão difícil recuperá-la. Cinco anos depois, e após muita insistência, o Ministério da Cultura deliberou a deslocação da epígrafe de Castelo Branco para Belmonte.

Os coscoréis da Lardosa já estão nos tabuleiros
Manter a tradição dá trabalho, mas o gosto que se tem em estar envolvido em preservar os usos e costumes tem um sabor incomparável. Na Lardosa a população orgulha-se de manter bem viva a festa em honra de São Sebastião, na qual se destacam os coscoréis, as deliciosas filhós que são confeccionadas por um grupo de senhoras.

“Economia Regional” a pensar no futuro Um novo espaço nasce esta semana nas páginas do “Jornal do Fundão”. Mensalmente, “Economia Regional” irá ao encontro dos leitores na materialização de um projecto informativo que visa, sobretudo, mostrar a capacidade de afirmação da região nos vários segmentos da sua produção. Veja o caderno na edição semanal, em Flash Paper.

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Vila do Paul no Facebook

A nossa meta são os 5OO fâs

Divulga e convida os teus amigos


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Ser Paulense, um Estatuto


URGENTE.. URGENTE..clica no link do noticias da covilhã e vota sem falta no inquerito "Qual é, para si, a principal maravilha da natureza da região?". Vamos mostrar a força do ser PAULENSE. Passa a palavra aos teus amigos PAUL SEMPRE...www.noticiasdacovilha.pt

Esta foi a frase que deu inicio a um movimento no facebook inicialmente e posteriormente por email para o inquérito do Noticias da Covilhã. A votação terminou e a Ribeira do Paul obteve cerca de 87% da votação.

A todos os que directa e indirectamente colaborarão o meu BEM HAJAM

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A Concorrência...



Filhos e Enteados...

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Rota dos Pastores 2010


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Semelhanças...


Será egocentrismo ou simplesmente défice democrático???

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Beira Interior acolhe energias renováveis e destaca-se...

O distrito de Castelo Branco é o segundo maior em termos de energia eólica instalada num país que agora ostenta galões desta fonte de energia renovável representar já 15,03 por cento da electricidade consumida, o que o coloca Portugal em segundo lugar em termos percentuais, apenas atrás da Dinamarca.


Todos os dias a caminho do trabalho ou aos fins de semana a caminho do Centro Comercial aparecem no nosso horizonte aerogeradores. Fica então a saber que aquela imagem que se cruza connosco com frequência faz parte da segunda maior rede de energia eólica na Europa.

Votos de uma excelente semana,
Saudações Cordiais,
Vizinha

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Filhos e Enteados

Confesso que estava ansioso por receber o pasquim da zona, do qual sou assinante, em virtude de neste post, não ter sido nada simpático.
Afinal e para grande desilusão minha porque na senda do que é covilhanense não é bom, la descobrir o nome da nossa ribeira preterido em prologo de não sei bem o quê. De qualquer forma mencionou o evento enquanto o site oficial da Camara como o da Junta continuam "ofuscados".

Seria interessante uma vez que os recursos quer logísticos quer humanos estão por cá no burgo, que este prestigiado e antiquíssimo jornal tivesse a coragem de uma vez por todas trazer ao debate e aclarar d
e forma inequívoca quer os leitores quer os assinantes, o porquê das tão faladas e malfadadas candidaturas não atam nem desatam.
Pessoalmente e isto é a ideia de um "tolo", esta oportunidade é única e deve ser explorada ate ao fim. É o momento de tocar o sino e acabar definitivamente com esta indefinição. Ou se faz ou não se faz.
O burgo no que respeita á ribeira esta farto de uma calendarização eleitoral, a que a ou as entidades de turismo responsáveis, usam e abusam a seu belo prazer.

Estou certo que a Junta vai saber unir (o que também é difícil), o burgo e promover o evento, assim com exigir, pressionar, responsabilizar, o que lhe quiserem chamar, quem de direito.


Prefazeando alguém que a muito pouco tempo disse "
Até oiço por aí que projectam uma barragem para reter as águas da ribeira a montante das Cortes do Meio e ninguém reclama! Com pena antevejo o pior. Apesar de os problemas serem fáceis de diagnosticar e de as soluções estarem disponíveis, sua execução exige inteligência, vontade, trabalho, negociação e persistência, elementos sempre difíceis de reunir num conjunto de pessoas inseridas num contexto muito específico.", de uma forma tão suscinta e transparente expôs o cerne da questão.

Paulenses ao trabalho




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Destaque

Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Ribeira do Paul":


A Ribeira do Paúl tem ainda recantos maravilhosos conhecidos por todos os que a conhecem e frequentam desde putos e que aí aprenderam a dar as primeiras braçadas Todavia, verdade seja dita, a sua destruição tem vindo a acontecer gradualmente fruto da incúria dos responsáveis locais, de uma medíocre forma portuguesa de planear, executar e projectar para o futuro e de uma lamentável falta de civismo das pessoas comuns. Esta nomeação, bem-vinda em qualquer caso, não sobrevive perante os açudes caídos e nunca recuperados; perante os açudes recuperados em betão armado; perante os impactos negativos e nunca minimizados das obras da nova ponte; perante as estações de tratamento de águas residuais pagas pelo contribuinte alemão e que funcionam de forma deficiente ou nunca funcionaram; perante as captações ilegais de água; perante uma péssima gestão do caudal da ribeira sobretudo durante os meses quentes; perante a falta de limpeza das margens; perante a péssima gestão dos recursos piscícolas (com destaque para as afamadas matanças de trutas); perante a degradação ambiental de várias zonas da ribeira completamente atulhadas em lixo....podia continuar mas já estou cansado…. Até oiço por aí que projectam uma barragem para reter as águas da ribeira a montante das Cortes do Meio e ninguém reclama! Com pena antevejo o pior. Apesar de os problemas serem fáceis de diagnosticar e de as soluções estarem disponíveis, sua execução exige inteligência, vontade, trabalho, negociação e persistência, elementos sempre difíceis de reunir num conjunto de pessoas inseridas num contexto muito específico.

Bom dia Sr. Anónimo.

As minhas desculpas pela demora na resposta mas motivos profissionais a isso obrigaram.


Quanto a sua dissertação sobre a ribeira do Paul, subscrevo-a na íntegra. A mesma faz-me lembrar as promessas eleitoras, que após o acto caem no esquecimento, escudando-se habilidosa e ardilosamente num qualquer fundo comunitário que não ata nem desata.
Ao fazer questão de compilar o seu comentário em todos os textos sobre a ribeira, permite-me deduzir uma das três situações, alem do gosto que nutre pela mesma:


  • Ou faz parte de alguma das entidades que atempadamente deviam e sem qualquer tipo de desculpa, providenciado a candidatura assim como a divulgação da mesma de forma inequívoca e não o fizeram nem estão a fazer.

  • Ou faz parte de um dos muitos “pseudo lobbys” com interesses directos na ribeira e apesar da nomeação há que descredibiliza-la a todo o custo, desde o seu estado de conservação ate ao abandono das zonas e acessos envolventes. A história real da barragem é outro tema mas que fica obrigatoriamente com uma “espinha” atravessada com esta nomeação. Talvez seja este um dos motivos para o “alheamento cirúrgico” de algumas entidades.

  • Por último, é solidário comigo na revolta de termos a oportunidade única de pressionar os grandes visionários, para que definitivamente atribuírem as verbas necessárias a preservação de um elemento único e natural, que deve ser uma obrigação e não apenas o engrandecer o ego pessoal ou partidário, e que de uma forma absolutamente irresponsável não fazem, não deixam fazer descredibilizando a todo o custo qualquer tipo de iniciativa pela positiva.
Não esquecer que a ribeira faz inequivocamente parte do património do PAUL.
Por fim e uma vez que acredito que tem um conhecimento profundo do assunto e que indiscutivelmente será uma mais valia a este blogue, queira ter a amabilidade de nos trazer algo de novo, de concreto que transforme esta nomeação uma realidade em termos de futuro e não num mero discurso eleitoralista.

Bem haja pelo seu comentário e aguardo o seu contributo.
PTT

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Destaque

Sr Anónimo

Hoje fui positivamente surpreendido pelos seus comentários que transcrevo sem qualquer tipo de melindre e digo de minha justiça:

Anónimo disse...

Antes de lançar a petição convém começar a escrever discriminação em vez de "descriminação". Descriminar, como escreve, significa absolver de um crime imputado, tirar a culpa, justificar (des+criminar). enquanto discriminar significa tratar diferente, separar, distinguir.... vá lá buscar o dicionário.

Anónimo disse...

Caríssimo.
Aprecio o seu esforço e não precisa ficar melindrado. Andamos todos a aprender. Mas deixe-me que lhe diga: aspas? Sabe ao menos para que servem? As aspas servem, entre outras coisas, para indicar a transcrição rigorosa de um texto, pelo que a sua utilização no meu comentário serviu para o citar (lembre-se que escreveu no seu texto "descriminação" em vez de discriminação). Quanto a vírgulas, meu caro, antes de falar nelas é melhor começar por aprender com se escreve a palavra, repare que a palavra “vírgula” tem um acento agudo no i. Por fim devo dizer que tem razão. No meu comentário há uma confusão entre uma vírgula e um ponto final: onde se lê “justificar (des+criminar). enquanto”, devia ler-se “justificar (des+criminar), enquanto”. Por este facto apresento as minhas desculpas. Por outro lado, repare que, como bem sabe, a frase “saiba utilização das aspas e das virgulas” não tem qualquer sentido. Escrever “saiba utilizar as aspas e as vírgulas” já começa a fazer sentido. Repare também que a palavra “nú” se escreve com um acento agudo no u. Por fim agradeço o incentivo para comentar o assunto do seu post. Lamento desiludi-lo mas tenho apenas a referir que quando escreve: «Por cá desde a "santo desprezo" passado», deveria escrever: «Por cá desde o "santo desprezo" passado». Tem de concordar que na língua portuguesa é importante efectuar correctamente as concordâncias. Mas não fique muito preocupado com esta pequena falha, até porque a totalidade da frase também não se percebe muito bem. Termino agora com os meus melhores cumprimentos e, como a conversa já vai longa, sugiro apenas que substitua a frase: “Estou a pensar seriamente começar uma petição quanto a descriminação de que somos vitimas", pela frase: “Estou a pensar seriamente começar uma petição quanto à discriminação de que somos vítimas". Se estiver com paciência e tempo procure descobrir as alterações que efectuei à sua frase (adianto desde já que foram três).

Nota: Agradeço a correcção e só tenho que pedir desculpa aos visitantes deste blogue, por não estar gramaticalmente credenciado nos enigmas da língua portuguesa. Aqueles que eventualmente possa ferir qualquer sensibilidade, as minhas mais sinceras desculpas. Porem perdoem a ousadia, na minha profissão prezo-me de ser um excelente profissional.
Uns percebem de agricultura, outros de electricidade, outros de restauração e outros são doutores.
Paciência quem da o que têm a mais...
Felizmente não conhece a minha caligrafia.
Permita-me apenas um reparo PAUL não tem acento.


Bem haja
PTT

PS. Quanto ao seu comentário sobre a ribeira e dado que hoje profissionalmente o meu dia ainda não terminou, irei responder posteriormente pois o mesmo assim merece, contudo gostaria que contribuísse com alguma sugestão e não só com aquilo que estamos fartos de ouvir.

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Descreminação do Interior...



Isto chama-se promover um "BURGO"

Por cá desde a "santo desprezo" passado pelo site da Câmara, aos "pasquins" com inúmeros assinantes neste "Burgo" ao site da Junta, NAADDAAA!!!!

Pior que viver no Interior, é viver no sul do Concelho da Covilhã.

PS
.
Estou a pensar seriamente começar uma petição quanto a "descriminação de que somos vitimas".


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A VERDADE NÃO SE ESCONDE. É COMO O AZEITE_A Comissão de Freguesia do Tortosendo do PCP

Durante a presente semana, inicio do segundo período do ano escolar, a Junta de Freguesia do Tortosendo (JFT) decidiu inviabilizar o funcionamento do serviço de refeições e das actividades de enriquecimento curricular (AECs) nas duas escolas do 1º Ciclo existentes na Vila.

Afirma a JFT que não tem capacidade financeira para pagar ao pessoal necessário ao funcionamento daquelas actividades e exige do IEFP “facilidades” para continuar a assegurar o serviço com trabalhadores desempregados subsidiados e exige do Ministério da Educação (ME) reforço das transferências financeiras.

Esta actuação da JFT é incompreensível quando se sabe e se encontra legislado que a responsabilidade pelo serviço de refeições e AECs e pessoal auxiliar necessário é da Câmara Municipal da Covilhã com o financiamento do Ministério da Educação(ME).

A JFT aceitou a delegação de competências proposta pela Câmara para aqueles serviços e recebe desta as verbas por eles (CMC e JFT) negociadas. Se a JFT aceitou a responsabilidade da Câmara sem assegurar o financiamento procedeu de forma incompetente. Não pode, por esse facto, atribuir responsabilidades só a terceiros (IEFP e Ministério da Educação/Agrupamento de Escolas do Tortosendo) tentando iludir sobre as suas próprias responsabilidades.

Recordamos ainda que a JFT já tinha conhecimento atráves da Portaria nº 128/2009 de 30 de Janeiro que estas alterações entrariam em vigor, não se justificando a razão de não se tomarem medidas no início do ano lectivo.

Sendo insuficientes as verbas para as competências delegadas deverá a JFT exigir/negociar/reivindicar junto da Câmara Municipal da Covilhã o reforço do apoio financeiro necessário ou devolver à mesma as competências delegadas.

O Partido Comunista Português e os independentes que participaram nas últimas eleições autárquicas no quadro da CDU discordam da transferência de competências do Ministério da Educação para as Câmaras Municipais na área da educação, por ser uma evidente desresponsabilização numa função do Poder Central. A existência, na mesma escola, de pessoal afecto às autarquias e de outro sob a responsabilidade do Ministério da Educação só tem dado problemas ao nível da sua gestão, o que não tem contribuído para a qualidade do serviço prestado às crianças.

Por isso, afirmamos, que o serviço de refeições, as AECs e a CAF (Componente de Apoio à Família) deveriam estar enquadrados e assumidos pelo Ministério da Educação.

Também discordamos dos rácios definidos pelo ME para calcular as necessidades de trabalhadores não docentes nos estabelecimentos de ensino. É impossível e a prática tem-no demonstrado, ter as escolas a funcionar com o número de trabalhadores indicados por aqueles rácios, que têm como objectivo a diminuição artificial das necessidades existentes, para aliciar as Câmaras Municipais a aceitar as responsabilidades pelas escolas do 1º,2º e 3º Ciclos como já acontece em outros Concelhos do nosso Distrito. Entendemos ainda que face ao nº total de alunos nas duas escolas os próprios rácios definidos pelo ME não estão a ser respeitados.

É inadmissível, porque mantém a precariedade e não cria emprego, o recurso do Ministério da Educação e das autarquias (neste caso a Junta de Freguesia do Tortosendo), aos desempregados subsidiados, para a ocupação de lugares onde desempenham funções com carácter permanente. Trata-se da exploração abusiva de trabalhadores fragilizados pela situação de desemprego, que deveriam ter os mesmos direitos dos colegas que desempenham as mesmas funções.

Lamentamos e não aceitamos como legítima e coerente a acção da Junta de Freguesia do Tortosendo neste processo com a utilização e manipulação dos pais e encarregados de educação em reivindicações mal dirigidas e orientadas visando esconder a má gestão, aligeirar incompetências, libertar-se de compromissos eleitorais e lançar “uma cortina de fumo” para esconder os verdadeiros responsáveis pela situação criada, a Junta de Freguesia do Tortosendo e a Câmara Municipal da Covilhã.

Tortosendo, 9 de Janeiro de 2010

A Comissão de Freguesia do Tortosendo do PCP


Nota: Pedido de plublicação recebido por email.



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Empresário português revoluciona indústria eólica


Clik na imagem e ouça com atenção. Seria uma MAIS VALIA...

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Disseram-me - Ouvi Dizer..

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Os Indecisos....

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