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A VERDADE NÃO SE ESCONDE. É COMO O AZEITE_A Comissão de Freguesia do Tortosendo do PCP

Durante a presente semana, inicio do segundo período do ano escolar, a Junta de Freguesia do Tortosendo (JFT) decidiu inviabilizar o funcionamento do serviço de refeições e das actividades de enriquecimento curricular (AECs) nas duas escolas do 1º Ciclo existentes na Vila.

Afirma a JFT que não tem capacidade financeira para pagar ao pessoal necessário ao funcionamento daquelas actividades e exige do IEFP “facilidades” para continuar a assegurar o serviço com trabalhadores desempregados subsidiados e exige do Ministério da Educação (ME) reforço das transferências financeiras.

Esta actuação da JFT é incompreensível quando se sabe e se encontra legislado que a responsabilidade pelo serviço de refeições e AECs e pessoal auxiliar necessário é da Câmara Municipal da Covilhã com o financiamento do Ministério da Educação(ME).

A JFT aceitou a delegação de competências proposta pela Câmara para aqueles serviços e recebe desta as verbas por eles (CMC e JFT) negociadas. Se a JFT aceitou a responsabilidade da Câmara sem assegurar o financiamento procedeu de forma incompetente. Não pode, por esse facto, atribuir responsabilidades só a terceiros (IEFP e Ministério da Educação/Agrupamento de Escolas do Tortosendo) tentando iludir sobre as suas próprias responsabilidades.

Recordamos ainda que a JFT já tinha conhecimento atráves da Portaria nº 128/2009 de 30 de Janeiro que estas alterações entrariam em vigor, não se justificando a razão de não se tomarem medidas no início do ano lectivo.

Sendo insuficientes as verbas para as competências delegadas deverá a JFT exigir/negociar/reivindicar junto da Câmara Municipal da Covilhã o reforço do apoio financeiro necessário ou devolver à mesma as competências delegadas.

O Partido Comunista Português e os independentes que participaram nas últimas eleições autárquicas no quadro da CDU discordam da transferência de competências do Ministério da Educação para as Câmaras Municipais na área da educação, por ser uma evidente desresponsabilização numa função do Poder Central. A existência, na mesma escola, de pessoal afecto às autarquias e de outro sob a responsabilidade do Ministério da Educação só tem dado problemas ao nível da sua gestão, o que não tem contribuído para a qualidade do serviço prestado às crianças.

Por isso, afirmamos, que o serviço de refeições, as AECs e a CAF (Componente de Apoio à Família) deveriam estar enquadrados e assumidos pelo Ministério da Educação.

Também discordamos dos rácios definidos pelo ME para calcular as necessidades de trabalhadores não docentes nos estabelecimentos de ensino. É impossível e a prática tem-no demonstrado, ter as escolas a funcionar com o número de trabalhadores indicados por aqueles rácios, que têm como objectivo a diminuição artificial das necessidades existentes, para aliciar as Câmaras Municipais a aceitar as responsabilidades pelas escolas do 1º,2º e 3º Ciclos como já acontece em outros Concelhos do nosso Distrito. Entendemos ainda que face ao nº total de alunos nas duas escolas os próprios rácios definidos pelo ME não estão a ser respeitados.

É inadmissível, porque mantém a precariedade e não cria emprego, o recurso do Ministério da Educação e das autarquias (neste caso a Junta de Freguesia do Tortosendo), aos desempregados subsidiados, para a ocupação de lugares onde desempenham funções com carácter permanente. Trata-se da exploração abusiva de trabalhadores fragilizados pela situação de desemprego, que deveriam ter os mesmos direitos dos colegas que desempenham as mesmas funções.

Lamentamos e não aceitamos como legítima e coerente a acção da Junta de Freguesia do Tortosendo neste processo com a utilização e manipulação dos pais e encarregados de educação em reivindicações mal dirigidas e orientadas visando esconder a má gestão, aligeirar incompetências, libertar-se de compromissos eleitorais e lançar “uma cortina de fumo” para esconder os verdadeiros responsáveis pela situação criada, a Junta de Freguesia do Tortosendo e a Câmara Municipal da Covilhã.

Tortosendo, 9 de Janeiro de 2010

A Comissão de Freguesia do Tortosendo do PCP


Nota: Pedido de plublicação recebido por email.



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HISTORIA OU NOVELA?????......


Nota: Mais inquerito menos inquerito, no meu local de trabalho estava despedido sem qualquer regalia. Aqui caso venha a ser verdade??? o que vemos e ouvimos, vamos trabalhar pois temos de contribuir para a reforma "desta senhora" 1,70 mts abaixo...

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Ano Escolar

ABERTURA DO ANO ESCOLAR

Como profissional do ensino em funções de gestão administrativa, eleito pela comunidade educativa, gostaria de aqui registar alguns breves apontamentos:

No primeiro dar nota positiva à Câmara Municipal por não ter entrado no engodo do Governo quanto à transferência de competências, ao nível de pessoal não docente e instalações e equipamentos das EB do 2º e 3º Ciclos.

Por razões de princípio genérico somos defensores que qualquer competência delegada deverá ser acompanhada com o necessário apoio técnico e financeiro.

Por outro lado, por conhecimento profissional e politico - partidário, a delegação de competências nem sempre significa mais investimento, melhor gestão, mais transparência, mais eficácia e eficiência.

Significa, isso sim, e bastas vezes, a inserção de uma estrutura ou organização de interesse comum e público na lógica perversa dos jogos de interesses e de influências políticas a nível local.

No segundo apontamento quero referir o facto da Câmara Municipal em negociação com a Direcção Regional de Educação do Centro encerrarem escolas (caso da Terra da Senhora em Unhais da Serra e em Peraboa) e transformarem outras em meras salas de apoio de futuros Centros Educativos, inexistentes, em diversas freguesias, encerrando-as de facto porque deixam de ter existência institucional.

No terceiro apontamento salientar a politica perversa perseguida pela Câmara Municipal em relação ao Ensino Pré – Escolar, nomeadamente quanto à Componente de Apoio à Família (CAF). Em vez de apoio, o que se verifica é a exploração das famílias. A Câmara Municipal pretende financiar a CAF à custa das famílias não abrangidas por qualquer escalão de apoio social impondo valores iguais aos praticados por instituições particulares. É inadmissível que a Câmara, apesar do financiamento do Ministério da Educação, para as auxiliares de acção educativa e refeições, penalize as famílias com comparticipações diárias de 3 Euros.

No quarto apontamento sublinhar que as Escolas do 1º Ciclo continuam abandonadas ao nível do material didáctico e pedagógico e que apesar do programa de instalação de equipamentos informáticos não existe uma assistência atempada e adequada.

Neste nível de ensino assumiu a Câmara as Actividades de Enriquecimento Curricular que são desenvolvidas em escolas com carência de material didáctico, equipamentos e espaços adequados para a prática da actividade físico – motora. É uma vergonha e um atentado à formação dos jovens ao nível da sua higiene e saúde.

Assumiu ainda, o programa do fornecimento de refeições. Contudo, quer para as AECs quer para este serviço é necessário o acompanhamento de adultos que a Câmara não contrata ou que solicitando, às Juntas de Freguesia a sua contratação, não transfere para as mesmas os meios financeiros atempadamente. Criando dificuldades às mesmas.

Aproveito a oportunidade para enaltecer a atitude positiva de colaboração activa da maioria das Juntas de Freguesias da área do Agrupamento de Escolas do Paul.

Neste nível de ensino é de salientar, ainda, a disponibilidade dos funcionários da Câmara Municipal na procura de soluções para os diferentes problemas que lhes são colocados.

Contudo, o mesmo não poderei dizer dos decisores políticos que negam e recusam o apoio a visitas de estudo, o apoio no transporte de crianças deficientes a actividades formativas e de desenvolvimento, ou que negam o direito de escolha dos pais ao nível dos serviços a prestar aos seus filhos.

É a revolta que se instala.

É a indignação pelo facto de se assistir ao apoio, em milhares de Euros a clubes de futebol, a festas pimba e a streapteses para motares, a pagamento de viagens e a festas de adultos seniores com rendimentos superiores ao ordenado mínimo nacional, e outros…. Outros….apoios…. e financiamentos de duvidosa utilidade…

Porquê?

Porque as crianças não votam?

Porque não serão os cidadãos do futuro deste Concelho?

No quinto apontamento queria registar que, apesar de ter solicitado nesta Assembleia a reavaliação das taxas aplicadas, a Câmara continua a aplicar aos Agrupamentos e Escolas Secundárias do Concelho taxas ao nível do consumo de água exageradas, o que inviabiliza o lançamento de outros projectos e apoios aos alunos.

Como sexto apontamento só queria referir o grande insucesso obtido pela operação relativa ao Colégio Internacional esperando que o donativo de 17.000 m2, no valor de milhões de Euros, feito pela autarquia, tenha possibilidades de reversão para o património municipal. Caso contrário, poderá constituir-se como o maior escândalo concelhio dos últimos tempos. in Vitor Reis Silva

Saudações Paulenses

PTT



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Democracia é Assim




Estamos esclarecidos!!!

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Afinal Havia "Outros"

Licenciados automáticos

Cerca de 1400 bacharéis de cursos de Engenharia obtiveram administrativamente o grau de licenciado, no Instituto Superior de Engenharia de Coimbra, uma das seis unidades orgânicas do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC). A situação está a provocar mal-estar no meio académico da cidade, pois “dá uma ideia de facilitismo”, considerou fonte do IPC.

Segundo apurou o CM, alguns dos ex-alunos dos cursos de Engenharia têm obtido a equivalência ao grau de licenciatura, mediante o pagamento de uma propina anual. Além da avaliação curricular, o percurso profissional de cada candidato tem sido valorizado para os processos de equivalência. No ISEC, o valor da propina varia entre 523,90 euros (alunos em tempo parcial) e 650 euros (alunos em tempo integral). Certo é que o financiamento das instituições de Ensino Superior depende, de outros factores, do número de estudantes. José Torres Farinha, presidente do Instituto Politécnico de Coimbra, explicou ao CM que no início do ano lectivo o Conselho de Gestão estabeleceu um regulamento que “prevê um plano de complemento de formação para as situações de reingresso nos cursos, para as equivalências” ao grau de licenciatura. Ou seja, nas escolas do IPC os candidatos ao reingresso deveriam frequentar algumas disciplinas para poderem obter o grau de licenciatura.

Sobre a situação no ISEC, Torres Farinha apenas diz que esse instituto “tem total autonomia científica e pedagógica”. OCM tentou durante o dia de ontem contactar o presidente do ISEC, Jorge Bernardino, mas tal não foi possível.
Por seu lado, Luciano Almeida, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), diz que a creditação dos currículos profissionais “respeita a legislação”. No caso dos ex-alunos com curso de bacharelato (três anos), Luciano Almeida explica que “o actual primeiro ciclo, de 180 créditos, é idêntico ao antigo primeiro ciclo dos politécnicos”, pelo que é natural que sejam concedidas equivalências automáticas. Quanto à valorização exclusiva do trajecto profissional, o responsável do CCISP refere que “toda a formação anterior, seja a académica seja a profissional, é alvo de avaliação”, dependendo de cada estabelecimento de ensino a ponderação a dar a cada factor. Recorde-se que os adultos com mais de 23 anos e sem o 12.º ano completo podem candidatar-se a cursos de Ensino Superior, contando para o processo de candidatura a um curso a experiência profissional na área. Os candidatos têm de realizar uma prova de conhecimentos, além de serem submetidos a uma entrevista para discutir o currículo académico e profissional.

Nota: Finalmente vou obter o meu mestrado de praia.

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"Mentes Brilhantes"

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Marketing de Bê à Bá

Já tinha reparado!

"A polémica gerou-se por causa da publicidade nos manuais escolares, mas a questão é mais profunda. Serão as marcas um mal necessário na educação ou uma prisão para toda a vida?

Não há como fugir. Comer, vestir, comunicar...viver. Tudo tem uma etiqueta. O marketing continua à procura de limites, num método de tentativa e erro.
Aqui e ali, as vozes levantam-se, impõem regras. E o que acontece quando as marcas, de tão quotidianas, passam despercebidas, como acontece nos manuais escolares portugueses?
Paisagem forçada ou manipulação subliminar, a verdade é que chegam às crianças nos livros, mas também nas salas de aulas e nos recreios. Empresas, investigadores, pais, professores e psiquiatras estão preocupados." in Público
Nota pessoal: Já tinha reparado neste pormenor tão sublime? Que lhe parece?
Saudações Cordiais,
Vizinha

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Grifos na Web


O projecto "Grifos na Web" nasceu no âmbito do programa Público na Escola, com o objectivo de promover a conservação da natureza junto dos mais jovens.
Em Outubro de 2007, foi colocada uma câmara numa escarpa das Portas de Ródão, junto a um ninho que tem sido ocupado nos últimos 10 anos. Desde 14 de Janeiro, é possível acompanhar em directo, através da Internet, a vida de um casal de grifos. A ideia é manter a vigilância 24 horas por dia, durante todo o período de nidificação.
A SIC como parceira deste projecto dará conta dos principais momentos deste projecto aqui, no espaço Terra Alerta e no Jornal da Noite.

Nota: A partir de hoje e com cariz didáctico na coluna da direita do blog encontra um link directo ao ninho onde pode ver no momento o evoluir desta "aventura". Divirta-se aprendendo.

Saudações Paulenses

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Educação

Escolas até ao 9º ano sob tutela das autarquias

O Governo quer colocar as escolas até ao 9º ano sob tutela das autarquias. Uma medida para ser implementada já a partir de Setembro. De acordo com o «Jornal de Notícias» (JN), a intenção foi transmitida à Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) pelo próprio primeiro-ministro, José Sócrates.

O Governo conta aprovar o diploma sobre a matéria, no Conselho de Ministros de 07 de Fevereiro.

No encontro com as autarquias, o primeiro-ministro terá manifestado a urgência em regressar às negociações sobre a transferência de competências. Sócrates considera prioritário o sector da Educação, por isso, pretende avançar já com essa área.

Assim, os municípios devem ficar responsáveis pelo pessoal não docente e acção social escolar nos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico, pelos transportes escolares no 3.º ciclo, pela componente de apoio à família na Educação Pré-Escolar, pelas actividades de enriquecimento escolar no 1.º ciclo e pela manutenção e gestão do parque escolar nos 2.º e 3.º ciclos. in TVI

Nota: Uma incógnita para o futura da educação já que ate ao momento as responsabilidades das autarquias neste campo deixa muito a desejar.

Saudações Paulenses


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Covilhã "Desesperada"

Câmara vai revelar encarregados de educação devedores

No pré-escolar e 1º ciclo, na Covilhã

A lista vai ser publicada "no início do próximo ano, no boletim quinzenal da autarquia" A Câmara da Covilhã vai divulgar o nome dos encarregados de educação que devem à autarquia o pagamento das refeições do ensino pré-escolar e do 1º ciclo do ensino básico. A lista vai ser publicada "no início do próximo ano, no boletim quinzenal da autarquia", distribuído com um dos semanários regionais vendidos na cidade, refere a autarquia em comunicado.

Segundo a Câmara, trata-se de uma medida "já aplicada na Administração Central", numa alusão à lista divulgada com devedores ao fisco, e que "visa por fim a situações abusivas por parte de alguns encarregados de educação". "De forma consecutiva usufruem deste serviço, sem procederem ao pagamento do mesmo apesar dos sucessivos avisos", queixa-se a autarquia, que refere ainda que alguns incumprimentos arrastam-se há cinco anos. "São situações injustas para os outros encarregados de educação cumpridores e pagadores deste benefício", acrescentando ainda que "apesar desta situação a Câmara nunca negou uma refeição aos alunos".

O socialista Vítor Pereira, vereador da oposição na Câmara da Covilhã, considera que "seria desejável evitar publicar o nome das pessoas". No entanto, admite a sua necessidade. "Trata-se de uma imposição legal para se poder fazer depois a execução da divida", refere. "Trata-se de uma lista muito grande", acrescenta o vereador, sem detalhar o número total de devedores ou o valor global da dívida. Apesar das tentativas, não foi possível ontem falar com Carlos Pinto, presidente da Câmara da Covilhã.In Diário XXI

Saudações Paulenses

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Investir no Interior é "MUUIIIITTTOOOO RENTAVEL"!!!!!!

Toma lá um terreno e ainda 211€

Na acta de reunião de câmara, do dia 20-04-2007, é possível ler o seguinte ponto:

(clica para ampliar)

Será que alguém me pode explicar, porque é que sendo a futura Escola Internacional da Covilhã, uma futura escola privada, porque é que o terreno onde está a ser implementada/construída foi doado pelo município em vez de ter sido comprado pela empresa que vai gerir a mesma?

Mas veja-se o que tinha sido publicado antes na imprensa escrita:

O líder do GPS, António Calvete, assinou na quarta-feira, dia 13, um contrato com a autarquia, através do qual a Câmara Municipal da Covilhã cede um terreno de 15 mil metros quadrados pelo valor de 400 mil euros. (Urbi et Orbi - Edição nº. 359 de 2006-12-19)

Pelos vistos, de cedência de 15.000m2, por 400 mil euros, passou a doação de 18.450m2...

Mas ainda falta dizer algo... onde está a ser feita a referida Escola:


Por acaso não era para esse local que estava planeada a piscina do complexo desportivo, tal como está ainda divulgado no site da CMC:

COMPLEXO DESPORTIVO DA COVILHÃ (INFRA-ESTRUTURAS)

O programa de trabalho para a segunda fase prevê a implementação de dois polidesportivos, enquanto a terceira e última fases contemplam a construção de cortes de ténis, circuitos de manutenção e uma piscina de água quente.

Então, pelo que se pode perceber, a população da Covilhã, perde um pedaço do seu complexo desportivo, que teria pavilhões e piscinas, para "nascer" nesses terrenos uma escola privada!

E será que há tantos alunos na Covilhã (e arredores), para uma infraestrutura deste género? (os dados apontam para 800 alunos neste estabelecimento). Ou será que esta escola, não vai aniquilar ainda mais, as escolas públicas do concelho?

Enfim, vamos dar tempo ao tempo, porque agora já não há volta a dar...

Já agora, se eu algum dia quiser um terrenozito para construir uma loja, um pavilhão industrial, ou outra coisa do género, será que vou ter igual comportamento por parte do município? Duvido...

PS: gosto em especial da parte que diz: "a Câmara, considerando o inegável interesse dos objectivos específicos do projecto"... bla bla bla...

In Máfia da Cova

Nota: Oportunamente em Colegio Internacional da Covilhã e Colégio espera parecer da DREC já se questionava a utilidade deste Estabelecimento de Ensino. Brevemente e num gesto de grandiosidade e generosidade o Complexo Desportivo poderá ser incorporado no futuro Colégio, sendo a manutenção assegurada pelos Serviços Municipais. PAGA ZÉ!!!!!

Saudações Paulenses

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Dilema dos Pais na Covilhã ou no Resto do País

(clique na imagem e leia o post do Kaos)


Este pelo menos dava pra 2 ou 3 alunos


Medidas para o novo ano lectivo vistas à lupa


A uma semana do arranque das aulas, a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, deu ontem uma conferência de imprensa com "10 novidades" para o próximo ano lectivo. A tutela tinha prometido anunciar medidas "com bastante impacto" para o sector, mas a maioria das revelações acabou por incidir sobre projectos já anunciados ou em curso - alguns deles há mais de um ano.

De verdadeiramente novo, no conjunto de medidas apresentadas ontem pela ministra -pelo menos do ponto de vista noticioso - só mesmo o compromisso de que a tutela, através da Acção Social Escolar, vai comparticipar as deslocações dos alunos do ensino secundário que optem por cursos profissionais fora das suas zonas de residência.


Destaque ainda para duas iniciativas que, embora já admitidas há algum tempo pela tutela, parecem finalmente em condições de ser passadas à prática: o reforço da Acção Social Escolar do ensino secundário, nomeadamente através do alargamento do âmbito das chamadas "bolsas de mérito"; e a promessa de que mais alunos do 1.º ciclo passarão a ser acompanhados além das 17.30, num projecto que envolverá autarquias e pais.


O conjunto geral de medidas motiva reacções de satisfação, embora incompleta entras as associações de pais e os municípios. Já os partidos da oposição criticam o "timing" do anúncio. Diogo Feyo, do CDS-PP, fala numa "operação de charme, anunciando o já anunciado", e considera que o que muda "nada tem de extraordinário". Pedro Duarte, do PSD, diz que o ministério tem "falta de ideias".| Com Maria João Caetano


Foi a única novidade absoluta anunciada ontem pela Ministra da Educação. Destina-se aos alunos do secundário, que se inscrevam em cursos profissionais em escolas longe das suas áreas de residência, e segundo disse ontem Maria de Lurdes Rodrigues, será "o apoio mais significativo", em termos de investimento, a conceder pela tutela este ano no âmbito do reforço da Acção Social Escolar no Secundário. A ministra explicou que está a ser "estudado" o recurso a apoio comunitário para o financiamento parcial do projecto. Os alunos poderão receber um passe social ou uma verba diária. Os alunos dos cursos de científicas-humanísticas não são abrangidos por terem "oferta educativa suficiente nos seus concelhos"... in DN

Realmente o stress é muito no pós férias. Aconselho a leitura do artigo

Saudações Paulenses

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Covilhanices

Beira Interior registou 12 incêndios

Ao final da tarde de ontem todos os fogos estavam em fase de rescaldo e sob vigilância dos bombeiros

O incêndio que anteontem deflagrou em Pinhaços, concelho de Seia (Guarda) mantinha-se ainda sob vigilância ao final da tarde de ontem. À hora do fecho desta edição, as causas e prejuízos estavam ainda por apurar, de acordo com o comandante interino da GNR da Guarda, Cunha Rasteiro. O alerta foi lançado às 20h50, tendo sido combatido aproximadamente durante quatro horas, por uma centena de bombeiros de corporações do distrito da Guarda e de Viseu, apoiados por 28 viaturas.

Segundo o comandante do Centro Distrital de Operações de Socorro da cidade mais alta, António Fonseca, o incêndio chegou a ter duas frentes activas, sendo que uma delas se dirigiu para a localidade de Lages. Mas, segundo garantiu este responsável, “nenhuma habitação esteve em risco”, acrescentando que “qualquer incêndio em Seia pode chegar rapidamente perto de casas, porque é um concelho muito povoado e há quintas espalhadas por todo o lado”.

O vento, que chegou a soprar com alguma intensidade, e o declive do terreno foram as principais dificuldades sentidas pelos bombeiros no combate às chamas, contou ainda o comandante.

AAUBI contra crédito, FACB a favor

O presidente da Associação Académica da Universidade da Beira Interior opõe-se à medida, porque acredita ser “o caminho para a desresponsabilização do Estado” no Ensino Superior. Federação Académica do Instituto Politécnico de Castelo Branco “sempre foi a favor”

A Associação Académica da Universidade da Beira Interior (AAUBI) “está contra” a criação de um sistema automático de empréstimos para os estudantes do Ensino Superior até 25 mil euros, aprovado ontem pelo Governo, disse ao Diário XXI o seu presidente, Fernando Jesus. Os créditos serão concedidos sem garantias e com juros mais baixos para alunos com melhores notas.

"Trata-se de criar melhores condições de acesso ao ensino superior e mais condições de justiça social e igualdade de oportunidades", afirmou o primeiro-ministro, José Sócrates, no final da reunião do Conselho de Ministros que aprovou o decreto-lei que cria "um sistema específico de empréstimo a estudantes e bolseiros do ensino superior".

"Não se trata de substituir a acção social escolar, é algo mais, que a aumenta e complementa", salientou. A este propósito, o ministro do Ensino Superior, Mariano Gago, adiantou que as verbas para a acção social escolar, "que financia os estudantes mais carenciados a fundo perdido", serão reforçadas no Orçamento de Estado para 2008. "Os fundos para as bolsas vão aumentar", especificou.

No entanto, estas declarações não deixam Fernando Jesus descansado. “Este novo sistema é o caminho para a desresponsabilização do Estado” no Ensino Superior, defende o dirigente estudantil. “Apesar de não o admitirem, esta medida foi criar uma porta aberta para a alteração futura da Acção Social na próxima legislatura”, após as legislativas de 2009, acredita Fernando Jesus.

O presidente da AAUBI apela aos estudantes que vejam o crédito como “o último dos recursos”, pois considera que “a prioridade na ajuda aos alunos com menos condições financeiras deve ser através dos Serviços de Acção Social”.

Castelo Branco perde população

E a Guarda conhece um aumento substancial

Entre 2003 e 2006 Castelo Branco perdeu 5.14 habitantes, correspondente a uma perda de 0,8% de população. Os dados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) num estudo que revela que pela primeira vez há uma quebra demográfica em 20 das principais cidades, capitais de regiões autónomas e distritos.

Além de Castelo Branco encontram-se outras nove cidades que perderam população: Lisboa, Porto, Coimbra, Funchal, Ponta Delgada, Évora, Beja, Portalegre e Bragança.

No sentido oposto, Guarda viu a sua população subir substancialmente (44 264).

Segundo os dados, veiculados pelo jornal Correio da Manhã, Lisboa terá até o final do ano menos de meio milhão de habitantes, tendo em conta a quebra demográfica registada nos últimos três anos. A capital perde, por ano, dez mil pessoas. No Porto, a queda ronda os seis mil anuais.

Cidades com aumento de população

Segundo o jornal, Aveiro teve um aumento de apenas 38 habitantes (73 559 no total), Santarém, com mais 36 (64 054), e Vila Real, com um acréscimo de 126 (50 423), entraram num ciclo de quase estagnação.

Sete outras cidades viram as populações dos seus concelhos subir de forma substancial: Braga (173 946 população total), Viana do Castelo (91 238), Viseu (98 167), Guarda (44 264), Leiria (127 035), Faro (58 664) e Setúbal (122 554).

PERDAS DE POPULAÇÃO

PORTO: 244 998 (2003) / 227 790 (2006) / -7% (variação)

LISBOA: 540 022 (2003) / 509 751 (2006) / -5,7% (variação)

COIMBRA: 143 829 (2003) / 139 083 (2006) / -3,3% (variação)

PORTALEGRE: 24 929 (2003) / 24 348 (2006) / -2,3% (variação)

FUNCHAL: 101 256 (2003) / 99 759 (2006) / -1,8% (variação)

CASTELO BRANCO: 55 088 (2003) / 54 574 (2006) / -0,8% (variação)

BEJA: 34 977 (2003) / 34 776 (2006) / -0,6% (variação)

ÉVORA: 55 607 (2003) / 55 420 (2006) / -0,4% (variação)

PONTA DELGADA: 64 602 (2003) / 64 384 (2006) / -0,4% (variação)

BRAGANÇA: 34 696 (2003) / 34 628 (2006) / -0,2% (variação)

Causas da queda demográfica

Refere-se que quebra demográfica resulta, sobretudo, da saída das cidades dos mais jovens. Este movimento demográfico tem, contudo, custos elevados pela necessidade de construção de escolas e unidades de saúde e consequente encerramento de outros existentes nas cidades por falta de utentes.

Segundo as últimas estimativas do INE, Lisboa tinha em finais de 2006 uma população de 509 000 pessoas, menos 5,7% do que em 2003. O Porto com 227 000 registou uma redução de 7%. No concelho de Coimbra, a perda foi de 3,3% contando agora com 139 000 habitantes. Funchal desceu para 99 000 habitantes, com uma quebra de 1,8%.

A nível nacional a população desceu ou estagnou em todos os distritos do Interior bem como nos de Coimbra e Viana do Castelo. Açores e Madeira subiram 1%. Os distritos de Faro (4%), Setúbal (3%) e Leiria (2%) lideraram crescimento.

Dados complementares

- 10 599 milhões vivem em Portugal segundo as últimas estimativas do Instituto Nacional de Estatística referente a Dezembro de 2006. Um subida de 1,2%, resultante sobretudo da chegada de imigrantes.

- 1,828 milhões de pessoas com mais de 65 anos. Valor superior ao de menores de 14 anos, que são 1,637 milhões.

Taxa municipal suporta equipas de intervenção

Distrito da Guarda é prioritário, C. Branco segue em 2008

Segundo o Jornal de Notícias, a Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), defende que o funcionamento das Equipas de Primeira Intervenção (EPI) de bombeiros deverá ser parcialmente suportado pelos munícipes dos concelhos onde venham a ser criadas, pelo que deverá ser aplicada uma taxa por prestação de serviços de protecção civil – prevista na Lei nº 53-E/2006 desde Dezembro – nos concelhos que avancem com a constituição destas equipas profissionalizadas.

O protocolo enquadrador da constituição das EPI foi assinado em Abril entre a ANMP, representada por Marta Soares, a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) e a Liga dos Bombeiros Profissionais e prevê a criação progressiva de 200 EPI até 2009, 60 das quais este ano. O distrito da Guarda é um dos cinco considerados prioritários, já para este ano, e Castelo Branco seguirá numa segunda fase, em 2008.

"Faz todo o sentido associar as duas coisas. Se vão suportar a 50% as equipas, os municípios têm de ter recursos para o respectivo financiamento", refere àquele jornal Jaime Marta Soares, do conselho directivo da ANMP que também acusa a Secretaria de Estado da Administração Local (SEAL) de atraso na elaboração de um regulamento-tipo, que inicialmente se previa estar concluído em Maio.

A nova oportunidade de aprender

Programa Novas Oportunidades aproveitado na Covilhã

O Programa Novas Oportunidades foi lançado no início de 2005 e neste momento regista mais de 250 mil inscrições. Com esta iniciativa o Governo prevê qualificar um milhão de activos até 2010. Na Covilhã, há quem esteja a aproveitar esta hipótese de voltar à escola

“É mesmo uma grande oportunidade para quem não pôde estudar mais. Pelas circunstâncias da época apenas completei a antiga quarta classe e frequentar este curso é como voltar à escola”. É este o sentimento de Maria de Jesus, uma das futuras alunas dos cursos Novas Oportunidades. A ainda jovem habitante da Covilhã, apenas 42 anos, foi forçada a deixar a escola bem cedo, fruto de circunstancialismos bem característicos do Portugal dos anos 70 e 80. Se a mais recente geração enfrenta algumas dificuldades para completar o 12ºAno, e se muitos deles o fazem de forma um tanto ao quanto “atabalhoada”, Maria de Jesus teve de completar a escolaridade obrigatória numa época “onde os estudos eram reservados aos ricos” e as dificuldades de transporte acrescidas. Mas nem assim desistiu e foi até onde pôde. “Actualmente o Governo possibilita que cada aluno carenciado tenha um computador por apenas 150 euros, mas no meu tempo nem havia ajudas nem dinheiro para livros e material escolar”, desabafa.

Rio Maior: o primeiro jogo a “sério” do novo Covilhã

Arranca domingo o campeonato

É já este domingo que se inicia o campeonato nacional da segunda divisão. O Sporting da Covilhã, depois de uma pré-época irregular, em termos de resultados, tenta, frente ao Rio Maior ganhar os primeiros três pontos para regressar à Liga de Honra

O desafio foi deixado há mais de um mês, aquando da apresentação do plantel serrano. Tanto José Mendes, presidente do Sporting da Covilhã, como o treinador da equipa, Cunha, pensam em chegar, no fim da época, aos jogos decisivos que poderão ditar ou não o regresso do clube à Liga de Honra.

Depois de uma pré-época não muito feliz em termos de resultados (vitórias frente ao Unhais, uma frente ao Castelo Branco e uma última no domingo frente ao Penalva do Castelo), o Covilhã tem já neste domingo, pelas 17 horas, um desafio a sério, frente ao Rio Maior, onde tentará conquistar os primeiros três pontos da primeira fase do campeonato. Nos jogos de preparação, os serranos venceram por duas vezes o Unhais, da Terceira Divisão, perderam e ganharam contra uma equipa do seu campeonato, o Benfica e Castelo Branco, empataram e venceram contra o Penalva (também do seu campeonato) e obtiveram animadores empates com equipas de outra valia, como o Gondomar ou Olivais e Moscavide. Apenas a derrota de 4-1 na Naval foi um pouco pesada. É certo que em muitos jogos Cunha experimentou soluções, pondo a actuar jogadores que dificilmente serão escolhidos para o onze que iniciará a época e que será base do conjunto serrano. Mas agora, num campeonato em que é importante entrar bem, e a ganhar, os novos reforços terão que mostrar o porquê das suas contratações.

É que esta é uma temporada em que o campeonato se disputa de forma diferente. Depois de 23 jornadas, que terminam a 24 de Fevereiro, apenas os seis primeiros (com metade dos pontos obtidos até então) desta primeira fase irão lutar entre si para chegar aos jogos decisivos que ditarão a subida à Liga de Honra. As restantes oito equipas irão lutar para descer.










In Noticias da Covilhã, Kaminhos, Diário XXI

Saudações Paulenses

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Faço Minhas as suas Palavras

Cada um que assuma as responsabilidades no Portugal de Amanhã

"Sou defensor da avaliação na escola desde o primeiro grau de ensino pelo quando li no Público que a Fenprof "critica realização das provas de aferição nos 4.º e 6.º anos” interessei-me pela notícia, queria saber que argumentos justificariam uma posição oposta à minha e fiquei pasmado com os argumentos.

"O ministério de Maria de Lurdes Rodrigues parece pretender que as referidas provas sejam mais um mecanismo de avaliação e responsabilização das escolas e professores, caso as classificações dos alunos venham a ser baixas"

Se a avaliação só fosse utilizada para aferir o conhecimento das crianças estaria tudo bem, as causas de insucesso deveriam ser as do costume, os problemas sociais, a falta de investimento nas escolas. Mas a avaliação é uma faca de dois gumes, é-o nas escolas do ensino básico em Portugal como o é nas melhores universidades americanas. Só os professores do MIT podem ser rigorosamente avaliados e o seu desempenho associado ao dos alunos, mas se uma criança que esteve quatro anos não souber nada quando chega ao quarto ano a culpa não pode ser de ninguém.

Mas o descaramento da Fenprof vai ainda mais longe:

"Esta intenção, que a Fenprof rejeita e repudia, fica muito clara pelo facto de o Ministério da Educação remeter para as escolas a incumbência de montar estratégias de superação das dificuldades dos alunos, pretensamente diagnosticadas através das classificações por eles obtidas"

Ou seja, se houver uma situação de insucesso generalizado a escola nada tem que a ver com o assunto, os professores não tem que se questionar com as causas, nada devem fazer para mudar o estado das coisas. O insucesso caiu do céu e nada há a fazer, muito menos incomodar os professores.

Espero sinceramente que a dignidade dos professores portugueses os leve a não concordar com tanta hipocrisia. Pelo menos no antagonismo com a Fenprof começo a achar que a ministra da Educação tem muito mais razão do que eu pensava, estes senhores estão-se nas tintas para a qualidade e os resultados do ensino, tudo fazem para confundir os interesses legítimos dos professores com estratégias políticas que não têm qualquer relação com os objectivos do sistema educativo."

Na realidade sentia-me no dever de escrever algo sobre este assunto, principalmente quando e cada vez que, quer o Ministério da Educação, quer as Associações de Pais questionam os professores de imediato a Fenprof actua como um Lobby tipo industria farmacêutica, ordem dos médicos engenheiros etc., esquecendo-se na real essência da questão de entidade patronal, que estes mesmos pais são quem lhes paga o ordenado e portanto têm o direito de questionar e exigir a melhor instrução e não educação, pois esta deve ser administrada em casa.

Na minha humilde interpretação a Escola é uma interligação entre Ministério, Professores, Funcionários e Pais. Se eventualmente um destes elementos falha deve assumir e corrigir afim de que a "maquina" esteja em pleno pois esta é efectivamente, o garante do Portugal e dos Portugueses de amanhã.

Este post do Jumento não podia traduzir melhor o que creio eu ser o pensamento dos Pais deste País.

Obviamente que pais haverá que alem da Instrução exigem aos professores Educação. Porem esta ultima situação apenas lhes denigre a "instituição" paternal.

Saudações Paulenses

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Colegio Internacional da Covilhã

COLÉGIO INTERNACIONAL? NA COVILHÃ? UM MAU NEGÓCIO PARA O CONCELHO.


Sobre este assunto passo a transcrever o texto na integra, publicado por Vítor Reis Silva no seu blog. Esta transcrição deve-se não apenas ao facto de ser Vereador mas principalmente na qualidade de Presidente do Concelho Executivo da nossa escola e portanto com responsabilidades acrescidas.
Aconselho a leitura atenta do mesmo, pois quer queiramos quer não, os jovens estudantes do nosso burgo serão afectados.

"O conteúdo deste artigo corresponde, no fundamental, à minha intervenção na Sessão da Assembleia Municipal de 18 de Maio de 2007.

Que fique claro que não sou contra os colégios privados. Discordo, isso sim, que os mesmos sejam construídos à custa do património público e que possam beneficiar de verbas públicas quando existem, na área d
a sua implantação, estabelecimentos públicos.

A EPABI aparece neste "negócio" como sendo o instrumento fundamental da "orquestra". Na Assembleia Municipal obtive a informação que o tal senhor que foi deputado do PS é, agora, deputado do PSD.Tudo se interliga, afinal.

Nos anos noventa, do século passado, criou-se no Concelho da Covilhã uma Escola Profissional que teve como parceiros fundadores a Câmara Municipal da Covilhã e o Conservatório Regional de Música.
Os estatutos de fundação daquela Escola Profissional, obrigavam a Autarquia – Câmara Municipal e aquela Instituição de carácter associativo, a comparticiparem nas despesas relativas ao seu funcionamento, 30% a dividir pelas duas.
É evidente que o Conservatório estava nesta parceria com o peso da sua imagem pública, o seu saber, experiência e recursos técnicos. Porque dinheiro disponível, raramente tem, como qualquer colectividade que presta um serviço público e que nem sempre é apoiada como merece.
O financiamento era e é obtido, no essencial, através da comparticipação comunitária e Ministério da Educação, via Direcção Regional de Educação do Centro.
Assim se criou a Escola Profissional de Artes da Beira Interior.Com uma Direcção nomeada pela Câmara Municipal, e nem sempre acordada com o Conservatório Regional de Música, lá foi funcionando lançando cursos profissionais de música dando certificação profissional e escolar aos alunos que a frequentaram e frequentam.
A par dos cursos profissionais também se organizaram quartetos e orquestras, dando visibilidade à Escola e à Cidade, em vários palcos e cidades.
Porém, os fundadores da Escola, rapidamente se esqueceram dos 30%, deixando para as diferentes Direcções da EPABI, a difícil tarefa de gestão de uma Escola com financiamento próximo dos 100% , mas, onde nem todas as despesas são elegíveis.
Imagino a criatividade e o esforço necessário dos Directores para assegurarem o funcionamento da Escola, o pagamento dos seus compromissos com os recursos humanos, a aquisição de instrumentos e as despesas inerentes a espectáculos e promoção da Escola.
O esforço, é evidente, sempre era compensado com uns míseros 1.250 Euros por mês .
Quero referir, nesta pequena história, que enquanto vereador, em exercício de 1997 a 2001, nunca tive conhecimento de tais pagamentos.
Pensava eu que os Directores propostos pelo Sr Presidente da Câmara Municipal, exerciam as suas funções, como em qualquer colectividade, sem qualquer vencimento. Como é do conhecimento público, as contas da EPABI, como outras que por aí andam, não são apreciadas pela Câmara nem pela Assembleia Municipal, apesar de o Município se constituir como o principal dinamizador e investidor.
Era previsível que, sem os 30% mensais, a viver com o financiamento comunitário e do ME, e com a necessidade de pagamento prévio da facturação, incluindo os salários dos directores, as diferentes Direcções da EPABI, foram contraindo empréstimos à banca pagando, como é óbvio, os juros que, por azar, não eram comparticipados.
E assim se foi vivendo, até se acumular uma dívida de mais de 500.000 Euros, que se reduziu para cerca de 400.000 Euros.
A situação da EPABI era esta nos últimos tempos, agravando-se a mesma com a inexistência de instalações e com a indicação da Direcção Regional de Educação de que se a EPABI não encontrasse instalações condignas deixaria de financiar a Escola.

O Sr Presidente da Câmara Municipal perante a grave situação financeira provocada pelo incumprimento das obrigações da Câmara Municipal, e pela gestão dos seus nomeados, também aqui na versão covilhanense dos boys, DECIDIU VENDER A EPABI.
VENDER foi a solução encontrada para esconder a fuga a responsabilidades assumidas e a incompetência na gestão de uma Escola Profissional financiada pelo Ministério da Educação e por Fundos Comunitários.
Encontrou um parceiro, a Sociedade Comercial GPS – Gestão de Participações Sociais, representada pelo Senhor António Calvete, antigo deputado do Partido Socialista, e gestor de uma dezena de colégios privados na Região Centro.
Aliança estratégica. SIM. UMA ALIANÇA DE GRANDE SIGNIFICADO ESTRATÉGICO E DE ELEVADO INTERESSE PARA O CONCELHO. E Com alguém com elevada experiência no sector e com acesso fácil aos corredores do poder instalado.
Um achado.
Mais uma acção inédita no Concelho da Covilhã.
Mais uma descoberta, só igualável com a descoberta da pólvora ou do ovo de Colombo.
Tinha que ser uma coisa de estalo.
E assim nasceu a ideia, a intenção da instalação de um Colégio Internacional.
Que extraordinário, meus senhores, que mentes brilhantes.
Deu primeira página nos jornais regionais, nos nacionais e, quiçá, notícia de abertura dos 4 canais da TV.
No contrato promessa assinado pela GPS e CMC em 13 de Dezembro de 2006, afirma-se que a GPS tem por objectivos, entre outros, o:
- Criar o Colégio Internacional
- Fortalecer e dinamizar o estudo da Música
- Criar um estabelecimento de ensino para alunos dos 3 aos 18 anos (do pré – escolar ao 12º ano)
E afirma, ainda, que, praticamente, não existe oferta de ensino em termos privados, o que é caricato, pois, temos, o Conservatório Regional de Música que tem o pré-escolar e o 1º Ciclo e o Externato do Tortosendo que possui do 2º Ciclo ao 12ºAno.
A Câmara afirma que tem um terreno, em leasing, que vai adquirir à BPI-Leasing (não indica os custos do mesmo), do qual irá destacar 15.000 m2, que promete ceder à GPS, pagando esta o passivo de 400.000,00 Euros.
Este valor corresponde ao passivo da EPABI encontrando-se prevista a integração desta Escola no tal Colégio.
A Câmara ainda se compromete a isentar o tal Colégio de taxas e licenças urbanísticas (que não são quantificadas no protocolo) e o acordo nem sequer necessita de reconhecimento notarial das assinaturas porque os outorgantes são de inteira confiança mútua.
Estamos perante a venda da EPABI por 400.000 Euros.
Contudo a Câmara Municipal dá um terreno, que irá pagar à BPI-Leasing (300 a 400 mil Euros, pelos 15.000 m2), localizado em zona com infra estruturas desportivas e sociais, inviabiliza a construção da piscina prevista no projecto do Parque Desportivo (mais uma promessa que vai para canto), com um valor nunca inferior a 1. 725.000 Euros (€115X15.000m2) e isenção de taxas nunca inferiores 150.000 Euros, totalizando um valor próximo dos 2.500.000 (dois milhões e quinhentos mil Euros), ou seja, 500.000 contos, na moeda antiga.
Concluiu-se, assim, que para se pagar um passivo de 80.000 contos se oferecem, de mão beijada, 500.000 contos. É obra. É ser amigo. E é inédito no Concelho da Covilhã.
ISTO SÓ PODE TER UM NOME.
SE O INTERESSE PÚBLICO NÃO É VISÍVEL NEM DEMONSTRÁVEL!
QUE NOME PODERÁ TER?
Por outro lado, será que esse tal colégio particular é necessário à Covilhã?
Se a Câmara Municipal da Covilhã cumprir com o seu dever de construção da Escola do 1º Ciclo na Urbanização da Quinta das Palmeiras, como se encontra definido no Plano de Pormenor.
Se a Câmara Municipal cumprir com a construção do Jardim de Infância da Quinta da Alâmpada e da Escola do 1º Ciclo também ali prevista, junto à urbanização da passagem de nível.
Se a Câmara Municipal cumprir com o aumento do número de salas do 1º Ciclo na freguesia do Canhoso.
Se as Escolas públicas da Covilhã, do 2º, 3º Ciclo e Secundárias dão resposta à população escolar existente.
Se o Conservatório Regional de Música continua a funcionar e o Externato do Tortosendo está a perder alunos.
Se a Câmara Municipal cumprir com a construção do Centro de Artes (para o qual já temos Rua com nome) para a instalação da EPABI.
Se a Câmara Municipal cumprir com os seus compromissos enquanto sócia fundadora da EPABI.
Para que necessitamos deste negócio e de um Colégio, dito Internacional,?
Porque somos do Interior?
Provincianos?
Tomados como ignorantes?"

Pode consultar em www.paulvitorreissilva.blogspot.com

Voltaremos a este assunto. Da que pensar?

Saudações Paulenses

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Colégio espera parecer da DREC

Colégio Internacional da Covilhã.

Investimento grupo GPS na Covilhã

"Deverá ser um dos últimos passos para a concretização do projecto que foi contestado, na última sexta-feira, pelo Sindicato dos Professores da Região Centro e CDU Rodolfo Pinto Silva O processo de criação do Colégio Internacional da Covilhã, escola privada promovida pelo grupo Gestão de Participações Sociais (GPS) e que englobará a Escola Profissional de Artes da Beira Interior (EPABI), espera nesta altura um parecer da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC). O aval “diz respeito à conformidade das instalações com aquilo que é exigido por lei”, afirmou Carlos Pinto, na última sexta-feira. Uma declaração a indiciar que o processo está a decorrer de acordo com as expectativas e que se seguiu a duas interpelações ao presidente da Câmara da Covilhã, ao longo da última sexta-feira, acerca deste projecto do empresário António Calvete"... in Diario XXI

Saudações Paulenses

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