28 janeiro 2008

Portugal No Seu Melhor


Muitas corporações não dão uso aos aparelhos

A Liga dos Bombeiros Portugueses revela que não há ninguém credenciado para utilizar os desfibrilhadores.

A Liga dos Bombeiros Portugueses revela que há corporações que possuem desfibrilhadores a que não dão qualquer uso, porque não há ninguém credenciado para o fazer. Os bombeiros dizem que há muito tempo que solicitam ao INEM a realização de cursos para formação de pessoal.

O INEM diz que os cursos só ainda não aconteceram porque os bombeiros não se têm sabido organizar. Os aparelhos custaram mais de 400 mil euros e foram adquiridos antes do euro 2004. São cerca de 100 desfibrilhadores que não estão a ser utilizados.

De acordo com a actual legislação a utilização dos desfibrilhadores deve ser feita exclusivamente por pessoal credenciado. Diz a Liga Portuguesa de Bombeiros que desde 2001 tem sido solicitado ao INEM a realização de cursos de formação de pessoal para trabalhar com estes aparelhos. Por seu lado, o INEM garante que são os bombeiros que não se têm conseguído organizar.

Diz ainda o Instituto Nacional de Emergência Medica que a utilização de um disfibrilhador é considerado um acto médico, deverá por isso ser feito sob o controlo de um médico garantindo assim todos os critérios de segurança. O desfibrilhador é um aparelho que em caso de paragem cardíaca pode representar a diferença entre a vida e a morte e que em Portugal em muitas viaturas dos bombeiros não é utilizado. in TVI

Nota: Adquiridos para o Euro 2004, logo sem qualquer tipo de problema e certamente com elevado numero de técnicos credenciados, agora passam a "monos" e alimentam mais uma "guerra".

Saudações Paulenses

2 Rebolos:

Vizinha disse...

Mais um exemplo de como se desperdiçam recursos no nosso país. Espero que se aprenda alguma coisa e a situação não se repita!

29/1/08 18:39
Paulo Ferreira disse...

O que o INEM diz não é verdade, a formação dos tripulantes de socorro dada no INEM e na ENB faz parte da formação o DAE, o problema é que existe a necessidade de se criar uma estrutura dependente de motorização de qualidade do sistema DAE, o INEM criou uma estrutura e deixou as restantes identidades de fora do sistema, alem de dificultar a criação de outras estruturas de monitorização para aplicação do DAE.

30/1/08 22:33