Taxis Promovem "Covilhã, Cidade 5 estrelas".
Apelo a empresa de taxis do Paul
Apelo a empresa de taxis do Paul
"È precisamente na categoria das zonas aquáticas não marinhas que no concelho da Covilhã foi nomeada a Ribeira do Paul, enquanto no concelho do Fundão a Serra da Gardunha está nomeada na categoria dos grandes relevos.
O Presidente da República, Cavaco Silva, inaugura no próximo dia 5 de Fevereiro, uma sexta-feira, em Unhais da Serra, o H2otel, das Termas. Nesse dia, o chefe de Estado visita a Covilhã e desloca-se a Unhais para ver esta nova unidade hoteleira. Os de fora dizem:
"Do outro lado da serra, próximo da Covilhã, temos a concessão da Ribeira do Paul, as trutas deste curso de água apresentam uma morfologia muito própria, existindo quem defenda a sua pureza genética e as referencie como das mais antigas da região, é sem duvida um valioso património que deve ser defendido a todo o custo. Com uma “timidez” característica, o fugidio peixe teima em não se deixar mostrar, mantém-se muitas vezes afastado da superfície, escondido nos fundos e fendas do rio. Pescar com plumas secas nem sempre resulta, temos de recorrer com frequência a ninfas, streamers ou amostras para tentar despertar a sua atenção..."
Que fazer? Sem dúvida que a Junta de Freguesia tem de liderar um processo de discussão pública do problema juntamente com as restantes freguesias afectadas, exigir à Câmara da Covilhã que estude alternativas para resolver o problema do abastecimento de água do concelho e na, falta delas (o que duvido), que exija mudanças no regime do caudal ecológico. Se nada daí vier a Junta de Freguesia que mobilize a população para impedir o projecto. Não será fácil, mas uma população mobilizada e unida em torno de um objectivo comum é difícil de subjugar.



IC31 à espera de declaração ambiental
A auto-estrada ainda não chegou à fronteira e já os espanhóis estão a trabalhar na promoção turística da Região para que, um dia, os turistas não desconheçam as potencialidades deste território. A cidade de Plasência deu o pontapé de saída com a criação do pacote turístico Plasência/Norte da Extremadura e Castelo Branco/Naturtejo.
Os coscoréis da Lardosa já estão nos tabuleiros
Manter a tradição dá trabalho, mas o gosto que se tem em estar envolvido em preservar os usos e costumes tem um sabor incomparável. Na Lardosa a população orgulha-se de manter bem viva a festa em honra de São Sebastião, na qual se destacam os coscoréis, as deliciosas filhós que são confeccionadas por um grupo de senhoras.
O distrito de Castelo Branco é o segundo maior em termos de energia eólica instalada num país que agora ostenta galões desta fonte de energia renovável representar já 15,03 por cento da electricidade consumida, o que o coloca Portugal em segundo lugar em termos percentuais, apenas atrás da Dinamarca.
Todos os dias a caminho do trabalho ou aos fins de semana a caminho do Centro Comercial aparecem no nosso horizonte aerogeradores. Fica então a saber que aquela imagem que se cruza connosco com frequência faz parte da segunda maior rede de energia eólica na Europa.
Votos de uma excelente semana,
Saudações Cordiais,
Vizinha
Confesso que estava ansioso por receber o pasquim da zona, do qual sou assinante, em virtude de neste post, não ter sido nada simpático.
Ribeira do Paúl tem ainda recantos maravilhosos conhecidos por todos os que a conhecem e frequentam desde putos e que aí aprenderam a dar as primeiras braçadas Todavia, verdade seja dita, a sua destruição tem vindo a acontecer gradualmente fruto da incúria dos responsáveis locais, de uma medíocre forma portuguesa de planear, executar e projectar para o futuro e de uma lamentável falta de civismo das pessoas comuns. Esta nomeação, bem-vinda em qualquer caso, não sobrevive perante os açudes caídos e nunca recuperados; perante os açudes recuperados em betão armado; perante os impactos negativos e nunca minimizados das obras da nova ponte; perante as estações de tratamento de águas residuais pagas pelo contribuinte alemão e que funcionam de forma deficiente ou nunca funcionaram; perante as captações ilegais de água; perante uma péssima gestão do caudal da ribeira sobretudo durante os meses quentes; perante a falta de limpeza das margens; perante a péssima gestão dos recursos piscícolas (com destaque para as afamadas matanças de trutas); perante a degradação ambiental de várias zonas da ribeira completamente atulhadas em lixo....podia continuar mas já estou cansado…. Até oiço por aí que projectam uma barragem para reter as águas da ribeira a montante das Cortes do Meio e ninguém reclama! Com pena antevejo o pior. Apesar de os problemas serem fáceis de diagnosticar e de as soluções estarem disponíveis, sua execução exige inteligência, vontade, trabalho, negociação e persistência, elementos sempre difíceis de reunir num conjunto de pessoas inseridas num contexto muito específico.Antes de lançar a petição convém começar a escrever discriminação em vez de "descriminação". Descriminar, como escreve, significa absolver de um crime imputado, tirar a culpa, justificar (des+criminar). enquanto discriminar significa tratar diferente, separar, distinguir.... vá lá buscar o dicionário.
Caríssimo.
Aprecio o seu esforço e não precisa ficar melindrado. Andamos todos a aprender. Mas deixe-me que lhe diga: aspas? Sabe ao menos para que servem? As aspas servem, entre outras coisas, para indicar a transcrição rigorosa de um texto, pelo que a sua utilização no meu comentário serviu para o citar (lembre-se que escreveu no seu texto "descriminação" em vez de discriminação). Quanto a vírgulas, meu caro, antes de falar nelas é melhor começar por aprender com se escreve a palavra, repare que a palavra “vírgula” tem um acento agudo no i. Por fim devo dizer que tem razão. No meu comentário há uma confusão entre uma vírgula e um ponto final: onde se lê “justificar (des+criminar). enquanto”, devia ler-se “justificar (des+criminar), enquanto”. Por este facto apresento as minhas desculpas. Por outro lado, repare que, como bem sabe, a frase “saiba utilização das aspas e das virgulas” não tem qualquer sentido. Escrever “saiba utilizar as aspas e as vírgulas” já começa a fazer sentido. Repare também que a palavra “nú” se escreve com um acento agudo no u. Por fim agradeço o incentivo para comentar o assunto do seu post. Lamento desiludi-lo mas tenho apenas a referir que quando escreve: «Por cá desde a "santo desprezo" passado», deveria escrever: «Por cá desde o "santo desprezo" passado». Tem de concordar que na língua portuguesa é importante efectuar correctamente as concordâncias. Mas não fique muito preocupado com esta pequena falha, até porque a totalidade da frase também não se percebe muito bem. Termino agora com os meus melhores cumprimentos e, como a conversa já vai longa, sugiro apenas que substitua a frase: “Estou a pensar seriamente começar uma petição quanto a descriminação de que somos vitimas", pela frase: “Estou a pensar seriamente começar uma petição quanto à discriminação de que somos vítimas". Se estiver com paciência e tempo procure descobrir as alterações que efectuei à sua frase (adianto desde já que foram três).
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