Deputado socialista eleito por Coimbra quer o fim das SCUT «por uma questão de justiça e de princípio» em tempos de austeridade
O fim das auto-estradas sem custos para o utilizador (SCUT) voltou esta semana à baila. Tudo porque o deputado socialista, eleito por Coimbra, Victor Baptista revelou que tenciona propor no Parlamento a aplicação de portagens nas rodovias em que ainda não se paga, como é o caso da A23 e A25, caso o Governo não tome a iniciativa. «Num quadro financeiramente difícil, quando estamos a lançar impostos sobre o rendimento, o mínimo que se exige, por uma questão de justiça e de princípio, é que em todas as auto-estradas portuguesas se pague a respectiva portagem, numa situação de excepção que deve vigorar pelo menos até 2013», afirmou Victor Baptista aos jornalistas, pois, na sua opinião, não faz sentido que estas sejam suportadas financeiramente por cidadãos que não as utilizam.
Contudo, o ex-Governador Civil de Coimbra admite que os valores a cobrar sejam diferenciados para cada uma delas e que até podem ser progressivos, mas «que sejam valores justos», para que «não se esteja a resolver um problema e a criar outro simultaneamente». Nesse sentido, o deputado referiu que o Governo tem na sua posse os estudos que permitem sustentar um regime diferenciado de taxas, mais baixas para algumas. No entanto, Victor Baptista quer esperar para ver se o Governo apresenta uma proposta de lei sobre esta matéria na Assembleia da República. Caso contrário, está disposto a avançar, mostrando-se confiante de que, «tendo em conta o quadro de dificuldades nacional, é mais do que pacífico que isso passará dentro do grupo parlamentar» socialista. «O que preciso é que, chegando ao final deste ano, todos os que utilizam as auto-estradas as paguem, até para não cairmos num problema terrível, que é começarmos a verificar auto-estradas sem um mínimo de segurança por falta de recursos financeiros para a sua manutenção», justificou também. Mas o assunto já estará nos planos do Governo. Fonte governamental citada pelo “Diário Económico” de sábado adiantou que a medida irá avançar assim que, a 1 de Julho, entrar em vigor o pagamento já previsto em três concessões: Costa da Prata, Litoral Norte e Grande Porto. Isto porque, «estando estas no terreno, com pórticos de pagamento já activos, será mais fácil replicar o modelo» aos quatro troços que ainda são gratuitos: Norte, Beira Litoral e Alta, Beira Interior e Algarve». A decisão é justificada com o plano de austeridade para tirar Portugal da crise, que passa por uma tentativa de aumentar as receitas. A contas com o controlo do défice, pode cair por terra mais depressa do que se pensava a promessa de José Sócrates, que, em Outubro de 2006, garantiu que a concessão Beiras Litoral e Alta não terá portagens pagas pelos utilizadores até a região que atravessa atingir os indicadores sócio-económicos do resto do país.Na altura, o primeiro-ministro considerou que esta isenção era «um contributo para o desenvolvimento», mas também admitiu essa eventualidade. «Se esta região tivesse indicadores de desenvolvimento iguais à média nacional, não havia motivos para não ter portagens pagas», afirmou, lembrando que «todos os portugueses estão a contribuir para esta região». in Kaminhos
Nota:Quando virem este senhor, não esqueçam de agradecer de forma calorosa, pois e também por iniciativa própria e em solidariedade para com a grave crise económica, auto suspendeu todas as mordomias que o apanágio de deputado lhe conferem e por nos sustentadas, e ainda reduziu o vencimento abdicando dos subsídios inerentes aos mesmos em prologo de tão nobre causa.
Filomena Gomes e Sara Rodrigues não chegaram a tomar posse. Pedro Silva, chefe de gabinete de Carlos Pinto nos últimos dois anos, o advogado Luís Fiadeiro, Graça Sardinha e João Correia, ambos professores na Universidade da Beira Interior, são as quatro caras novas na Câmara Municipal da Covilhã. As duas mulheres eleitas pelo PSD, Filomena Gomes e Sara Rodrigues, renunciaram ao mandato antes de tomar posse, no último sábado, 31, dando lugar a Paulo Rosa e Pedro Silva. A distribuição de pelouros só é conhecida na próxima sexta-feira...
Nota:Mas não era ja professora e estava a dar aulas??????
"Para Sara Rodrigues, advogada, a renúncia “foi uma opção consciente “. “Tenho dois filhos muito jovens que tenho de acompanhar. Essa tarefa é exigente. A vereação é um cargo com muita responsabilidade, muito absorvente”. Sara Rodrigues diz não sentir que tenha defraudado os eleitores e nega que tenha acordado previamente não assumir o cargo no executivo camarário. "
Nota:Ou a genetica evolui de forma atroz desde as eleições, ou esta senhora ja era advogada, mãe e tinha dois filhos para acompanhar no dia das eleições???? e o cargo de vereadora alterou o estatuto de responsabilidade?????
Areia nos olhos ja é normal, mas areão ou brita ja é abuso.....
José Luís Silva Pereira Gabriel Alexandre Ivo Rocha Isabel Maria Vicente Valezim Vítor Manuel Reis Silva Gonçalo Nuno da Silva Valezim Elisabete Gomes Ramos Fernando Jorge Vaz Leal Presunto Ricardo Joel Nunes Pedrosa Bárbara Andreia Ramos Oliveira Pedro Carlos Vicente Soares Carlos José de Almeida Conceição Cristina Gonçalves Rico Augusto Luís de Brito Rocha Maria Alice Antunes Rodrigues
“ Primeiro o Paul”
Leonor Cristina Adriano Lopes Cipriano Carlos Alberto Rodrigues Ramos Elsa Rodrigues Fernandes Marmelo Carlos Manuel Nunes Ramos Cecília Maria Silva Matias Carvalho, 40 anos Carlos Branco Sobreiro Isabel Maria Barata Adelino Fernandes Marmelo Rita Antunes Monteiro Lopes Carlos Lopes Sardinha Luís Filipe Ramos Duarte Maria Adelaide da Silva Neves Lopes Henriques Rogério Lopes Barata Annabelle Esteves Guerra António Aparício de Carvalho Suzete Ferreira Valezim António José Baptista dos Santos Ana Filipa Batista Duarte Duarte Nuno Simões Rodrigues
Partido Socialista
António José Gouveia Geraldes José Rua Leal Maria do Nascimento Valezim Lopes Barata Joaquim Sardinha Cipriano Estêvão Golpeia Lopes Ana Maria Mendes Pereira Geraldes Joaquim Costa Pinto João da Cruz Filipe, Prazeres Barata Silva Cândido Lopes Sardinha José Alfredo de Jesus Barata Gracinda Aparício Cipriano da Silva
Carlos Pinto prometeu ainda acautelar a situação dos trabalhadores da empresa e os tarifários de consumo de água. "Vai haver um elemento da empresa no conselho de administração e dois do município. As decisões serão tomadas por maioria", referiu.
Apesar das garantias, a oposição receia que os interesses privados "passem a pesar na factura dos consumidores", referiu José Oliveira, do PS.
CDU e Bloco de Esquerda anunciaram mesmo que vão remeter o processo de venda aos tribunais por duvidarem da sua legalidade.
O presidente da Câmara anunciou que, "apesar de não ser obrigatório", a autarquia vai enviar o processo de venda às Inspecções Gerais de Finanças e de Administração do Território e ao Tribunal de Contas.
À porta da assembleia e na sala estiveram algumas dezenas de pessoas que protestaram contra a venda.
Mariana Morais, porta-voz do grupo, criticou o aumento "de 130 por cento na factura da água, saneamento e resíduos, desde 2001", o que explica como "uma preparação para a privatização".
Nada no mundo me faria revelar o nome de quem relatou este episódio.
É oportuno divulgá-lo agora porque o parlamento abriu as comportas do dinheiro vivo para o financiamento dos partidos. O que vou descrever foi-me contado na primeira pessoa. Passou-se na década de oitenta.
Estando a haver grande dificuldade na aprovação de um projecto, foi sugerido a uma empresária que um donativo partidário resolveria a situação. O que a surpreendeu foi a frontalidade da proposta e o montante pedido. Ela tinha tentado mover influências entre os seus conhecimentos para desbloquear uma tramitação emperrada num labirinto burocrático e foi-lhe dito sem rodeios que se desse um donativo de cem mil Contos "ao partido" o projecto seria aprovado. O proponente desta troca de favores tinha enorme influência na vida nacional. Seguiu-se uma fase de regateio que durou alguns dias.
Sem avançar nenhuma contraproposta, a empresária disse que por esse dinheiro o projecto deixaria de ser rentável e ela seria forçada a desistir. Aí o montante exigido começou a baixar muito rapidamente. Chegou aos quinze mil Contos, com uma irritada referência de que era "pegar ou largar".
Para apressar as coisas e numa manifestação de poder, nas últimas fases da negociação o político facilitador surpreendeu novamente a empresária trazendo consigo aos encontros um colega de partido, pessoa muito conhecida e bem colocada no aparelho do Estado. Este segundo elemento mostrou estar a par de tudo. Acertado o preço foram dadas à empresária instruções muito específicas.
O donativo para o partido seria feito em dinheiro vivo com os quinze mil Contos em notas de mil Escudos divididos em três lotes de cinco mil. Tudo numa pasta. A entrega foi feita dentro do carro da empresária. Um dos políticos estava sentado no banco do passageiro, o outro no banco de trás.
O da frente recebeu a pasta, abriu-a, tirou um dos maços de cinco mil Contos e passou-a para trás dizendo que cinco mil seriam para cada um deles e cinco mil seriam entregues ao partido.
O projecto foi aprovado nessa semana. Cumpria-se a velha tradição de extorsão que se tornou norma em Portugal e que nesses idos de oitenta abrangia todo o aparelho de Estado.
A mesma fonte garantiu que também não serão efectuados aumentos relativos ao ano passado, isto apesar de se ter “registado um lapso e de não terem sido processados aumentos referentes a 2008”, notou.Sem querer revelar quando foi tomada a decisão, o porta-voz do BdP recordou que, desde 2001, a actualização salarial dos administradores é igual à da Função Pública, por decisão da própria comissão de vencimentos da instituição...
Nota: Mais inquerito menos inquerito, no meu local de trabalho estava despedido sem qualquer regalia. Aqui caso venha a ser verdade??? o que vemos e ouvimos, vamos trabalhar pois temos de contribuir para a reforma "desta senhora" 1,70 mts abaixo...
Ontem estava eu descansadinho a ver o Jornal da Tarde, na RTP, quando de repente dá esta reportagem:
Pensei de imediato, "é preciso ter mesmo lata... ainda no outro dia elogiaram o trabalho do centro de limpeza de neve e agora vem criticar?"
Mas para cúmulo (a juntar ao cúmulo das declarações do Sr. Artur Costa Pais) eis que vem a Câmara da Covilhã emitir um comunicado (a um sábado?) a corroborar o que o sr. administrador da Turistrela (empresa privada que tem a concessão exclusiva do turismo na Serra da Estrela) afirmou. Será que se formou um cartel para combater o Centro de Limpeza de Neve?
Mas leia-se a notícia que foi divulgada pela agência Lusa:
"Serra da Estrela: Fecho de estradas contestado, GNR diz zelar pela segurança
01 de Fevereiro de 2009, 15:30
Covilhã, 1 Fev (Lusa)
A Turistrela e a Câmara da Covilhã contestam o número de vezes que as estradas na Serra da Estrela fecham devido à neve, mas a GNR diz zelar pela segurança e que as queixas "não fazem sentido".
Segundo o registo do Centro de Limpeza de Neve, a que a Agência Lusa teve acesso, o fecho totalizou nove dias em Janeiro, afectando três dos cinco fins-de-semana do mês - os períodos mais comuns para passeios.
Artur Costa Pais, administrador da Turiestrela, disse hoje à Lusa que a estrada para a Torre "podia estar aberta mais vezes", mas a GNR mantêm-na fechada "por falta de conhecimentos" e porque "faltam meios ao Centro de Limpeza de Neve".
"A solução é como se faz lá fora: um concurso público internacional e concessionar o serviço a empresas espanholas ou francesas que tenham anos de experiência em destinos semelhantes à Serra da Estrela", sugere.
Com as estradas fechadas, a estância de esqui e outros serviços não funcionam e Artur Costa Pais queixa-se de elevados prejuízos.
"Estes senhores nunca visitaram uma estância lá fora. Estão habituados a gerir estradas das aldeias e pouco mais. Estão a matar-nos", refere.
Em comunicado, a Câmara da Covilhã anunciou sábado que vai "responsabilizar o Ministério das Obras Públicas pelos prejuízos causados à economia regional" e exigir medidas para que não se repitam.
Caso contrário, "a Câmara da Covilhã encara a possibilidade da sua gestão em condições que permitam a salvaguarda dos interesses regionais".
"A GNR só abre a estrada quando o alcatrão está seco e isso não pode ser", sublinha Artur Costa Pais, dando como exemplo o último sábado, em que apesar da manhã soalheira as estradas estiveram fechadas.
"Algumas curvas tinham um pouco de neve. Mas qual é o problema", questiona. "Lá fora andamos com 15 e 20 centímetros de neve", refere, acrescentando: "As pessoas não andam a 200 à hora na Serra da Estrela"
"Pelo menos podiam deixar passar os jipes e carros com correntes, mas nem isso", refere o empresário.
Questionado sobre quem assumiria responsabilidades em caso de acidentes, aquele responsável responde: "Mas e se chove? Em qualquer auto-estrada há problemas e o que é que havemos de fazer", pergunta.
"As estradas podiam estar abertas mais vezes, com segurança, mas não abrem", conclui. "Não há situações dessas", contrapõe o tenente-coronel Hélder Almeida, comandante distrital da GNR em Castelo Branco, à Agência Lusa.
"Não sei quem suporta os prejuízos" inerentes ao fecho de estradas. "Mas não podemos permitir o acesso à Torre se não for garantida a segurança. Há vários interesses legítimos na Serra da Estrela, conciliáveis em várias circunstâncias e noutras não", acrescenta.
Hélder Almeida garante que há uma "preocupação permanente em ter as estradas abertas, sempre que possível" e considera que "as queixas não fazem sentido, estão desprovidas de contexto. Ninguém nos pode acusar de descoordenação", sublinha.
Em seis anos de trabalho conjunto da GNR e Estradas de Portugal, "houve cerca de 100 acidentes na Serra da Estrela, 97 dos quais apenas com pequenos danos materiais. Nunca houve acidentes graves, nem queremos que haja, porque a responsabilidade será assacada a nós".
Presentes no Centro de Limpeza de Neve ao lado da GNR, na última noite, os directores de estradas de Castelo Branco e Guarda remeteram declarações para outra oportunidade.
O Centro tem actualmente seis limpa-neves, três máquinas rotativas e 17 homens."
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Depois de ser ler esta notícia creio que está mais claro que água o motivo pelo que o sr. administrador da Turistrela se vem pronunciar. Não está a perceber porquê? Então vou transcrever o que foi referido pelo referido senhor:
"Com as estradas fechadas, a estância de esqui e outros serviços não funcionam e Artur Costa Pais queixa-se de elevados prejuízos."
Aqui está, o problema para este senhor das estradas estarem fechadas não é o de virem pessoas de longe e ficarem a ver a neve à distância... o problema para este senhor é que se as estradas tiverem fechadas, ele não ganha €€€'s da estância e afins!
Em relação às declarações ridiculas que tal fulano proferiu, tanto na televisão como na imprensa, nem vale a pena comentar, uma vez que só vem demostrar o nível que tem.
Agora o que não entendo é o porquê da Câmara da Covilhã se vir juntar a este senhor.Quando a certa altura se lê em comunicado que "a Câmara da Covilhã vai responsabilizar o Ministério das Obras Públicas pelos prejuízos causados à economia regional", não entendo a que "economia regional" se está a referir. Será que a "economia regional" para a Câmara da Covilhã é apenas o que se factura lá em cima na Torre?! É que para mim "economia regional" é algo diferente. Ora vejamos, se os turistas vieram à Serra da Estrela (que não é só a estância e Torre) e não puderam subir, onde é que irão "aproveitar" o tempo? Será que ficam nos Piornos, dentro dos carros à espera que a estrada abra e subam em debandada Serra a cima? Não creio... Pelo que creio e pelo que vi, descem até à Covilhã e "deixam" bastantes €€€'s cá em baixo!!! Claro que esses €€€'s não entram nos cofres da Turistrela, mas será que a "economia regional" que a Câmara da Covilhã vem apregoar não está salvaguardada também pela cidade?!
Tenham vergonha tanto Turistrela e Câmara da Covilhã por se virem a armar em entendidos em Limpeza de Estradas! O problema desta Serra continua a ser sempre o mesmo. Enquanto os macacos andarem a saltitar de galho em galho e não souberem ser entendidos naquilo que efectivamente deviam ser, esta Serra (ou serrinha) não passará da cepa torta em que está mergulhada!
Muito mais averia para referir, mas por falta de tempo (e paxorra) vou ficar por aqui.
Gostaria apenas de deixar umas questões no ar para os leitores poderem ir meditando:
1- quando o sr Artur Costa Pais refere que "a solução é como se faz lá fora: um concurso público internacional e concessionar o serviço a empresas espanholas ou francesas que tenham anos de experiência em destinos semelhantes à Serra da Estrela", o que gostaria de saber é se a concessão que a empresa da qual ele é administrador, também foi atribuída através "dum concurso público internacional" tal e qual "como se faz lá fora"?
2- quando o sr Artur Costa Pais refere que "estes senhores nunca visitaram uma estância lá fora", o que eu gostaria de perguntar é se ele lá fora também vê Hummer a descer pelas pistas das estâncias (para impressionar as miúdas que vão lá dentro), tal como já aconteceu várias vezes na estância da Serra da Estrela?
3- já agora, quando a telecadeira Piornos Torre estiver feita, acabada e a funcionar que irá suceder? Já estou a adivinhar que em dias de vento a estrada terá que abrir, para os turistas poderem subir até à Torre e depois teremos novamente o discurso da treta a referir que "a culpa é do vento... a culpa é dos limpa-neves... bla bla bla"
Ps: Creio que mais importante do que ter estradas abertas, o importante era haver uma campanha de sensibilização (tanto ao nível da imprensa como da televisão) para quem vem visitar a Serra da Estrela! Talvez seja interessante ler-se esta notícia e perceber-se porque é que muitas vezes a estrada não abre, enquando as condições de segurança não estiverem asseguradas. Já agora, convém recordar o que aconteceu no ano passado através dos números...
A moção do secretário-geral do PS define como uma das metas principais «o combate a todas as formas de discriminação e a remoção, na próxima legislatura, das barreiras jurídicas à realização do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo».
O PS assume-se ainda como um partido a favor da regionalização: «O compromisso político do PS é avançar mais na descentralização de competências para as autarquias locais. E é procurar o apoio político e social necessário para colocar com êxito, no quadro da próxima legislatura, e nos termos definidos pela Constituição, a questão da regionalização administrativa, no modelo das cinco regiões».
Nota: Não quero de forma alguma menosprezar a comunidade gay, porem, entendo ser de muito mau gosto, que se "sirvam" dela e a comparem com a regionalização. Começou a campanha eleitoral e desta vez nem o futebol foi esquecido. Enfim cada crise vale o que vale...
Teixeira dos Santos admite todos os cenários para a economia portuguesa
O ministro das Finanças atribuiu, esta segunda-feira, o diferencial entre as previsões da Comissão Europeia e do Governo sobre a economia portuguesa à maior valorização feita pelo Executivo do pacote de medidas anti-crise. Porém, Teixeira dos Santos admitiu que todos os cenários são possíveis...
Arredado destas “lides” cibernautas a longo tempo, foi com grande estupefacção que me apercebi da intervenção do Prof. Vítor Reis Silva e passo a citar:
Enfim, perante um quadro tão patético penso que a medida é adequada e exemplar para com o índice de utentes do referido PAVILHÃO. Neste contexto e para alicerçar o meu pensamento decidi ir ao Site oficial da C M Covilhã buscar estes elementos:
Jardim-de-infância de Paul (EB1/JI)
Nível: Pré – Escolar - Nº de Alunos: 13 [2007/2008] - Localização: Paul
Escola Básica do 1º ciclo de Paul (EB1/JI) - Nº de Alunos: 53 [2007/2008]
Localização: Paul
REDE ESCOLAR ENSINO BÁSICO 2º E 3º CICLOS E SECUNDÁRIAS - EM ACTUALIZAÇÃO
CENTRO PAROQUIAL DE ASSISTÊNCIA NOSSA SENHORA DAS DORES
Isto implica dizer que neste ano lectivo o Paul tem ate ao final do 1º Ciclo qualquer coisa como 148 “garotos” inscritos no Ministério da Educação, Residentes no Paul e confirmados pelos Serviços Camarários. Falta aqui adicionar o numero de alunos residente e inerente a REDE ESCOLAR ENSINO BÁSICO 2º E 3º CICLOS E SECUNDÁRIAS que se encontra em Actualização no referido site e certamente o trabalho é muito para 3 meses após o inicio do ano escolar ainda se manter nesta situação. Devo depreender que o nr de alunos deve ser elevado.
Posto isto conclui que o nosso “Burgo” peca por “falta de canalha” em comparação com as freguesias vizinhas onde em alguns casos já se atribuem “rebuçados financeiros” como aliciamento a procriação. Mais ainda, a nossa canalha sendo em tão grande numero é um “alvo” a abater pois destoa infelizmente na desertificação cada vez mais real deste Concelho.
Há ainda a acrescentar a estes números, os utentes que pagam para a utilização do pavilhão para a pratica desportiva em virtude dos inúmeros centros comerciais, cinemas, teatros e afins se encontrarem encerrados por falta de licenciamento.
É CASO PARA DIZER VÃO “BRINCAR” COM O “TOTTA” (para ser simpático).
Ao que chega a insensibilidade humana. Vou ter o cuidado para saber (e se for possível alguém poder ajudar-me neste assunto agradeço), quais os valores monetários atribuídos como donativos as instituições ou associações ditas de interesse publico, cujo única actividade conhecida é de taberna e no campo do desporto se traduz “entre a elevação de umas minis a inalação de uns SG'S ou afins e o lançamento batido de umas cartas.”
O pavilhão não tem areia e não faz ondas, não é aéreo e a grande maioria dos utilizadores não vota, logo por consequência é descartável.
Nota: È bem verdade o nosso "BURGO" situa-se na zona Sul do Concelho.Vou voltar como prometido.