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Apelo a empresa de taxis do Paul
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Nota: Mas não era ja professora e estava a dar aulas??????
"Para Sara Rodrigues, advogada, a renúncia “foi uma opção consciente “. “Tenho dois filhos muito jovens que tenho de acompanhar. Essa tarefa é exigente. A vereação é um cargo com muita responsabilidade, muito absorvente”. Sara Rodrigues diz não sentir que tenha defraudado os eleitores e nega que tenha acordado previamente não assumir o cargo no executivo camarário. "
Nota: Ou a genetica evolui de forma atroz desde as eleições, ou esta senhora ja era advogada, mãe e tinha dois filhos para acompanhar no dia das eleições???? e o cargo de vereadora alterou o estatuto de responsabilidade?????
Areia nos olhos ja é normal, mas areão ou brita ja é abuso.....
Os vereadores do PS votaram contra Francisco Cardona É de “contenção” o Plano e Orçamento da Câmara da Covilhã para o próximo ano, reconheceu, ontem, Carlos Pinto em declarações à “Rádio Cova da Beira”, após a reunião extraordinária onde os documentos foram aprovados por maioria com os votos contra dos dois vereadores do PS.Com que então são só amendoins!
Este é outro processo.
Este é do tribunal de contas, por reclassificações/promoções e contratações em regime de avença ilegais.
Nem com o dossier do primeiro se safa. Se o tem que o leve ao ministério público. "quem não deve não teme" nem esconde dossiers, para quê ?
Agora já se entende porque razão o Matias foi "reclassificado" para vereador sem pelouros e o motivo porque o pinto anda tão nervoso e apavorado ao ponto de meter a "côca" do dossier.
Que nos irá reservar o futuro?
O outro processo da IGAT está em movimento, esperamos respostas do ministério público da Covilhã.
Esperamos,também, que a IGAT conclua a outra parte do processo, aquela onde existem aspectos de relevância criminal, e que,por aquele motivo, ainda não foi divulgada, de acordo com o parecer final da IGAT.
Acórdão nº 2/2007 - 3ª Secção Sentença recorrida
Sentença 3/2007 - 3ª Secção1ª Instância
Relatório de Auditoria nº 1/2004 - 1 ª Secção
Carlos Pinto
Não mexam no assunto...
59 anos, PSD, presidente da Câmara da Covilhã. Comprovativos das habilitações de José Sócrates fazem parte de um «dossier reservado». Que pode vir a agitar o País
Sónia Sapage / VISÃO nº 749 12 Jul. 2007
"É num tom enigmático que Carlos Pinto lança um «conselho de amigo» aos socialistas. Neste município da Cova da Beira, há, segundo o autarca, «documentos que têm que ver com pessoas altamente colocadas, como é o caso do primeiro-ministro». Para já, toda a documentação encontra-se num «dossier reservado». Foi através desta autarquia que o funcionário José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa entrou na Administração Pública. Carlos Pinto confirma que parece haver «uma discrepância» nos certificados públicos do primeiro-ministro, posta em evidência pelas investigações ao processo académico da sua licenciatura em Engenharia Civil, na Independente. Essa matéria já é do conhecimento do Ministério Público, que investiga a possível utilização de «título falso». As pistas recolhidas na Covilhã têm um interesse especial: são as únicas que apontam para factos que podem não estar prescritos. Como Carlos Pinto confirma, nesta entrevista, Sócrates «teve uma promoção», quando era ministro. Ou seja, este certificado, de 2000, permite aos investigadores retomar o fio desta meada."... Leia a entrevista completa em Visão Ataque por não ter a mesma “cor partidária”
Ainda a investigação à Câmara da Covilhã
Autarquia investigada por alegada violação das leis urbanísticas
"A Câmara da Covilhã está a ser investigada por alegada violação de leis urbanísticas e do ordenamento do território, após averiguação da Inspecção-Geral de Administração do Território (IGAT) à autarquia, refere a Lusa que cita fontes ligadas ao processo.
Questionado hoje sobre a matéria, o presidente da autarquia, Carlos Pinto, desvalorizou os resultados da inspecção e disse que «a Câmara não deve, nem teme».
No despacho do relatório final da Inspecção-Geral de Administração do Território (IGAT), o secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita, solicitou a intervenção do Ministério Público e do Tribunal Administrativo, adiantou fonte da Secretaria de Estado.
Cópia do relatório final da IGAT e dos despachos do secretário de Estado e do Inspector Geral estão disponíveis para consulta na secretaria-geral da Presidência do Conselho de Ministros, mas «foram suprimidas partes substanciais, que são as que foram reencaminhadas para o Ministério Público», para apurar se houve eventuais irregularidades que justifiquem procedimento criminal.
«Suspeita-se de matéria que pode não ter a ver apenas com ilícitos administrativos, mas, sim, outros ilícitos. Por isso, não são passíveis de divulgação», referiu a mesma fonte.
O presidente da Câmara da Covilhã desvalorizou hoje a investigação.
«Há matéria no Ministério Público e qual é o problema», questionou. «É uma instância onde se faz o contraditório» e a Câmara da Covilhã «não deve, nem teme», disse o autarca.
O autarca criticou o destaque dado à investigação, que considera uma «não notícia».
Carlos Pinto desvaloriza as conclusões do IGAT: «são amendoins»!
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