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Ultrapassar o défice excessivo.... Prepare-se pois vai afectar o seu bolso!

Novas medidas para combater o défice


O ministro das Finanças admitiu ontem que o Governo poderá aumentar os impostos, no quadro dos esforços para acelerar o processo de redução do défice orçamental. Essa medida poderá passar pelo aumento do IVA e um imposto especial sobre o subsídio de Natal, indica hoje o Diário Económico.


“Estão sobre a mesa todas as possíveis soluções” para alcançar este objectivo, incluindo “o reforço da redução da despesa e medidas que permitam melhorar a receita, quer a receita fiscal, quer a receita não fiscal”, afirmou Teixeira dos Santos no final de uma reunião de emergência dos ministros das finanças da União Europeia (UE), que se saldou pela criação de um novo mecanismo que poderá chegar aos 750 mil milhões de euros para salvar a moeda única da especulação dos mercados financeiros.


O ministro anunciou que o défice de 2011 será reduzido para 5,1 por cento do PIB, em vez dos 6,6 por cento que estavam previstos no programa de estabilidade e crescimento apresentado há pouco mais de um mês a Bruxelas.

Apesar das notícias menos favoráveis para as nossas poupanças e projectos desejo-lhes uma excelente semana.
Saudações Cordiais,
Vizinha.

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Contagem decrescente para as legislativas


Caríssimo leitor,

a uma semana das eleições Legislativas não venho fazer campanha, venho apenas pedir que vote.

Vote!
Votar é um direito mas também um dever.

Estamos em contagem decrescente para o dia 27 de Setembro, aproveite a semana que aí vem para pensar o seu voto, seja ela por um dos partidos na corrida, quer seja para um voto em branco.
Votos de uma excelente semana,
Saudações Cordiais,
Vizinha

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Resultados do Burgo





Última actualização: 01h08
Freguesias por apurar: 0

Distritos:
Concelhos:
Freguesias:

PSD 154 27.75%
PS 149 26.85%
CDU 87 15.68%
BE 57 10.27%
CDS-PP 46 8.29%
MEP 9 1.62%
PNR 6 1.08%
PCTP/MRPP 3 0.54%
PPM 3 0.54%
MPT 2 0.36%
PH 2 0.36%
MMS 1 0.18%
POUS 0 0%

Abstenção 1111
66.69%
Votantes 555 33.31%
Nulos 14 2.52%
Brancos 22 3.96%


Fonte Aqui

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Madeira Caso menos grave...



Ministro das Finanças defende fim dos “off-shores” mas acha Madeira caso menos grave

"O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, pronunciou-se hoje em Bruxelas pelo fim dos "off-shores", mas defendeu que o caso particular da Madeira é menos grave porque ainda há regras e Lisboa tem capacidade de supervisionar as suas operações."O que se faz na Madeira, se não existisse a zona franca da Madeira, ocorreria noutras praças ou noutros 'off-shores' necessariamente não transparentes", sublinhou Fernando Teixeira dos Santos, que substituiu o primeiro-ministro José Sócrates num almoço de trabalho entre os líderes dos 27.
Os chefes de Estado e de Governo da União Europeia concordaram com a necessidade de "obrigar" as zonas francas em todo o mundo "a cumprir as regras dos outros mercados". "Nós na Madeira ainda temos capacidade de supervisionar, ainda há regras, ainda há informação, ainda estamos menos mal", sublinhou o ministro das Finanças.
Para Teixeira dos Santos o problema dos "off-shores" é global e não específico de uma praça, tendo defendido que "a bem da transparência e da própria estabilidade dos mercados financeiros internacionais”, ficaríamos "bem melhor" se não houvesse essa realidade. "Acabar com os off-shores é obrigá-los a cumprir as regras dos outros mercados", concluiu.
Chamam-se habitualmente "off-shores" as contas e empresas abertas em paraísos fiscais, geralmente com o intuito de pagar-se menos impostos do que no seu país de origem.
A grande maioria dos países que permitem a criação desse tipo de empresa anónima, ou a abertura desse tipo de contas bancárias anónimas fica em ilhas, (tais como as Bermuda, Jersey, Ilhas Cayman ou Madeira, para só citar algumas)." in Público
Votos de uma excelente semana.
Saudações Cordiais,
Vizinha

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Eleições 2009


Eleições 2009
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Caro visitante, como sabe, este ano é ano de eleições.
Teremos eleições para a Assembleia da República, eleições autárquicas e ainda eleições para o Parlamento Europeu.
Já começou a pensar para quem ou para que partido vai direccionar o seu voto?
Vai esperar pelas campanhas eleitorais e depois decidir-se?
Vai deixar "despenhar" os actuais líderes?
________________________________
Independentemente da sua escolha, não deixe de participar com o seu voto.
Votar é um dever que temos como cidadãos.
Não se deixe cair na espiral da abstenção.
Logo que seja divulgado o calendário eleitoral 2009 será aqui divulgado.
Votos de uma excelente semana.
Saudações Cordiais,
Vizinha

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Obama... Quem "fala assim não..."


Obama congela salários a principais colaboradores

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ordenou esta quinta-feira o encerramento o mais rápido possível dos centros de detenção que a CIA mantém no exterior para os suspeitos de terrorismo, informou um alto funcionário da administração americana.

Um dos decretos assinados esta quinta-feira "estipula que a CIA fechará o quanto antes os centros de detenção que tem agora, e que não terá mais tais centros de detenção no futuro", disse o responsável a jornalistas.

A revelação da existência de prisões secretas onde a Agência Central de Inteligência americana (CIA) interrogava suspeitos de terrorismo no exterior durante o governo de George W. Bush suscitou as críticas da comunidade internacional.

Nota: Com esta disposição em breve, se visitar Dallas pode ganhar o prémio "Kennedy".

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Obama...




ESTUDOU O QUANTO BASTE...





DEMARCOU-SE DOS PSEUDO SENHORES DA EUROPA...





PROMETEU A DIFERENÇA...





FICOU COM UM "MENINO" NAS MÃOS...




HOJE VESTIU O "FATO DE TRABALHO"...

BOA SORTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


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Uma Covilhanense com "C" de Cortes

A mais velha militante Isilda Barata e o mais novo Tomaz Falcão

O que pensam a congressista de mais idade e o mais jovem do XXIII Congresso do CDS-PP?" É preciso ter cuidado com o PSD"

Isilda da Silva Barata tem 65 anos e é filiada no CDS há 34 e só houve um congresso que falhou. "Foi o primeiro, porque a partir desse fui a todos", afirmou ao CM com orgulho.
Natural da Covilhã, trabalhadora têxtil, Isilda é a congressita de mais idade que esteve este fim-de-semana nas Caldas. Apreciou o XXIII Congresso do CDS-PP , nas Caldas da Rainha, até ao fim e diz que o interpretou como um sinal de futuro. 'Principalmente, o discurso do presidente', sublinha, acrescentando que já houve dias em que Paulo Portas não estava no seu melhor, mas no sabado, esteve 'cinco estrelas'. Quanto a uma eventual coligação com o PSD para as autárquicas, Isilda explica que é preciso cautela: 'É preciso ter cuidado com o PSD porque quando precisam de nós dão tudo, mas depois passam rasteiras'. No entanto, e recordando velhos tempos, esta militante considera que a AD de Freitas do Amaral e Adelino Amaro da Costa funcionou. 'ALIANÇA COM O PSD PODIA TIRAR A CÂMARA DE LISBOA AO PS'

Tomaz Guedes de Sousa Flacão de 19 anos foi o mais jovem militante presente Congresso. É natural do Porto e está no segundo ano de Econmia. É militante há um ano porque decidiu seguir a tradição familiar. O pai, Manuel Falcão, também foi da Juventude Popular. Avaliou discurso de Portas como 'animador'. E sobre a coligação com o PSD para as autárquicas diz que, na sua opinião, deve-se avaliar as autarquias caso a caso. Há autarquias onde não vale a pena, mas em Lisboa, a aliança com o PSD podia tirar a câmara ao PS. 'Vale a pena ponderar isso', disse.

Nota: Esta SENHORA (com letra grade) teve em tempos idos a CORAGEM que hoje os nossos políticos regionais fazem questão de não ver.

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A banca nacionalizou o Governo


5 11 2008

A banca nacionalizou o Governo

A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada
Quando, no passado domingo, o Ministério das Finanças anunciou que o Governo vai prestar uma garantia de 20 mil milhões de euros aos bancos até ao fim do ano, respirei de alívio. Em tempos de gravíssima crise mundial, devemos ajudar quem mais precisa. E se há alguém que precisa de ajuda são os banqueiros. De acordo com notícias de Agosto deste ano, Portugal foi o país da Zona Euro em que as margens de lucro dos bancos mais aumentaram desde o início da crise. Segundo notícias de Agosto de 2007, os lucros dos quatro maiores bancos privados atingiram 1,137 mil milhões de euros, só no primeiro semestre desse ano, o que representava um aumento de 23% relativamente aos lucros dos mesmos bancos em igual período do ano anterior. Como é que esta gente estava a conseguir fazer face à crise sem a ajuda do Estado é, para mim, um mistério.
A partir de agora, porém, o Governo disponibiliza aos bancos dinheiro dos nossos impostos. Significa isto que eu, como contribuinte, sou fiador do banco que é meu credor. Financio o banco que me financia a mim. Não sei se o leitor está a conseguir captar toda a profundidade deste raciocínio. Eu consegui, mas tive de pensar muito e fiquei com dor de cabeça. Ou muito me engano ou o que se passa é o seguinte: os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos sem cobrar nada, e depois os bancos emprestam o mesmo dinheiro aos contribuintes, mas cobrando simpáticas taxas de juro. A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada.
Tendo em conta que, depois de anos de lucros colossais, a banca precisa de ajuda, há quem receie que os bancos voltem a não saber gerir este dinheiro garantido pelo Estado. Mas eu sei que as instituições bancárias aprenderam a sua lição e vão aplicar ajuizadamente a ajuda do Governo. Tenho a certeza de que os bancos vão usar pelo menos parte desse dinheiro para devolver aos clientes aqueles arredondamentos que foram fazendo indevidamente no crédito à habitação, por exemplo, e que ascendem a vários milhares de euros no final de cada empréstimo. Essa será, sem dúvida nenhuma, uma prioridade. Vivemos tempos difíceis, e julgo que todos, sem excepção, temos de dar as mãos. Por mim, dou as mãos aos bancos. Assim que eles tirarem as mãos do meu bolso, dou mesmo.

Ricardo Araújo Pereira

in Público, 16 Out 2008


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Em quem votaria? Obama ou Mc Cain

Obama ou Mc Cain?

Considera que o futuro presidente dos E.U.A poderá tomar decisões que nos vão afectar?


Deixe aqui a sua opinião!

Votos de uma excelente semana.

Saudações Cordiais,

Vizinha

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As extravagâncias do Governo em tempo de crise

O vasto e extravagante mundo dos pequenos gastos do Estado

"Há outras coisas para além de concertos pagos com o dinheiro dos contribuintes portugueses. Duas dessas compras, aparentemente mais extravagantes, provêm do Governo.O gabinete do primeiro-ministro, por exemplo, parece apostado em levar boa parte do “stock” do vinho tinto da Quinta do Vale Meão, um Douro já profusamente usado por José Sócrates durante a presidência portuguesa da União Europeia. Desta feita, no passado dia 2 de Setembro, foram adquiridos 6840 euros em garrafas, da colheita de 2006, "para oferta a entidades estrangeiras", directamente ao produtor Francisco Olazabal.Sucede que a compra pode ser um privilégio do primeiro-ministro. A Garrafeira de Campo de Ourique, uma loja-referência, em Lisboa, questionada sobre o preço da garrafa, respondeu que o Quinta do Vale Meão 2006 só começará a ser comercializado na segunda quinzena de Novembro. Este vinho, mas da colheita de 2004, foi o melhor classificado entre os vinhos portugueses no ranking anual da prestigiada revista norte-americana Wine Spectator, conseguindo a 19.ª posição.Bastante mais, no entanto, gastou a secretaria-geral do Ministério da Justiça em decoração. Oito carpetes custaram 22.265 euros numa compra concretizada no passado dia 22 de Setembro. O fornecedor foi a empresa Tapeçarias Ferreira de Sá, localizada em Espinho, especializada em tapeçaria decorativa, artesanal, através da técnica do nó manual. A qualidade da decoração portuguesa parece estar na origem de um outro pagamento mais inusual. Desta vez, trata-se da compra do serviço de "transporte de mobiliário e objectos pessoais", de um coronel do Exército, para Itália. O Estado-Maior General das Forças Armadas pagou 7300 euros pelo trabalho à Anditrans - Transportes Internacionais, Lda." passe pelo Público e leia o artigo na integra.


Votos de uma excelente semana apesar dos tempos de crise financeira que vivemos!
Saudações Cordiais,

Vizinha

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Sentido de Estado

Quem ouviu o Sr PR falar ficou ciente de:
1- Não brinca em serviço e muito menos na defesa dos interesses da Nação, mesmo quando as "minas e armadilhas" são montadas no interior.
2- Esclareceu de forma mundana e acessível "a Raia Miúda" das "possíveis habilidades" de uma maioria habilidosa que e contra a Constituição pretendia.
3- Quando se fala assim, (e sabe manter o "tabu" sem fugas de informação ate ao fim, sem qualquer tipo de preciosismo deixando a "nu" os ilustres "Entelegentes comentadores" não proxenetas mas vulgares chulos do herario publico e não só), estamos perante um Estadista e não um mero politico caseiro, iluminando as travessas e ruelas que outros seus antecessores faziam questão de gerir de forma tendenciosa e premeditada.
4- Assim o orgulho de ser PORTUGUÊS não se limita apenas a selecção dos tempos de Scolari.
5- É sempre bom recordar que Insular neste caso significa SER PORTUGUÊS e não vai seguir os péssimos exemplos dos que habilidosamente e de forma absolutamente atroz fizeram e geriram uma descolonização que a data de hoje quer colonizadores quer colonizados ainda pagam a factura.

Nota: Independente do partido de votar ou não na sua pessoa, foi democraticamente eleito por maioria e pura e simplesmente cumpriu com as funções para as quais foi eleito defender a Constituição sendo o garante da mesma.

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AR: 23 deputados nunca faltaram às sessões

De todos os líderes parlamentares, Bernardino Soares, do PCP, foi o único a estar presente em todas as reuniões plenárias.

Na lista dos deputados mais assíduos na bancada socialista constam Ana Maria Rocha, Custódia Fernandes, Fernanda Asseiceira, Fernando Jesus, João Bernardo, Jorge Strecht, Manuel José Rodrigues, Maria José Gamboa, Marisa Costa, Matilde Sousa Franco, Miguel Coelho, Odete João, Pedro Farmhouse, Vasco Franco e Ventura Leite.

No segundo maior partido, o PSD, são quatro os deputados que não falharam nenhuma reunião em São Bento: Fernando Antunes, Fernando Santos Pereira, Ribeiro Cristóvão e Vasco Cunha.

No CDS-PP, dois deputados estiveram em todas as reuniões: Abel Baptista e António Carlos Monteiro.

Heloísa Apolónia, do Partido Ecologista "Os Verdes", é outra das totalistas, tendo estado presente nas 109 reuniões plenárias.

A esta lista de deputados cumpridores podem ainda juntar-se os que só se ausentaram de São Bento em missão parlamentar. Dois são do PSD (Luís Carloto Marques e Pedro Quartin Graça) e quatro do PS (Marques Júnior, Miranda Calha, Osvaldo de Castro, Teresa Moraes Sarmento).

Nota: Assim vai a assiduidade na A R.

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10 de Junho: Dia de Portugal e das comunidades portuguesas


Cavaco Silva desafia portugueses a serem "exigentes e rigorosos" consigo próprios.

"Um país onde as instituições não sejam fiáveis; um país que não cresça e não inove, criando riqueza e oportunidades para todos; um país sem uma escola de onde saiam elites capazes de integrar a sociedade do conhecimento e lidar com as tecnologias mais avançadas, um país que não confia no seu próprio futuro, por muito que possa orgulhar-se do seu passado, dificilmente pode aspirar a uma intervenção relevante no plano externo", afirmou. "Temos de começar por ser exigentes e rigorosos connosco se queremos que o imenso património que herdámos e de que justificadamente nos orgulhamos se transforme num verdadeiro instrumento ao serviço do progresso e da prosperidade do nosso povo", apelou Cavaco Silva, no seu discurso na sessão solene do Dia de Portugal, Camões e Comunidades Portuguesas, em Viana do Castelo." in Público

Votos de um excelente dia de Portugal.

Saudações Cordiais,

Vizinha

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Marinho sempre ele

Risco de justiça pelas próprias mãos O Bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, alertou esta quinta-feira para o facto de alguns aspectos do novo mapa judiciário serem “muito preocupantes”, visto poderem incitar um sentimento de “justiça pelas próprias mãos”.

António Marinho Pinto afirmou no final de uma audiência com o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, na sede do partido em Lisboa, que deve permanecer pelo menos um tribunal em cada sede do concelho, pois trata-se de um órgão de soberania nacional, devendo até ser reforçados em algumas regiões do país, nomeadamente nas regiões do interior. O Bastonário acrescenta nas suas declarações que se teme que se “esteja a fazer com os tribunais o mesmo que se fez com o encerramento dos centros de saúde”.

O novo mapa judiciário pode criar situações delicadas, pois neste momento “há muitas pessoas presas por terem feito justiça pelas próprias mãos”. Ao serem fechados tribunais, as pessoas sentem-se desprotegidas e a justiça tem de ser feita pelo Estado, caso contrário “voltamos à barbárie”.

A proposta do novo mapa judiciário, que será apresentada na próxima terça-feira, prevê entre outras medidas, a conversão das 230 comarcas existentes em 35 tribunais regionais, devendo esta mudança ter início em Setembro com a realização de uma experiência-piloto em três das futuras circunscrições, designadamente no Baixo Vouga, Lisboa-Sintra e Alentejo Litoral.

NOTA: COMO PESSOA NÃO CONHEÇO ESTE SR. MAS NÃO DEIXO DE CONCORDAR COM QUASE TUDO O QUE TEM DITO DESDE QUE FOI ELEITO BASTONÁRIO. TEM SIDO DIRECTO E FRONTAL!!

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Mais Um na Corrida

Ex-alto-comissário anuncia criação de novo partido entre o PS e o PSD

O antigo alto-comissário para a Imigração Rui Marques anunciou hoje que pretende criar um novo partido, «Movimento Esperança Portugal», situado ideologicamente ao centro, entre o PS e o PSD, e que deverá concorrer às europeias de 2009

«O 'Movimento Esperança Portugal' [MEP] é um movimento humanista que quer estar ao centro do centro político, entre o PS e o PSD, para que a partir daí seja possível construir pontes e sublinhar mais aquilo que nos une do que aquilo que nos separa», disse hoje á Agência Lusa, Rui Marques.

O responsável explicou que o MEP é um projecto «de gente comum» que decidiu dar um passo em frente e que «quer transmitir esperança, no sentido de que a política é uma responsabilidade de todos nós e não só de alguns».

De acordo com Rui Marques, o objectivo do MEP passara sempre por afirmar «a construção em vez da oposição» e acreditar que «um País melhor é possível»...

Nota: Sera mais um ou apenas antecipação a Manuel Alegre



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Há quem lhe chame outras coisas mas agora parece ser "Sofrível gestor"







José Sócrates: Sofrível Gestor

Constança Cunha e Sá surpreendeu-me logo pela manhã com a seguinte afirmação:

" O Engenheiro Sócrates não é mais do que um sofrível gestor de um sistema desacreditado".
Bem, na minha opinião é discutível.
Qual a sua opinião?
Como classifica o nosso Primeiro- Ministro?
Acredita no nosso sistema?
Já parou para pensar em alguma destas questões? Talvez seja tempo de o fazer.

Votos de um excelente fim-de-semana.

Vizinha

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Pensamento do dia! Vá...vitalicio! Ou talvez não...

"A penalização por não participares na política, é acabares a ser governado pelos teus inferiores".
(Platão)

Mas começo a duvidar da teoria platónica...ai começo começo...33 anos para provar "isto"?
- Já é um abuso, não há pachorra!!!
"Um asno anarca"...havia de ser bonito, não havia ferrador que aguentasse...!

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Mensaje del Comandante en Jefe

Queridos compatriotas:

"Les prometí el pasado viernes 15 de febrero que en la próxima reflexión abordaría un tema de interés para muchos compatriotas. La misma adquiere esta vez forma de mensaje.

Ha llegado el momento de postular y elegir al Consejo de Estado, su Presidente, Vicepresidentes y Secretario.

Desempeñé el honroso cargo de Presidente a lo largo de muchos años. El 15 de febrero de 1976 se aprobó la Constitución Socialista por voto libre, directo y secreto de más del 95% de los ciudadanos con derecho a votar. La primera Asamblea Nacional se constituyó el 2 de diciembre de ese año y eligió el Consejo de Estado y su Presidencia. Antes había ejercido el cargo de Primer Ministro durante casi 18 años. Siempre dispuse de las prerrogativas necesarias para llevar adelante la obra revolucionaria con el apoyo de la inmensa mayoría del pueblo.

Conociendo mi estado crítico de salud, muchos en el exterior pensaban que la renuncia provisional al cargo de Presidente del Consejo de Estado el 31 de julio de 2006, que dejé en manos del Primer Vicepresidente, Raúl Castro Ruz, era definitiva. El propio Raúl, quien adicionalmente ocupa el cargo de Ministro de las F.A.R. por méritos personales, y los demás compañeros de la dirección del Partido y el Estado, fueron renuentes a considerarme apartado de mis cargos a pesar de mi estado precario de salud". Na integra AQUI


Com este comunicado este "Histórico", assume a passagem de testemunho. A historia se encarregara de julgar o seu controverso legado.


Veja aqui a biografia de Fidel.


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Vitor Reis Silva na Assemblia Municipal da Covilhã

Intervenção na Assembleia Municipal de 15 de Fevereiro

Exmo Senhor Presidente

Senhores Deputados Municipais


Estamos perante um governo de forte pendor restaurador do poder económico dos mais privilegiados.

Esta perspectiva sobre a actividade governativa poderá ter uma outra leitura, ou seja:

Estamos perante um governo que, optando pelos mais abastados, pelos mais ricos, se esqueceu dos mais necessitados, dos mais fracos, ou seja, da maioria da população.

Num conceito muito específico e estranho de proximidade investe nos grandes centros urbanos (mais próximos dos centros de decisão) e encerra serviços públicos periféricos (mais distantes dos centros de decisão).

Em nome da modernidade, da eficácia e eficiência dos serviços, encerra os que se encontram próximos dos cidadãos, e logo mais acessíveis.

Afirma-se que se estão a criar centros de excelência, contudo, esquece-se, que esses centros se encontram afastados do cidadão, que persiste em viver na periferia, ou porque não tem recursos ou porque já não tem idade para tais mudanças.


O governo concentra nas duas grandes cidades (Lisboa e Porto) e nas capitais de distrito serviços essenciais às populações, invertendo a tendência de dezenas de anos de aproximação às populações para que fosse possível o usufruto generalizado do direito à educação, à saúde, à justiça, às tecnologias da comunicação e ao bem estar proporcionado por infra estruturas básicas (rede de água, de electricidade, de esgotos, estruturas desportivas, etc).

Dirão alguns que hoje, com as vias de comunicação existentes, já não estamos tão afastados dos tais centros de excelência.

Esquecem-se, contudo, que a maioria não tem transporte próprio nem transporte público adequado, e que as populações periféricas estão a envelhecer e a empobrecer, e logo, também por estes factores, mais dependentes de serviços que devem manter-se próximos das pessoas.

Nesta perspectiva centralizadora, de redução progressiva de serviços, na tentativa de redução de despesas com recursos materiais e humanos, estamos todos a caminhar para Lisboa e para o Porto porque só ali se podem concentrar as tecnologias mais avançadas e a massa crítica que as domina.

E assim se aproximam os serviços dos que, de facto, decidem e podem pagar.

É a proximidade dos serviços da elite bem pensante e dos que engordam na bolsa e nesta economia de casino em que vive o mundo globalizado, porque, meus senhores, só estes podem pagar serviços de qualidade e de excelência.

E os serviços, como é evidente, na perspectiva capitalista e do conceito da mais valia, só podem ser rentáveis.

Tudo se paga, desconhecendo o cidadão como e onde se aplicam as receitas obtidas através dos diferentes tipos de impostos, taxas e tarifas.

Senhor Presidente
Senhores Deputados

O conceito de centralidade também se pode encontrar em alguns exemplos no nosso Concelho e na política perseguida pela maioria PSD que nos (des) governa.

- A indústria de lanifícios e dos têxteis concentra-se, a passo de corrida, nas mãos de um único grupo económico, deixando um rasto de falências que se traduzem em desemprego, em dívidas a trabalhadores e na miséria de dezenas de famílias.

A instalação de novas empresas nos parques da Covilhã ou do Tortosendo, constituídas na base das novas tecnologias que possibilitam elevada rentabilidade, não absorvem a mão de obra que fica desempregada e que carece de reconversão que muitas vezes a idade já não possibilita.

- O comércio concentra-se nas grandes superfícies com a venda de bens, ferramentas e máquinas produzidas a milhares de quilómetros, numa concorrência desnivelada e desleal com o sector produtivo e de retalho local, provocando nestes sectores o encerramento da produção e de pequenas e médias empresas, criando mais desemprego e mais dependência local face aos grandes grupos de distribuição de bens e serviços.

A instalação das grandes superfícies no Concelho da Covilhã criou sérios problemas ao comércio local sem existir, por parte da Câmara Municipal, preocupações sérias em o salvaguardar.

Já lá vai o tempo em que, quando o PS geria a Câmara Municipal, os eleitos do PSD defendiam que a Câmara só deveria licenciar qualquer grande superfície mediante estudo do impacto na economia local, nomeadamente no comércio tradicional. Chegados ao poder esqueceram-se dos estudos e das suas preocupações.

A isto, sim, se chama hipocrisia e desonestidade intelectual, cívica e política.

Que fique para a história e na memória daqueles comerciantes, e respectivas famílias, dos que já encerraram e daqueles que se encontram em vias de encerrar que o licenciamento destas superfícies se concretizou sem o mínimo cuidado e protecção da economia local, por parte da Câmara Municipal.

De facto, esta Câmara Municipal gerida pelo PSD licenciou os interesses da SONAE e de outros grupos económicos esquecendo-se dos Covilhanenses.


E que dizer da expansão urbana ?

Não existe concentração do investimento no nosso Concelho?

O eixo TCT não foi afinal um grande negócio imobiliário?

Onde se encontra, hoje, a via rápida entre o Tortosendo e o Teixoso?

A aposta no parque industrial do Tortosendo, sem outras alternativas no Concelho, não está a criar a concentração de pessoas e serviços?

Não será verdadeira a tese que a concentração de investimento no eixo TCT está a deslocalizar populações para esta área?

Não é visível?

Não estamos a condenar as freguesias rurais a meros dormitórios e, de forma progressiva, com o encerramento de serviços de educação e saúde, a locais de mero convívio de idosos?

Não estamos a criar problemas estruturais nesta área?

Onde estão os serviços públicos (Infantários, escolas, estabelecimentos de saúde, espaços verdes, espaços desportivos e de lazer) de apoio a esta população, que de forma progressiva se vai instalando na área da Grande Covilhã?

E o negócio no sector do imobiliário e a corresponde pressão na área do licenciamento urbanístico, será tão rentável que justifica a ameaça a pessoas e famílias?

A ser verdade, o que hoje se conhece e é público, da intimidação, coacção e ameaça de um eleito, por questionar e denunciar irregularidades no âmbito do urbanismo municipal, indicia o facto real da existência de grandes interesses na área do município.

Eu próprio denunciei junto da tutela várias situações que me parecem merecedoras de investigação e de verificação da sua conformidade legal, algumas fazem parte do tal relatório da IGAT que o Senhor Presidente procurou minimizar e ridicularizar nesta Assembleia Municipal.

E, afirme-se, novamente, hoje, que alguns dos procedimentos denunciados continuam a ser prática da maioria municipal, nomeadamente, o de entregar obras e serviços, que exigem, pelos seus valores, procedimentos concursais e nunca o ajuste directo informal.

Informal, porque o concurso faz-se posteriormente para se dar cobertura administrativa à decisão arbitrária e da escolha preferencial.

Contudo, felizmente, se descontar alguns comportamentos agressivos e prepotentes de eleitos do PSD, da tentativa de limitação da minha intervenção politica, sem espaço de trabalho e com lacaios transformados em vigilantes atentos, e tentativa de condicionamento face a processos públicos de índole pessoal e de coincidências estranhas na área policial, nunca tive ameaças pessoais e à minha família.

Porque sei, senti na pele, a pressão que é exercida e o desgaste pessoal ao nível psico – fisiológico e familiar, não quero deixar de manifestar a minha solidariedade ao vereador Dr. Vitor Pereira face à situação vivida.

E que dizer da noticia do eventual exercício de coacção do Vice – Presidente, Prof. João Esgalhado, a um cidadão, em sede de processo de licenciamento de obras?


Participando, desde 1984, na vida autárquica, e com maior incidência no período 1998 a 2001, enquanto vereador, já nada me surpreende.

É difícil, se não impossível, provar a tese de que muitos dos apoios dos eleitos nas Câmaras Municipais têm origem nos processos de obras.

Contudo, quando se conhecem processos como aquele que foi divulgado esta semana pelo Jornal do Fundão, apetece dizer, finalmente, alguém tem dignidade e a coragem para defender os seus direitos sem ceder à eventual existência de coacções e de qualquer chantagem.

Deverá, contudo, provar-se o que se afirma.

Alguns destes temas, nomeadamente os que se referem ao conceito de centralização de serviços, irão fazer parte do discurso de eleitos do PS e dos PSD, chamando para a discussão factos e argumentos que, naturalmente, os dividem, timing, o método e os boys, porém estão todos de acordo quanto às medidas substanciais.

No fundamental estão juntos.

No voto contra às propostas dos deputados do PCP de investimentos para o Concelho, em sede de discussão do PIDDAC.

No acordo de aprovação da nova Lei para as Autarquias Locais onde deixam de lado os Presidentes da Junta de Freguesia

Na ratificação do Tratado de Lisboa que não interessa referendar porque se tem medo do povo

No Pacote Laboral com redução dos direitos dos trabalhadores

No encerramento de urgências

No pacto de regime para a Justiça


Covilhã, 15 de Fevereiro de 2008

Os eleitos da CDU

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