"1º Torneio de Tiro ao Alvo Desportivo da Bouça"
Ementa do Restaurante Tipico Varanda da Estrela durante a estadia da selecção na Covilhã
Diz-me quanto ganhas, dir-te-ei onde vives...
Salários médios baixos. Quem trabalha por conta de outrem na Beira Interior onde ganha mais é em Vila Velha de Ródão, Guarda, Castelo Branco e Covilhã (entre 1.030 e 733 euros). No Fundão, o salário médio está abaixo dos 700 euros. Fomos ao encontro dos que tentam vencer o desemprego pelos próprios meios, abrindo negócios. Também aqui nem tudo é um mar de rosas. O roteiro do rendimento possível e do desemprego neste interior que não é igual entre si
PARA além dos números, encontramos as pessoas. Para além da frieza matemática, apuram-se os gestos do quotidiano, as buscas mais ou menos consequentes de emprego, do pagar das contas, de vidas que não se concebem sem uma ocupação. As intempéries da alma são mais do que as desejadas para quem se vê olhos nos olhos com o desemprego.
Há mais vida para além dos números, mas são esses números que traduzem a vida. A Beira Interior, microcosmos neste vasto turbilhão de impactos negativos económicos e financeiros, vai convivendo com as suas realidades, as suas realidades possíveis, tal como outros terão que o fazer. Mas há as pessoas. E a realidade é a que é... É a que se sente na rua. E as dificuldades conjunturais e estruturais são as que são e as que se sabem. E as que se sentem. E as que são traduzidas por palavras. Quem não partir, à semelhança de muitos que já o fizeram, é nesta região que descobrirá e testará os limites da sua progressão, os limites do seu sonho, e será aqui que terá que não soçobrar ao desencanto. É nesta mesma região que procurará o rumo. E é nesta mesma região que soltam muitas realidades. E mesmo dentro do contexto de interioridade, as oportunidades são distintas.
Vereador da C M Covilhã Põe Dedo na Ferida
A factura da água aumentou - Verificou? Comparou? Foi Informado(a) ?
É de facto motivo de revolta. Não sei se a imprensa escrita da nossa região irá dar destaque ao texto que envio como anexo. Daí a necessidade da maior divulgação possível.Num Concelho com tanta água e num ano de tanta pluviosidade o que justifica os aumentos verificados na factura?
Só a ganância e o lucro fácil podem justificar aumentos de 8%. Aqui está um dos efeitos da venda de 49% da ADC a uma das empresas do grupo Somague que, lembre-se, também tem a concessão do tratamento das águas residuais (esgotos) - Águas da Serra e os silos do Pelourinho e shoping do Sporting - Parc C
(Quem administra a Covilhã ?????)
Quando lutámos contra a privatização tínhamos a noção de que iríamos pagar a água mais cara. Mas. nem todos perceberam isso. Contudo recolhemos 6.000 assinaturas contra o negócio. Apesar disso o Sr Pinto, utilizando a maioria PSD, concretizou o negócio.
Ficou com uns milhões de Euros para obras de utilidade e necessidade duvidosa e assim se renovam mandatos à custa da venda do património concelhio e do esforço da população que se traduz, neste caso, na factura de água.
É preciso e necessário informar e denunciar mais este "mete a mão no bolso" na população do Concelho quando "o cenário" montado pelo grande capital que nos desgoverna é o de congelamentos de salários e de reformas.
É necessário dizer ao Sr Pinto que já basta de atropelos e que já estamos fartos da sua politica municipal, assim como dos outros a nível nacional, de subjugação aos interesses dos privados lixando as populações.
Vitor Manuel Reis Silva, Eleito do PCP na Assembleia Municipal da Covilhã
A VERDADE NÃO SE ESCONDE. É COMO O AZEITE_A Comissão de Freguesia do Tortosendo do PCP
Afirma a JFT que não tem capacidade financeira para pagar ao pessoal necessário ao funcionamento daquelas actividades e exige do IEFP “facilidades” para continuar a assegurar o serviço com trabalhadores desempregados subsidiados e exige do Ministério da Educação (ME) reforço das transferências financeiras.
Esta actuação da JFT é incompreensível quando se sabe e se encontra legislado que a responsabilidade pelo serviço de refeições e AECs e pessoal auxiliar necessário é da Câmara Municipal da Covilhã com o financiamento do Ministério da Educação(ME).
A JFT aceitou a delegação de competências proposta pela Câmara para aqueles serviços e recebe desta as verbas por eles (CMC e JFT) negociadas. Se a JFT aceitou a responsabilidade da Câmara sem assegurar o financiamento procedeu de forma incompetente. Não pode, por esse facto, atribuir responsabilidades só a terceiros (IEFP e Ministério da Educação/Agrupamento de Escolas do Tortosendo) tentando iludir sobre as suas próprias responsabilidades.
Recordamos ainda que a JFT já tinha conhecimento atráves da Portaria nº 128/2009 de 30 de Janeiro que estas alterações entrariam em vigor, não se justificando a razão de não se tomarem medidas no início do ano lectivo.
Sendo insuficientes as verbas para as competências delegadas deverá a JFT exigir/negociar/reivindicar junto da Câmara Municipal da Covilhã o reforço do apoio financeiro necessário ou devolver à mesma as competências delegadas.
O Partido Comunista Português e os independentes que participaram nas últimas eleições autárquicas no quadro da CDU discordam da transferência de competências do Ministério da Educação para as Câmaras Municipais na área da educação, por ser uma evidente desresponsabilização numa função do Poder Central. A existência, na mesma escola, de pessoal afecto às autarquias e de outro sob a responsabilidade do Ministério da Educação só tem dado problemas ao nível da sua gestão, o que não tem contribuído para a qualidade do serviço prestado às crianças.
Por isso, afirmamos, que o serviço de refeições, as AECs e a CAF (Componente de Apoio à Família) deveriam estar enquadrados e assumidos pelo Ministério da Educação.
Também discordamos dos rácios definidos pelo ME para calcular as necessidades de trabalhadores não docentes nos estabelecimentos de ensino. É impossível e a prática tem-no demonstrado, ter as escolas a funcionar com o número de trabalhadores indicados por aqueles rácios, que têm como objectivo a diminuição artificial das necessidades existentes, para aliciar as Câmaras Municipais a aceitar as responsabilidades pelas escolas do 1º,2º e 3º Ciclos como já acontece em outros Concelhos do nosso Distrito. Entendemos ainda que face ao nº total de alunos nas duas escolas os próprios rácios definidos pelo ME não estão a ser respeitados.
É inadmissível, porque mantém a precariedade e não cria emprego, o recurso do Ministério da Educação e das autarquias (neste caso a Junta de Freguesia do Tortosendo), aos desempregados subsidiados, para a ocupação de lugares onde desempenham funções com carácter permanente. Trata-se da exploração abusiva de trabalhadores fragilizados pela situação de desemprego, que deveriam ter os mesmos direitos dos colegas que desempenham as mesmas funções.
Lamentamos e não aceitamos como legítima e coerente a acção da Junta de Freguesia do Tortosendo neste processo com a utilização e manipulação dos pais e encarregados de educação em reivindicações mal dirigidas e orientadas visando esconder a má gestão, aligeirar incompetências, libertar-se de compromissos eleitorais e lançar “uma cortina de fumo” para esconder os verdadeiros responsáveis pela situação criada, a Junta de Freguesia do Tortosendo e a Câmara Municipal da Covilhã.
A Comissão de Freguesia do Tortosendo do PCP
Covilhanices
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MISSÃO SORRISO
Objectivo: São objectivos deste projecto alargar a idade de atendimento/internamento no Serviço de Pediatria para 17 anos e 364 dias, diferenciar as áreas de internamento, em função dos grupos etários dos utentes e fomentar a permanência dos progenitores durante o internamento das crianças, adolescentes e jovens. Descrição: O projecto contempla a reestruturação do espaço físico, criando 3 áreas diferenciadas para lactentes/recém-nascidos, crianças e adolescentes/jovens, com quartos individuais e instalações sanitárias próprias, garantindo-se a privacidade dos doentes e acompanhantes e a permanência dos pais no mesmo quarto, durante o período nocturno.
Crise??????
O relatório e contas 2008/2009 da SAD do FC Porto indica que a parte fixa da remuneração dos quatro administradores com salário totaliza 1 075 815 euros e a componente variável atinge 840 mil euros.
Remunerações em 2008/09 dos administradores das SAD dos "três grandes" (em euros):
Jorge Pinto da Costa, 700 000.
Adelino Caldeira, 420 000.
Fernando Gomes, 420 000.
Reinaldo Teles, 375 815.
Jaime Lopes, não remunerado.
SLBenfica
Luís Filipe Vieira, não remunerado.
Rui Manuel Cunha, não remunerado.
Domingos Soares de Oliveira, 291 641.
Rui Costa, 235 777.
Maria Teresa Claudino, 145 848.
SportingCP
Filipe Soares Franco, não remunerado.
Miguel Ribeiro Telles, não remunerado.
Rita Corrêa Figueira, 165 620.
Carlos Freitas, não remunerado.
Pedro Mil-Homens, não remunerado.





















