Preço da Agua na Covilhã
Para quem tem duvidas o blog SER COVILHÃ fez um desenho.
Se eventualmente ainda continuarem com duvidas, pedimos para ser " animado".
O presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto, anfitrião deste encontro, fala da importância da aposta na inovação para as empresas no contexto actual de mercado global e dos investimentos no concelho
JORNAL DO FUNDÃO – Que importância assume a realização desta conferência e o tema em debate no actual contexto económico-social?
CARLOS PINTO – É muito importante esta Conferência e o tema muito actual. Internacionalização e Inovação são elementos essenciais de saída para a economia portuguesa, num quadro de competitividade acrescida e de escassez de oportunidades no mercado interno.
De uma maneira geral acha que as empresas do concelho da Covilhã têm apostado na inovação?
As empresas da Covilhã estão sujeitas a exigências de mercado onde a sobrevivência depende da sua capacidade de se adaptarem e modernizarem. Esta é uma condição permanente bem sentida sobretudo pelo sector industrial. Mas existe um ambiente geral indesligável da própria cultura empresarial da cidade, que conduziu a esmagadora maioria das empresas a acompanharem não só a inovação vinda do exterior, como a promoverem a sua própria acção inovadora num contexto de adaptação concorrencial.
O Parkurbis é hoje uma referência no apoio e criação de empresas inovadoras em diversas áreas. Como tem sido o percurso desta instituição? E que aceitação tem tido por parte dos empresários que querem apostar na região?
O Parkurbis já não é, apenas, uma simples promessa, mas ainda não é um êxito empresarial fulgurante. Mas para lá caminha, com o tempo necessário. Nascido por nossa iniciativa, daria um livro sobre como a acção pública estadual neste domínio é um caso sério de défice de inovação e de ausência de promoção pró-regiões. Talvez mesmo de indiferença. Se existisse uma definição clara do Governo, quanto às regiões do País onde se faz, e o quê, tudo seria mais fácil. Consta que estará o Governo apostado em novas tecnologias e inovação, como matriz discursiva de desenvolvimento, mas depois pergunta-se pelo quadro orientador regional para se saber das competências e seus pilares institucionais, olha-se, e é o vazio. A Finlândia, como modelo citado tantas vezes, nem sequer deu para copiar, como inspiração, neste domínio das políticas públicas de orientação industrial para a inovação em cluster. Deste modo, o percurso do Parkurbis tem sido o de fazer o máximo pela captação de novas empresas com resultados muito positivos. Ainda em Abril uma nova empresa de softwarehouse, será recebida no novo edifício criando mais 15 empregos com quadros especializados. Os empresários da Região reconhecem hoje o Parkurbis como um projecto para localizar empresas com estruturas de acolhimento inigualáveis no Interior do País. Conseguimos um dos elementos essenciais para o sucesso deste tipo de iniciativa: um ambiente envolvente vocacionado para as novas tecnologias, capaz de competir com qualquer estrutura deste tipo, existente na Europa.
Na sua opinião o que é necessário para uma empresa se internacionalizar com sucesso?
Depende do que estamos a falar. Se internacionalizar é exportar, sendo esse o núcleo central da empresa, então falamos de produtos ou serviços competitivos e estruturas comerciais e logísticas adequadas. Se falamos de criar e produzir nos e para os mercados internacionais, o elemento essencial é dispor de recursos humanos muito qualificados e músculo financeiro muito forte, para além de capacidade de afirmação comercial, qualidade dos produtos e rigor logístico.
Considera que as PME (as empresas em geral) em Portugal são devidamente apoiadas?
As PME’s parece que agora estão na moda. Mas elas deviam ser a moda a todo o tempo. Quero eu dizer que se olharmos o tecido produtivo do País desde há 30 anos o que encontramos é uma base de empresas assim designadas que foi capaz de crescer nas exportações, fixar emprego e raramente pedinchar o que os grandes grupos vão consumindo de apoios estaduais. Deste ponto de vista, pouco se tem feito por esta base essencial da nossa economia. E, nos últimos tempos, e até à plena consciencialização da gravidade da presente crise, o que se ouviu foi o discurso de País milionário para as galáxias empresariais dos petróleos, dos chips, dos aviões e dos pin’s turísticos ao mesmo tempo que se olvidava o têxtil, o calçado, as mármores, as pescas, a agricultura…
Sem embargo do lugar para todos, não perceber que a mudança de matriz económica e empresarial no nosso País tem que partir da realidade existente, fazendo-a evoluir, é cometer erros de estratégia de desenvolvimento que se pagam caro, como está a acontecer entre nós.
Que apoios dá a autarquia às empresas no concelho?
Temos procurado elementos diferenciadores na oferta do concelho como destino de investimento, para além do solo empresarial, das isenções nas taxas e outras incidências quanto a recursos humanos e majorações fiscais de âmbito regional. O que oferecemos, sobretudo, é uma total envolvência de técnicos especializados e um ambiente geral de apoio ao investidor quer seja nos sectores tradicionais, ou nas novas tecnologias. Para além da Covilhã ser hoje uma cidade onde investir significa, um espaço de qualidade global, quer para as famílias, os técnicos, os empresários.
Quais são os desafios que se colocam ao investimento na região?
O quadro geral do País agravou as condicionantes existentes já de si pouco favoráveis, mas a verdade é que as dificuldades estruturais históricas continuam a pesar. Enquanto não houver consciência de que a evolução do quadro empresarial é hoje muito diferente do que era no passado enquanto a máquina da burocracia do Estado permanece essencialmente a mesma, apesar dos retoques em que se traduzem as reformas simplex, não mudaremos em termos substanciais. Mas existe a consciência que, sem investimento, consumo e reforço da capacidade exportadora, não daremos o salto.
In JF
Covilhã, 1 Fev (Lusa)
A Turistrela e a Câmara da Covilhã contestam o número de vezes que as estradas na Serra da Estrela fecham devido à neve, mas a GNR diz zelar pela segurança e que as queixas "não fazem sentido".
Segundo o registo do Centro de Limpeza de Neve, a que a Agência Lusa teve acesso, o fecho totalizou nove dias em Janeiro, afectando três dos cinco fins-de-semana do mês - os períodos mais comuns para passeios.
Artur Costa Pais, administrador da Turiestrela, disse hoje à Lusa que a estrada para a Torre "podia estar aberta mais vezes", mas a GNR mantêm-na fechada "por falta de conhecimentos" e porque "faltam meios ao Centro de Limpeza de Neve".
"A solução é como se faz lá fora: um concurso público internacional e concessionar o serviço a empresas espanholas ou francesas que tenham anos de experiência em destinos semelhantes à Serra da Estrela", sugere.
Com as estradas fechadas, a estância de esqui e outros serviços não funcionam e Artur Costa Pais queixa-se de elevados prejuízos.
"Estes senhores nunca visitaram uma estância lá fora. Estão habituados a gerir estradas das aldeias e pouco mais. Estão a matar-nos", refere.
Em comunicado, a Câmara da Covilhã anunciou sábado que vai "responsabilizar o Ministério das Obras Públicas pelos prejuízos causados à economia regional" e exigir medidas para que não se repitam.
Caso contrário, "a Câmara da Covilhã encara a possibilidade da sua gestão em condições que permitam a salvaguarda dos interesses regionais".
"A GNR só abre a estrada quando o alcatrão está seco e isso não pode ser", sublinha Artur Costa Pais, dando como exemplo o último sábado, em que apesar da manhã soalheira as estradas estiveram fechadas.
"Algumas curvas tinham um pouco de neve. Mas qual é o problema", questiona. "Lá fora andamos com 15 e 20 centímetros de neve", refere, acrescentando: "As pessoas não andam a 200 à hora na Serra da Estrela"
"Pelo menos podiam deixar passar os jipes e carros com correntes, mas nem isso", refere o empresário.
Questionado sobre quem assumiria responsabilidades em caso de acidentes, aquele responsável responde: "Mas e se chove? Em qualquer auto-estrada há problemas e o que é que havemos de fazer", pergunta.
"As estradas podiam estar abertas mais vezes, com segurança, mas não abrem", conclui. "Não há situações dessas", contrapõe o tenente-coronel Hélder Almeida, comandante distrital da GNR em Castelo Branco, à Agência Lusa.
"Não sei quem suporta os prejuízos" inerentes ao fecho de estradas. "Mas não podemos permitir o acesso à Torre se não for garantida a segurança. Há vários interesses legítimos na Serra da Estrela, conciliáveis em várias circunstâncias e noutras não", acrescenta.
Hélder Almeida garante que há uma "preocupação permanente em ter as estradas abertas, sempre que possível" e considera que "as queixas não fazem sentido, estão desprovidas de contexto. Ninguém nos pode acusar de descoordenação", sublinha.
Em seis anos de trabalho conjunto da GNR e Estradas de Portugal, "houve cerca de 100 acidentes na Serra da Estrela, 97 dos quais apenas com pequenos danos materiais. Nunca houve acidentes graves, nem queremos que haja, porque a responsabilidade será assacada a nós".
Presentes no Centro de Limpeza de Neve ao lado da GNR, na última noite, os directores de estradas de Castelo Branco e Guarda remeteram declarações para outra oportunidade.
O Centro tem actualmente seis limpa-neves, três máquinas rotativas e 17 homens."
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Depois de ser ler esta notícia creio que está mais claro que água o motivo pelo que o sr. administrador da Turistrela se vem pronunciar. Não está a perceber porquê? Então vou transcrever o que foi referido pelo referido senhor:
"Com as estradas fechadas, a estância de esqui e outros serviços não funcionam e Artur Costa Pais queixa-se de elevados prejuízos."
Aqui está, o problema para este senhor das estradas estarem fechadas não é o de virem pessoas de longe e ficarem a ver a neve à distância... o problema para este senhor é que se as estradas tiverem fechadas, ele não ganha €€€'s da estância e afins!
Em relação às declarações ridiculas que tal fulano proferiu, tanto na televisão como na imprensa, nem vale a pena comentar, uma vez que só vem demostrar o nível que tem.
Agora o que não entendo é o porquê da Câmara da Covilhã se vir juntar a este senhor.Quando a certa altura se lê em comunicado que "a Câmara da Covilhã vai responsabilizar o Ministério das Obras Públicas pelos prejuízos causados à economia regional", não entendo a que "economia regional" se está a referir. Será que a "economia regional" para a Câmara da Covilhã é apenas o que se factura lá em cima na Torre?! É que para mim "economia regional" é algo diferente.
Ora vejamos, se os turistas vieram à Serra da Estrela (que não é só a estância e Torre) e não puderam subir, onde é que irão "aproveitar" o tempo? Será que ficam nos Piornos, dentro dos carros à espera que a estrada abra e subam em debandada Serra a cima? Não creio... Pelo que creio e pelo que vi, descem até à Covilhã e "deixam" bastantes €€€'s cá em baixo!!! Claro que esses €€€'s não entram nos cofres da Turistrela, mas será que a "economia regional" que a Câmara da Covilhã vem apregoar não está salvaguardada também pela cidade?!
Tenham vergonha tanto Turistrela e Câmara da Covilhã por se virem a armar em entendidos em Limpeza de Estradas! O problema desta Serra continua a ser sempre o mesmo. Enquanto os macacos andarem a saltitar de galho em galho e não souberem ser entendidos naquilo que efectivamente deviam ser, esta Serra (ou serrinha) não passará da cepa torta em que está mergulhada!
Muito mais averia para referir, mas por falta de tempo (e paxorra) vou ficar por aqui.
Gostaria apenas de deixar umas questões no ar para os leitores poderem ir meditando:
1- quando o sr Artur Costa Pais refere que "a solução é como se faz lá fora: um concurso público internacional e concessionar o serviço a empresas espanholas ou francesas que tenham anos de experiência em destinos semelhantes à Serra da Estrela", o que gostaria de saber é se a concessão que a empresa da qual ele é administrador, também foi atribuída através "dum concurso público internacional" tal e qual "como se faz lá fora"?
2- quando o sr Artur Costa Pais refere que "estes senhores nunca visitaram uma estância lá fora", o que eu gostaria de perguntar é se ele lá fora também vê Hummer a descer pelas pistas das estâncias (para impressionar as miúdas que vão lá dentro), tal como já aconteceu várias vezes na estância da Serra da Estrela?
3- já agora, quando a telecadeira Piornos Torre estiver feita, acabada e a funcionar que irá suceder? Já estou a adivinhar que em dias de vento a estrada terá que abrir, para os turistas poderem subir até à Torre e depois teremos novamente o discurso da treta a referir que "a culpa é do vento... a culpa é dos limpa-neves... bla bla bla"
Ps: Creio que mais importante do que ter estradas abertas, o importante era haver uma campanha de sensibilização (tanto ao nível da imprensa como da televisão) para quem vem visitar a Serra da Estrela! Talvez seja interessante ler-se esta notícia e perceber-se porque é que muitas vezes a estrada não abre, enquando as condições de segurança não estiverem asseguradas. Já agora, convém recordar o que aconteceu no ano passado através dos números...
"Roubado" Aqui
António Lopes lembra ao NC a sua infância, os tempos de sindicalista e esclarece que não é candidato à Câmara da Covilhã. O conhecido empresário defende ainda políticas governamentais que tornem as empresas mais competitivas. Os negócios, diz, ressentiram-se da crise. Tal como alguns investimentos imobiliários. Por isso projectos como a requalificação da Garajem de São João ou a construção do campo de golf Quinta do Ourondinho aguardam melhor para serem concretizados Nasceu em Unhais da Serra e começou a trabalhar aos dez anos. A fazer o quê? Arredado destas “lides” cibernautas a longo tempo, foi com grande estupefacção que me apercebi da intervenção do Prof. Vítor Reis Silva e passo a citar:
COLIGAÇÃO DEMOCRÁTICA UNITÁRIA
1 – Período Antes da Ordem do Dia
Exmo Senhores Deputados Municipais
Nesta curta intervenção queria chamar a atenção da Câmara Municipal para duas situações:
Primeira – Para o facto de o único Pavilhão Municipal, propriedade da Câmara, localizado na freguesia do Paul, em terreno cedido pelo Ministério de Educação se encontrar a em degradação progressiva.
Uma das últimas tempestades levantou mais duas placas provocando mais infiltração de água.
A situação actual não pode manter-se
Por seu lado A Rádio clube Cova da Beira diz:
Enfim, perante um quadro tão patético penso que a medida é adequada e exemplar para com o índice de utentes do referido PAVILHÃO. Neste contexto e para alicerçar o meu pensamento decidi ir ao Site oficial da C M Covilhã buscar estes elementos:
Jardim-de-infância de Paul (EB1/JI)
Nível: Pré – Escolar - Nº de Alunos: 13 [2007/2008] - Localização: Paul
Escola Básica do 1º ciclo de Paul (EB1/JI) - Nº de Alunos: 53 [2007/2008]
Localização: Paul
REDE ESCOLAR ENSINO BÁSICO 2º E 3º CICLOS E SECUNDÁRIAS - EM ACTUALIZAÇÃO
CENTRO PAROQUIAL DE ASSISTÊNCIA NOSSA SENHORA DAS DORES
- Creche - 27; - Jardim de Infância - 26; - ATL - 29;
Isto implica dizer que neste ano lectivo o Paul tem ate ao final do 1º Ciclo qualquer coisa como 148 “garotos” inscritos no Ministério da Educação, Residentes no Paul e confirmados pelos Serviços Camarários. Falta aqui adicionar o numero de alunos residente e inerente a REDE ESCOLAR ENSINO BÁSICO 2º E 3º CICLOS E SECUNDÁRIAS que se encontra em Actualização no referido site e certamente o trabalho é muito para 3 meses após o inicio do ano escolar ainda se manter nesta situação. Devo depreender que o nr de alunos deve ser elevado.
Posto isto conclui que o nosso “Burgo” peca por “falta de canalha” em comparação com as freguesias vizinhas onde em alguns casos já se atribuem “rebuçados financeiros” como aliciamento a procriação. Mais ainda, a nossa canalha sendo em tão grande numero é um “alvo” a abater pois destoa infelizmente na desertificação cada vez mais real deste Concelho.
Há ainda a acrescentar a estes números, os utentes que pagam para a utilização do pavilhão para a pratica desportiva em virtude dos inúmeros centros comerciais, cinemas, teatros e afins se encontrarem encerrados por falta de licenciamento.
É CASO PARA DIZER VÃO “BRINCAR” COM O “TOTTA” (para ser simpático).
POR ULTIMO E O MAIS GRAVE
Ao que chega a insensibilidade humana. Vou ter o cuidado para saber (e se for possível alguém poder ajudar-me neste assunto agradeço), quais os valores monetários atribuídos como donativos as instituições ou associações ditas de interesse publico, cujo única actividade conhecida é de taberna e no campo do desporto se traduz “entre a elevação de umas minis a inalação de uns SG'S ou afins e o lançamento batido de umas cartas.”
O pavilhão não tem areia e não faz ondas, não é aéreo e a grande maioria dos utilizadores não vota, logo por consequência é descartável.
Nota: È bem verdade o nosso "BURGO" situa-se na zona Sul do Concelho.Vou voltar como prometido.

SALÁRIO MÍNIMO EM PORTUGAL
Em Portugal, o primeiro salário mínimo foi decretado em 26 de Maio de 1974, sensivelmente um mês após a Revolução dos Cravos, o valor foi de 3.300$00 (16,46€ actuais.) Foi aprovado durante o governo de Adelino da Palma Carlos.
Em Portugal, desde 1 de Janeiro de 2006, o Salário Mínimo Nacional é de 385,90 euros. Ao câmbio de 15 de Janeiro de 2006, o salário mínimo português era de R$1065,08.
Aprendizes, praticantes, e estagiários têm direito a auferir 80% do Salário Mínimo quando se encontrem em formação prática para uma categoria profissional qualificada, qualquer que seja a sua idade e no primeiro ano do início da profissão. Esta redução é aplicável só durante um ano, aqui se incluindo o período de formação na mesma categoria passado noutras entidades patronais.
Em 2005, o valor era de 374,70 euros. O aumento equivale a 3%: é a maior subida dos últimos tempos. Há três anos consecutivos que as actualizações do salário mínimo não iam além dos 2,5%.
Até Janeiro de 1991, o salário mínimo era fixado para três sectores, Serviço doméstico, Agricultura e Restantes Actividades, a partir de 1 de Janeiro de 1991, o salário mínimo nacional passou a enquadrar apenas duas actividades, Serviço Doméstico e Restantes Actividades, isto é, a agricultura passou a ser integrada nas Restantes Actividades, A partir de Janeiro de 2004, estas actividades conjugaram-se numa só. Desde 1974, o salário mínimo tem vindo anualmente a ser corrigido conforme quadro seguinte:
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AUMENTOS DO VENCIMENTO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA DESEQUILIBRADO COM ORDENADO MÍNIMO NACIONAL RESPONSÁVEL SIGNIFICATIVAMENTE PELO CRESCIMENTO ECONÓMICO DO PAÍS
Uma base significativa produtiva, gerador de impostos para o Estado está abrangida pelo salário mínimo nacional, ao vencimento do actual Presidente da República de 7.049.69€ (1.413.333$90) acrescem ajudas de custo e outras regalias do conhecimento do cidadão que as suporta.
Este mesmo cidadão, desconhece o que está reservado ao Presidente da República após terminado o mandato.
A lei n.º 26/84, feita na vigência de Mário Soares, quando Primeiro Ministro, promulgada por Ramalho Eanes, Presidente da República, cerca de ano e meio antes de terminar o seu mandato, com a sucessão de Mário Soares a 16 de Fevereiro de 1986, atribui aos ex-Presidentes da República, nos termos do seu artigo 3º, uma subvenção mensal igual a 80% do vencimento do Presidente da República em exercício, ou seja, uma subvenção mensal de 5.639.74€ (1.130.667$00) a partir do termo do respectivo mandato. A este benefício acresce, nos termos ao artigo 6º da mesma lei usufruir das seguintes regalias: Direito ao uso de automóvel do Estado, para o seu serviço pessoal, com condutor e combustível; Direito a disporem de um gabinete de trabalho, com telefone, uma secretária dactilógrafa e um assessor da sua confiança, destacados a seu pedido em regime de requisição de entre os funcionários e outros agentes do Estado; Direito a ajudas de custo nos termos da lei aplicável às deslocações do Primeiro Ministro, sempre que tenha de deslocar-se no desempenho de missões para fora da área da sua residência habitual; Direito a livre trânsito, a passaporte diplomático nas suas deslocações ao estrangeiro e a uso de porte de arma de defesa.
No seu artigo 1º desta mesma Lei, o vencimento do Presidente da República fixado quando da sua promulgação em Julho de 1984, de 160.000$00 (798.08€), sendo automaticamente actualizado, sem dependência de qualquer formalidade, em função e na proporção dos aumentos do vencimento correspondente à mais alta categoria da função pública, (desconhecemos o salário do Governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, se está integrado na carreira política ou função pública) uma vez o seu salário ser oculto à comunicação social, mas voz corrente se aproxima 75.819.60€ (15.000.000$00), neste último caso, seria o índice para o aumento de vencimento do Presidente da República.
Quando a lei n.º 26/84 foi promulgada, aproximava-se o términos de mandato de Ramalho Eanes, perspectivava-se ao seu lugar, o então Primeiro Ministro Mário Soares, há pois de preparar o futuro destes, um que saía outro que entrava.
O socialismo que os nossos políticos dessa área divulgam poderá ter algum objectivo “olha para o que eu digo e não para o que faço” se atendermos que estes cada vez mais ricos, e os integrados na acção produtiva através dos seus rendimentos sustentarem esta classe política, cada vez mais pobres.
Se concluirmos o vencimento do Presidente da República como já referido em 1984 de 160.000$00, os aumentos progressivos usufrui actualmente 7.0049.69€ (1.413.335$90), o salário mínimo nacional em 1984, de 15.600$00 (77,81€), com os aumentos também progressivos, actualmente é de 385.90€ (77.366$00), o salário do Presidente da República sofreu ao longo de 22 anos de um aumento de 783,33%, o mínimo nacional neste mesmo período, um aumento de 396,95%, o Presidente da República, para além de um gabinete de trabalho, com telefone, uma secretária-dactilógrafa e um assessor de sua confiança, ajudas de custos quando se desloca para fora da sua área de residência habitual, direito e livre-trânsito, a passaporte diplomático e uso de porte de arma de defesa, o trabalhador produtivo sujeito ao regime do ordenado mínimo nacional, enganado politicamente na tão falada distribuição da riqueza, continua politicamente analfabeto a pagar impostos para sustentar esta classe privilegiada que agrava a situação económica em que o país se encontra, a estas situações desproporcionadas, as obras de remodelação de um imóvel do Estado situado no concelho de Sintra para Jorge Sampaio instalar o seu gabinete, o Estado suportou custos acima de 648.437.73€ (130.000.000$00), carro marca AUDI topo de gama, com valor acima de 150.000.00€€ (30.000.000$00), o Estado paga mensalmente a Mário Soares, pelo seu gabinete de trabalho na sua própria fundação, cujo prédio propriedade da Câmara Municipal de Lisboa, Rua de São Bento n.º 160 a 172, cedida gratuitamente, quando seu filho Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, cerca de 2.992.79€ (600.000$00). Fácil concluir a subvenção destinada à manutenção do seu gabinete instalado numa dependência cedida gratuitamente pelo município, Mário Soares ou a sua Fundação arrecadam indevidamente 35.913.48€ (7.200.006$30) por cada ano.
De três ex-Presidentes da República, Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio, a partir da promulgação da lei 26/84 o cidadão contribuinte faça contas para concluir quanto estes três craques políticos nos estão anualmente a sugar do orçamento geral do estado, daí com alguma ironia ou desplante, na sua campanha eleitoral Mário Soares veio defender, os portugueses devem reformar-se mais tarde, depois dos 65 anos, devido ao aumento da esperança média de vida. “Olha para o que eu digo, não para o que eu faço…”).
Enquanto o Ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, no passado dia 22 de Fevereiro, quando falava na comissão parlamentar de Economia e Finanças, defendeu a necessidade de racionalizar (vender) a utilização do imobiliário do Estado para aumentar receitas e ganhar eficiência fiscal adiantou que «uma das medidas» que o Governo pretende introduzir «tem a ver com a venda dos espaços ocupados pela administração pública». Vender para posteriormente arrendar. Mundo não, País ladrão!…
Por: Fernando C. Bernardo
Fonte: http://www.oribeiradepera.pt/index.asp?idEdicao=82&id=3343&idSeccao=775&Action=noticia
E já agora indignem-se com mais esta, o patrão do Banco de Portugal (Vítor Constâncio) ganha mais que o seu homologo americano... como Portugal e' um pais do supermundo....
Link: http://arraiamiuda.blogspot.com/2005/12/o-salrio-de-um-senhor-importante.html
MAIS NOVIDADES:
O Diário Económico fez as contas e, sim, concluiu que:

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